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CONTO ERÓTICO

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Comendo o Vizinho

Todos os homens sempre cederam aos prazeres e aos desejos da carne. Pois nascemos do pecado e por ele nós vivemos.

 

   Breno ? digo ao abrir a porta da minha casa. E ai? diz ele olhando para o meu corpo. Estou usando apenas uma toalha presa na cintura. Você demorou pra atender em cara. Diz com o braço apoiado no portal da porta. Foi mal. Estava no banho e não ouvi a campainha. É percebi que você estava no banho. Diz Breno me dando um olhar safado. Tá precisando de alguma coisa? Você ainda tá fazendo cursinho não tá. To sim por quê? Bom cara é que eu to precisando de ajuda num trampo de História da Faculdade então como tu ta fazendo cursinho achei que você podia me ajudar. Pago o quanto tu quiser. Não precisa pagar nada não cara. Aparece aqui as quatro horas que te ajudo ok? Beleza. Então as quatro eu to aqui até. Até. Bruno? chama-me Breno antes que eu feche a porta. Sim. Seu pai vai tá em casa as quatro? Não cara por quê? Por nada, assim fica melhor pra gente. Ficamos sozinhos.

   Dando um sorriso misterioso Breno vai para a sua casa. Subo para o meu quarto. Visto uma cueca Box e um roupão branco. Ligo meu PC e fico entretido em navegar pelos sites pornôs gays na net. Não vejo a hora passar. Ouço a campainha tocar. Levantando vou correndo atender. Vejo que é o meu vizinho Breno.  Ele usa um calção e uma camiseta curta que marca seu peitoral e o seu tanquinho definido.  Seus olhos estão cheios de mistérios e seu sorriso cheio de malicia. Seu cabelo está molhado e brilhante revelando que ele acabou de tomar banho.  Entre. Breno dá um passo para dentro da sala, depois vira e fecha a porta. Quer beber alguma coisa? pergunto indo até a cozinha e abrindo a geladeira. Quero sim. Cerveja, suco ou água? Hum vou na cerveja. Pego uma cerveja de latinha e o entrego. Quando Breno vai abri-la acaba espirando cerveja na minha cueca.

   Afasto-me sentindo a cerveja gelado do meu caralho. Po cara desculpa. diz ele. Sem problema cara. Deixa que eu limpo pra você. Diz Breno ficando de joelhos na minha frente segura minha cueca e a tira a deslizando por minhas pernas. Pronto. Diz segurando minha cueca na mão. Fecho rapidamente meu roupão. Breno sem nenhuma descrição passa a língua na minha cueca molhada e diz: Hum que gostoso cara. Fico louco com isso. Com um sorriso super excitante e sexy Breno se aproxima unindo nossos corpos num estreito abraço e nossas bocas em um beijo ardente. Olhando-me desaperta meu roupão revelando meu pênis escuro e enorme, levemente inclinado para cima como se pedisse uma caricia urgente.

   Breno cai de joelhos, segura meu pau entre as mãos e leva-o lentamente a boca. Não sei a quanto tempo em que eu estou fodendo o cu do Breno. De quatro com as mãos apoiadas na minha cama ele geme alto. Vai cara,ah, ah, me fode gostoso. Diz ele empinando cada vez mais a bunda que bate furiosamente contra meu púbis. O cara é insaciável. Já gozei umas três vezes e nãos sei se aguento uma quarta vez. Mete gostoso, ai, ai, assim.

   Cara que caralho gostoso tu têm. Ele é enorme.  Fico louco. O deito na cama de barriga para cima. Fecho os olhos. Enquanto aumento minhas estocadas em minha mente fantasio uma sacanagem com o meu melhor amigo. Eu e meu melhor amigo André estamos sentados num dos últimos bancos do ônibus, que se dirige para o local onde nosso cursinho fará um intercambio antes do vestibular. Visitaremos uma faculdade junto com outro grupo de pré vestibulandos. Está noite e faz frio. Cobrimo-nos com um cobertor. André branco, com os cabelos castanhos claros, olhos cor de mel, 1,95 m de altura e com um corpo esculpido por Michelangelo começa a cochilar.

   É lindo, seus lábios vermelhos como o sangue, os quais contrastam com a palidez de sua pele. Toco em seu braço forte propositalmente. Ele abre seus olhos dourados e me olha de um jeito assustadoramente atraente. O que foi?  pergunto. Estava aqui pensando em você. Sério? E o que você estava pensando? Dando-me um sorriso malicioso André desliza uma mão pela minha coxa demonstrando o desejo que começa a despertar. Pouco a pouco sua mão prossegue passando para dentro da minha bermuda e em seguida ultrapassa a barreira da minha cueca. Sua mão acaricia suavemente me pênis deslizando a ponta do dedo pela minha glande. Fecho os olhos e passivamente deixo que ele me acaricie.

   Sem muitos movimentos para não despertar as suspeitas dos outros alunos. Afasto as pernas e deixo sua mão se feche em torno do tronco do meu pau duro como pedra. O contato de sua mão me causa uma descarga elétrica que não consigo controlar sem gemer. Xiii, Xiii – diz André colocando um dedo da outra mão livre em meus lábios. Depois abre o zíper da sua calça para libertar o pênis ereto e úmido e dirige a minha mão para o seu pau, para que eu o masturbe. Nossa excitação está naquele ponto sublime em que o desejo se torna tão forte e irresistível que convida a soluções arriscadas onde é que se esteja. Coberto pelo coberto me viro para a janela oferecendo as costas ao meu melhor amigo. Dobrado sobre mim mesmo e com as pernas sobre o assento, oferecendo-lhe a bunda.

   André se vira olhando antes despistada mente para nossos colegas que dormem profundamente depois ele se acomoda de maneira que seu peito duro e definido fique colado em minhas costas.
Beija minha nuca e morde minhas orelhas enquanto o seu pênis se dirige para a penetração. Depois de abaixar minha bermuda, guia seu pênis através da minha bunda até encontrar meu ânus que se contrai de prazer. Ao sentir a cabeça de seu pau pulsando na entrada do meu cu empurro as nádegas para traz e a glande roxa introduz-se em meu ânus. André completa a penetração com uma estocada profunda, fazendo de conta que está se ajeitando. Fundidos, fazemos movimentos quase imperceptíveis: André eleva e abaixa os quadris enquanto contem os gemidos. Ele agarra com a mão a minha cadeira, para manter o ritmo. Com a outra me masturba apertando o meu pau. Abro os olhos me deliciando com a visão do peito duro e da barriga tanquinho de Breno.

   Ele geme baixinho com expressões de prazer no belo rosto. Meu pênis vibra a cada investida minha. Sinto meu pau inchar, sua cabeça dilata dentro do cu de Breno. Com um urro selvagem começo a gozar descontroladamente. Breno geme alto e começa a gozar. Seu pau sem ser tocado cospe golfadas de sêmen leitoso que cai sobre sua barriga definida. Sem mudar de posição somos envolvidos pela sensação de serenidade relaxante e de um profundo abandono.

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