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CONTO ERÓTICO

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FESTA DE MACHOS HETEROS

   Coisa de Macho Meu nome é Pablo, tenho 49 anos, 1,83, 78 Kg, barba e cabelos grisalhos. Enfim, sou um cara normal e comum. O que vou contar aqui é algo que jamais imaginei que um dia poderia viver e isso é que torna minha história incomum. Bom, pra início de conversa eu tenho que dizer que sou casado com uma mulher quase 20 anos mais nova do que eu, linda e a quem eu amo muito e morro de tesão. Não temos filhos já que estou no meu terceiro casamento e tenho dois filhos do meu primeiro casamento.

   Mas vamos aos fatos. Nós temos um grupo de casais amigos, alguns do tempo da faculdade, outros mais novos, enfim, somos 6 casais que se frequentam semanalmente, seja em churrascos de fim de semana, seja nas peladas, seja em boates etc. Às terças feiras é o dia do nosso pôquer e só os homens se encontram. É quando rola o papo sobre futebol, mulheres, sacanagens, essas coisas que se conversa quando os amigos se encontram, regados a muita cerveja e amizade. Pois bem, na última terça sem lei (que é como nós batizamos o nosso dia) estávamos eu, o Paulo (casado, 2 filhos, 43 anos), Carlinhos (casado, 1 filho, 38 anos), Eduardo-o Dudu- (casado, 2 filhas lindas, 50 anos), Mateus (divorciado, mas tem uma namorada linda, 2 filhos, 40 anos) e o Joca ( o único solteiro do grupo, sem filhos, 35 anos) Todos nós somos héteros, normais, de bem com a vida e muito amigos.

   Por volta de 21:00, depois de muitas rodadas de pôquer, e várias latas de cerveja na cabeça o Joca, que era um dos mais brincalhões e sacanas do grupo começou um papo meio esquisito: - gente, eu to meio grilado com uma coisa que me aconteceu esta semana. Todos pararam de olhar para as cartas. -É o seguinte, disse o Joca, eu peguei uns filmes na locadora e tava aqui, sozinho, assistindo um pornô, de pau duro quando teve uma cena em que a garota do filme começa a transar com dois caras ao mesmo tempo e de repente os caras começam a se tocar, se punhetar, se chupar, enfim, a maior putaria. -E daí ?, perguntou Mateus. - Daí que em vez de meu pau amolecer ele quase que explode! Quase que eu gozo só de ver a cena. Bati uma punheta na hora! Que é isso? Eu sou macho, não posso acreditar que isso aconteceu... Ele parecia mesmo muito preocupado.

   Foi quando o Dudu, do alto de sua experiência de ser o mais velho, interveio. – Deixa de frescura Joca! Todo homem sente curiosidade de ver o pau de outro homem. Isso é normal. - Eu sei disso, retrucou Joca. O que eu não gostei foi de ter sentido tesão cara! Todos nós rimos e começamos a zoar com a cara do Joca. Acho que foi mais para aliviar a tensão que desceu sobre todos. Mas aí o Dudu não deixou a peteca cair. – Pois eu também sinto muito tesão quando vejo um cara de pau duro num filme. Eu até já peguei um filme só de homens! Ou alguém aqui vai negar que também não sente tesão? O coro foi geral: Eu não! Sai pra lá, viado! Enfim, virou a maior gozação com os dois.

   Mas aí Dudu deu a cartada final: - Quer saber, aposto como ta todo mundo de pau duro só com o papo. O silêncio foi geral, procurávamos olhar disfarçadamente um para o pau do outro e constatamos que, de fato, estávamos todos de paus duros. A gargalhada foi geral. Carlinhos, então, expressou aquilo que todos tinham vontade e ninguém tinha dito: - Cadê o filme Joca? Coloca ele aí pra gente ver também... Joca se levantou, de pau duro por baixo do short que usava (esqueci de dizer que estávamos na casa dele que era o único solteiro e não tinha uma mulher no pé dele por causa da bagunça que deixávamos), colocou o filme e sentamos todos no sofá ou no chão. Quando começaram as cenas de bissexualismo a eletricidade tomou conta do ambiente. Dudu foi o primeiro a liberar.

   Colocou o pau pra fora e ficou ali, se punhetando. Depois fui eu, que já não agüentando tanto tesão, tirei meu pau da bermuda e tasquei a me punhetar. Logo estávamos os seis na maior bronha! Dudu, como sempre o mais ousado, tirou toda a roupa e ficou ali, sentado no sofá, peladão, com um pauzão de uns dezoito centímetros, rosado, duro, cheios de veias. Mateus seguiu o exemplo e tirou toda a roupa. Ele era mais moreno, peludo, tinha um pau de uns dezesseis centímetros e muito bonito. Eu abaixei minha bermuda até os tornozelos, tirei a camisa e fiquei ali, sentado no chão, assistindo aquilo tudo, meu pau parecia que ia explodir.

