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CONTO ERÓTICO

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Comendo meu primo adolescente

   O prazer sem limites é o que eu vivo. Entrego-me inteiramente aos meus desejos mais profundos. Sou o verdadeiro deus do sexo. O amante da fantasia. Não tenho limites. Os desejos do meu corpo se tornam mais vorazes e cada vez mais insaciáveis. Minha beleza, meu corpo, meu pênis é o que todos procuram.
Não a quem consiga escapar de mim. Você já é meu. Eu já o tenho. Conquistei cada centímetro do seu corpo. Suas fantasias clamam por meu sorriso radiante, meu corpo esculpido e sarado, minha boca gostosa, minhas estocadas violentas. Meus 22 cm fazem seu cuzinho delicioso piscar só com a minha presença. Mais uma vez estou pronto para introduzi-lo em um mundo de pleno prazer. Fico surpreso quando entro em meu quarto e vejo duas malas sobre a minha cama.

   Desço até a cozinha onde encontro o meu pai em pé servindo o almoço para o meu primo Fernando. E ai cara. O comprimento com um abraço – Quanto tempo em? Pois é moleque não visitam o familiar mais, assim agente tem que visitar né. Sorriu ao ver meu primo de 18 anos super gatinho na minha casa. Loiro de olhos verdes, boca vermelha, cara de menino e um corpo que futuramente será perfeito. Fernando é completamente diferente de mim e meu pai. E o que você anda aprontando? Ah cara nada demais, só estou estudando mesmo. Tá estudando o que? Bruno está fazendo pré- vestibular Fernando. – diz o meu pai. Legal. fala ele sorrindo. Fico excitado ao ver o seu sorriso. Sinto um calor intenso ao ver esse moleque novinho, sinto uma vontade de fuder seu cuzinho virgem e apertadinho. Bruno? Fala pai.

   Digo acordando de meu devaneio. Tenho que voltar pro trabalho. Dá um passeio com o seu primo e arrume as coisas dele no seu quarto. Tudo bem. Bora moleque digo passando a mão em seu cabelo. Só vou terminar de almoçar. – diz ele sorrindo. Nunca senti tanto tesão como estou sentindo agora. Não posso olhar pro Fernando que já fico com o pau duro. E olha que o cara é só um moleque. Sinto uma vontade abrasadora de pega-lo nós braços e beijar essa boca cheia e vermelha que ele tem. Meu pai vai para o trabalho e nós dois ficamos sozinhos sentado na sala vendo TV. Com jeito de anjo, mas provocador Fernando não tira os olhos das minhas pernas. E ai Bruno será que posso ir ao teu quarto arrumar minhas coisas? Claro cara. Pode indo que vou lavar a louça e já subo pra te ajudar.

   Ta legal. – diz ele levantando. Com o olhar sigo os movimentos de sua bunda grande, empinada e durinha.  Balanço a cabeça para afastar o tesão vou para a cozinha lavar a louça. Quando termino vou para o meu quarto. Percebendo o silêncio de Fernando que está sozinho em meu quarto acabo escondendo e fico olhando o que ele faz. Sentado em uma cadeira em frente ao meu computador Fernando assiste um filme pornô. Com a mão dentro da calça movimenta o pênis que apesar da idade parece ser enorme. Sorrindo chego bem devagarzinho por trás dele e digo: Moleque safado. O susto o deixa mudo, ele não sabe o que fazer. Relaxa cara, eu também sempre curto bater uma vendo filme pornô. Digo pondo o braço em volta do seu pescoço. Mas ele permanece calado. Ai que eu percebo algo que eu não tinha notado antes. Saindo de dentro da calça do Fernando está uma cueca usada minha. Ele estava esfregando-a em seu pênis.

   Olho para a cueca e ele começa a gaguejar querendo encontrar alguma explicação para me dar. Mas não consegue falar nada. Sorrindo e feliz com o que acabo de descobri digo: Não se preocupa com isso cara não cara...
O abraço e não aguentando mais lhe dou um beijo. Mil coisas se passam em minha cabeça e Fernando não sabe muito bem como reagir. Por fim ele retribui o beijo. O pegando em meus braços ergo-o. Jogo-o na cama e deito por cima dele continuando a beijá-lo. Sua mão corre solta por todo o meu corpo.
Fernando chega a gemer baixinho de tesão. Fico louco ao ter esse garoto em meus braços. Tiro suas roupas com pressa e ele faz o mesmo comigo. Acaricio seu corpinho maravilhoso, mordiscando levemente os seus lábios. Não penso em mais nada a não ser comer seu cuzinho rosado e virgem. Deito ao seu lado e tiro minha cueca, seus olhos se iluminam ao ver o tamanho do meu pau. Sinto arrepios.

