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O cafuçu do mercado
Conto Erótico Gay

O cafuçu do mercado

27 leituras 5 min de leitura 20/07/2018

Essa aventura rolou semana passada e fazia algum tempo que não aprontava nada. Pra quem não me conhece, meu nome é Fabiano e este é mais um conto real (como todos os outros). Sou moreno, 1, 75m, 70kg, corpo em forma devido há anos de academia, pau de 20cm e uma bunda gulosa com poucos pelos. Estava em casa de bobeira quando percebi que faltava comprar algumas coisas e resolvi ir ao mercado. Com preguiça vesti uma bermuda de moletom, uma camiseta, calcei os chinelos e fui às compras.

 

Lá chegando, comecei a procurar o que faltava e me deparei com um carinha arrumando as prateleiras. Era daqueles típicos cafuçus: marombado pelo trabalho braçal, tatuagem estranha, cara de poucos amigos e aquele jeito de machão até dizer chega. Olhei pra ele por uns instantes, mas sem intenção alguma (juro!!!) fazendo-o perceber.

 

- Precisa de algo patrão?

 

- Não, obrigado.

 

- Tem certeza?

 

Nem respondi e continuei a passar pelas prateleiras. Encontrei-o de novo logo em seguida e dessa vez percebi que ele me olhava, mas fingi que comparava preços dos produtos. Dei uma pegada no pau, apertei e olhei pra ele (codigo universal para sondar se o cara curte também), que deu um sorriso e uma piscada. A isca já estava pronta e era só esperar o bote (risos). Terminei as compras e fui pro carro. Chegando no subsolo enquanto guardava as coisas, senti uma sarrada de leve e novamente o carinha perguntando:

 

- Tem certeza que não precisa de algo?

 

- Ah, você de novo? Não, obrigado.

 

- Posso te ajudar patrão, só dizer o que precisa.

 

- Eu não preciso de nada.

 

- E aquela pegada no pau? Eu percebi tu olhando pra mim na maior.

 

- Pegada no pau? Olhando pra ti? Tá maluco?

 

- Pow velho, deixa de onda que eu sei que tu curte um lance com outro macho. Essa bermuda marcando esse bundão e o pau te entrega...

 

- Ahahaha tá doido mesmo...

 

- Tem um banheiro de funcionários logo ali (apontou e notei que ele estava excitado, enquanto eu lutava pra não ficar de pau duro ali mesmo). Tô te esperando lá.

 

Ele saiu e fiquei pensando se valia a pena se arriscar e dar merda, mas sabe como o risco e o sexo rápido motiva a gente, risos. Criei coragem e fui. O banheiro era pequeno e fedia a urina e ele já estava esperando com o pau pra fora. Sem contar, ajoelhei e comecei a mamar. O pau estava suado, tinha uns 16 cm, cabeçudo e extremamente grosso, parecendo uma lata de refrigerante. Tinha que abrir a boca ao máximo pra conseguir abocanhar tudo.

 

Ele só fazia gemer, e puxava meu cabelo pra socar tudo até onde conseguisse, me fazendo ter ânsia e a lagrimar. O cheiro do suor, misturado com o cheiro do banheiro já estava me deixando tonto e ele parecia não se importar.

 

- Agora quero comer o cuzinho do patrão.

 

- Não, já tenho que ir...

 

- Deixa de frescura cara, vira esse cuzão pra cá.

 

- Já falei que não.

 

- Vai sim.

 

Me segurou com força empurrando contra a parede, baixou minha bermuda com força, encaçapou o cacete com a camisinha, encheu a mão de cuspe, me deu umas dedadas antes de começar a enfiar.

 

O cheiro do banheiro, o medo de entrar alguém, o jeito bruto do carinha só deixava meu pau ainda mais duro. Eu gemia de dor e ele tentava enfiar aquele pauzão em mim, até que já sem paciência, me segurou com ambas as mãos na cintura e forçou. A cabeça passou entrando me rasgando, eu gritei de dor, ele tapou minha boca e socou com força.

 

- Cala boca patrãozinho, que agora vai sentir o que é rola gostosa.

 

Ele metia com vontade e eu mal conseguia respirar com ele tapando parcialmente minha respiração. Era uma mistura de dor, prazer, medo e tesão. Sentia o cu largo e ele metendo o pau em mim até saco encostar na minha bunda.

 

Sem mais aguentar comecei a gozar como nunca mais havia feito, deixando o cara mais doido ainda e em pouco tempo ele disse:

 

- Agora é minha vez, patrãozinho, toma leite minha cadelinha.

 

O pau parecia que ia explodir dentro de mim de tanta porra. Eu estava literalmente arrombado e com as pernas bambas. Levantei minha bermuda e quando já ia saindo ele falou:

 

- Se precisar de outra ajuda é só falar.

 

Sorri, voltei pro carro pensando em como uma aventura sem nada planejado faz bem.

 

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