   Meu pau mede dezessete centímetros, não muito grosso mas eu o acho muito bonito. Joca era o mais bonito de todos nós, corpo atlético, barba fechada e muito bem aparada, um pau lindo, mais ou menos dezoito centímetros. Ele estava ao meu lado, perna com perna, tinha tirado toda a roupa também. Carlinhos estava no sofá, ao lado de Dudu, tinha abaixado o short até a altura do joelho e se masturbava furiosamente. Era quem tinha o pau menor. Uns dezesseis centímetros. Mas era muito bonito o seu pau. Paulo, o mais alto de todos, 1,90 cm de altura, era o mais dotado também. Seu pau devia medir uns vinte centímetros e era cheio de veias e muito grosso também. A essa altura ninguém mais prestava atenção ao filme. Os olhos estavam todos vidrados nos paus dos outros. Dudu, mais uma vez, incendiou o ambiente.

   Enquanto se punhetava com a mão direita, colocou a esquerda, sem nenhuma cerimônia, no pau de Paulo. Aquilo provocou um gemido coletivo. Era o que todo mundo tinha vontade de fazer e mais uma vez o Dudu se antecipava. Eu senti a perna de Joca mais forte na minha, olhei pra ele e vi que ele estava como hipnotizado pelo meu pau, os olhos vidrados. Peguei a sua mão e trouxe para o meu pau. Quase gozo só com o contato! Ele pegou de leve, ainda hesitando se devia ou não fazer aquilo. Eu apertei a minha mão sobre a sua e ele continuou. Aumentando a pressão e o movimento. Ao mesmo tempo comecei a sentir uma mão nas minhas costas descendo. Era o Mateus me acariciando e descendo a mão até o começo da minha bunda.

    Eu me inclinei para o lado do Joca para liberar mais o movimento de Mateus e ele não titubeou. Desceu a sua mão pela minha bunda até o reguinho, passou, pegou nas minhas bolas e dividiu o meu pau com o Joca. Depois voltou para a minha bunda, passou o dedo na entrada do meu cuzinho e eu senti um arrepio. Nunca tinha sentido nada parecido, mas resolvi deixar para pensar depois e empinei levemente a bunda em direção do Mateus. Foi quando senti o pau duro e quente feito uma brasa encostar na minha bunda. Mas não passamos desse ponto. Afinal, somos todos machos e amigos. Enquanto isso, Dudu punhetava Paulo e era punhetado por Carlinhos. Dudu aproveitou e colocou a sua mão direita, que agora estava livre já que Carlinhos cuidava de seu pau, entre as pernas de Carlinhos e ao mesmo tempo em que esmagava o pau de Carlinhos contra a própria barriga, alcançava-lhe o cuzinho. Começou a forçar o buraquinho até que o dedo entrou. Carlinhos foi à loucura, gozou na hora lambuzando a barriga e o braço de de Dudu.

   Parecia que aquilo foi um pavio. Imediatamente começamos todos a gozar quase que simultaneamente. Foi um festival de porra. As mãos meladas de porra começaram a ser esfregadas nos corpos dos outros, a gandaia era geral. Eu tinha porra no peito, na mão, na bunda, enfim, era uma melecada total. Depois de algum tempo em que nos recuperávamos, alguém lembrou que já eram 23:30 hs e que no dia seguinte era dia de branco. Fomos todos para o banheiro e lá todos tomamos banho, esfregamos uns aos outros, roçamos nossos paus nos amigos, pegamos uns nas bundas do outros.

   Fomos todos embora meio bêbados, ainda sem acreditar no tínhamos feito. Ao chegar em casa, dei a maior trepada que eu me lembro com a minha mulher. Foi coisa de louco. Trepamos o resto da noite e parecia que meu tesão não acabava. Fui trabalhar com olheiras no dia seguinte. Mas uma coisa não me saía da cabeça: como eu ia encarar os meus amigos depois daquilo? Tive vontade de não ir ao churrasco de final de semana no sítio de Dudu. Estava morto de vergonha. Mas não tinha como explicar a minha mulher a razão de não irmos. Ainda inventei uma dor de cabeça mas não teve jeito. Ela me disse que precisava encontrar com a amigas porque todas disseram que a noite do nosso pôquer tinha sido a melhor noite de cada casal nos últimos tempos e elas precisavam dar mais força às nossas terça sem lei.

   Bem, decidi ir mas tinha certeza que não iria encarar nenhum deles. Quando chegamos, já estavam todos lá e a brincadeira era de que na próxima terça elas iriam conosco, já que alguma coisa muito boa tinha acontecido lá e elas estavam curiosas. Fomos nos descontraindo aos poucos, bebendo, brincando, e logo estávamos todos à vontade. Nada lembrava aquela loucura da terça. Éramos novamente um grupo de amigos quase-irmaõs. E todos tinham a certeza que éramos todos machos, adorávamos nossas mulheres e, o que é melhor, o nosso tesão por elas tinha aumentado! Ao nos despedirmos, Dudu – o dono do sítio – nos abraçava e dizia no ouvido de cada um, bem baixinho: na terça eu levo o filme.

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