   Tremo ao imaginar meu 22 cm entrando no seu cuzinho virgem. Será que ele vai aguentar isso tudo? Fernando respira fundo e eu começo a lamber o seu corpo de menino perfeito. Depois e a vez dele. Ele lambe a minha virilha, minhas bolas e por fim lambi o meu pênis de cabeça vermelha até a base. Chega a engolir o meu mastro até a metade, mama com volúpia como um bebê faminto. Sinto puro prazer ao ver um moleque de 15 anos chupando meu pau. Ele me deixa louco. Chego a urrar, me contorço, gemo. Nossa. Fernando e demais. O pego pelos cabelos e começo a foder a sua boca e acabo gozando bem no fundo da sua garganta. Engole tudo! Se sobrar uma gota vai ter que chupar de novo. Ele me obedece e engole toda a minha porra. Agora é a minha vez de chupá-lo. Seu pau é uma delicia. Grande e grosso. Uma cabeça rosinha. Ele pulsa entre os meus dedos. Sinto o cheiro delicioso do seu pênis. Toco sua cabeça levemente em meu rosto. Sentindo sua temperatura gostosa. Tão quentinho.  Lampo o buraquinho que derrama líquidos seminais. Ele treme todo.

   Sua boca deliciosa então entreaberta. Seus olhos verdes me fitam ardentemente. Fernando só não sobe pelas paredes quando eu começo a mamá-lo porque eu seguro as suas pernas. Ele goza tanto em minha boca que chego a engasgar, mas engulo toda a sua porra também. Exaustos tomamos um banho e saímos para conhecer a cidade. Estou quase dormindo quando sinto alguém me cutucar. Bruno cê já tá dormindo cara? Pergunta Fernando de joelhos no colchonete ao lado da minha cama. Bom cara estava quase dormindo por quê? O quarto está iluminado pela luz de um poste na rua.
Senti só. – diz ele pegando minha mão e a colocando dentro do seu short. Sinto a cabeça do seu pênis grosso e branquinho. Você não chupou tudo. Quer chupar de novo? Vou fazer melhor. Digo puxando-o pela cintura e o colocando de quatro na beirada da cama. Começo a tirar suas roupas. Depois o coloco de pé. De frente para a parede. Fernando apoia as mãos abertas sobre a parede e afasta um pouco o corpo, arqueando ligeiramente as costas, como se a empurrasse. 

   Coloco-me por detrás dele e agacho-me entre suas pernas separadas. Meu rosto fica a um palmo de suas nádegas. Minhas mãos apoderam-se de suas pernas e começa a acariciá-la até os tornozelos. Simultaneamente, lambo suas nádegas com minha língua como se fosse um sorvete. Levanto e o ergo nós braços beijando-o, sugando sua língua. Depois o coloco de quatro sobre a cama. Ajoelho-me próximo do colchão. Volto a afastar suas nádegas e minha língua instala- se no canal das nádegas percorrendo para cima e para baixo. Enquanto isso meus dedos roçam sua virilha e brincam com os pelos púnicos dourados e macios sem tocar no pênis que lateja. Pouco a pouco, meus polegares apóiam- se em suas nádegas e iniciam a pressão para separá-las.
A carne rosada surge à vista, e os eu cuzinho fica descoberto, se abrindo para o prazer. Minha língua descobre o buraquinho rosado do seu ânus. Meu pênis se movimenta batendo em minha barriga enquanto suspiro ao sentir o gosto delicioso da pele macia e doce do seu ânus.

   Não para de lamber cada milímetro, avançando para o centro, com a ponta da língua a enfio dentro do seu cu pressionando e girando ao mesmo tempo em que sinto as contrações do seu ânus. Chupo com força e Fernando delira, geme baixinho. Com um dedo para alargar inicio a penetração com a língua. Meu rosto fica preso entre suas nádegas. Fernando geme alto com o entrar e sair de minha língua do seu cu, em leves movimentos. Quando ele está pronto para se entregar paro e me ajeito para comê-lo. Meio assustado ele faz menção de sair. O puxo pelo quadril e enfio a cabeça do meu pau em seu cuzinho virgem. Ele grita de dor, mas não quero nem saber, Fernando que me provocou agora que aguente.
   Enfio meu cacete cada vez mais fundo na sua bundinha durinha. Fernando chora quando senti meu saco roçando suas coxas. Fico um tempo nessa posição, até ele se acostumar com meu pau dentro dele e até a dor passar. 
Mas com sede de prazer não deixo que o alivio dure por muito tempo. Começo a bombá-lo sem dó. Fernando grita ainda mais. Depois de um tempo ele continua gritando, mas já não é de dor e sim de prazer. Isso, me fode com força seu desgraçado!Não penso duas vezes, fodo com mais força.
De repente com três jatos fortes de puro sêmen e outros mais fracos encho seu cuzinho virgem agora alargado por meu caralho. Fernando acaba gozando também e cai exausto na cama. Desculpa. Digo sentindo arrependimento pela força que usei ao fude-lo Fernando vira-se para me olhar. AH cara nada vê. Meu sonho era que você me come-se. E agora você o realizou e cara foi à coisa mais gostosa da minha vida. Sorrio abraçando-o e lhe dando um beijo.

 

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