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CONTO ERÓTICO

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O namorado da minha cunhada

   Era um domingo, início de outubro e o sol estavam chegando com tudo. Depois de uma noite plausível, mas sem transar, acordei sentindo que algo de bom estaria por vir. Levantei e fui tomar café. Foi aí que me avisaram que Helen, a minha cunhada, estava na sala me esperando. Helen veio buscar o celular que tinha esquecido no meu carro e eu nem sabia. Conversamos um pouco e ela me perguntou se eu não queria ir à praia. Na verdade iria ela, minha namorada Kátia, o Carlos, namorado dela e eu.

   Claro que aceitei e já veio na minha cabeça: eu fodendo o namorado de Helen. Nossa, o cara tinha uma boa presença. Alto, loiro, olhos negros e a bunda dele nem se fala. Tanto é que na noite anterior eu já tinha reparado naquele monumento. Marcamos o encontro para terça-feira e com muita agonia, o tempo demorou para passar. Mas, enfim, terça chegou e para nossa sorte com muito calor. Todos iriam comigo no meu carro. Eu teria que pegar o Carlos primeiro na casa dele. Vou falar um negócio: o cara morava muito longe, se não fosse por uma boa causa, eu não iria. Quando cheguei à sua casa, ele estava de calção, camiseta e sandália, mais nada.

   O calção e a camiseta detalhavam ainda mais o seu corpo. Coxas, bunda, peitoral, pele. O calção era justo e destacava ainda mais o que eu tanto queria: a bunda. Assim que ele entrou no carro, me falou que teríamos que passar em algum lugar para ele comprar uma sunga. Pensei rápido e disse a ele que tinha umas três sungas novas em casa, que nunca tinha usado, e que de qualquer jeito eu teria que ir até minha casa pegar o cartão de débito da minha conta, porque eu tinha esquecido. Ele concordou e até ficou feliz, pois não teria que gastar dinheiro.

   E para mim seria uma oportunidade de ver aquela bundinha nua. Quando chegamos a casa e mais especificamente no meu quarto, mostrei as sungas para ele escolher. Agora você não vai acreditar. Carlos escolheu a sunga e tirou toda a roupa para prová-la. Isso era perfeito. Que tesão eu senti, meu pau ficou duro na hora. E quando o vi, comprovei que ele tinha uma bundinha redonda, branquinha, carnuda. Primeiro ele experimentou a sunga branca, daí ele não gostou e pegou outra. Ele não notava que eu estava gostando de vê-lo nu. Quando se olhou nu no espelho só me disse um negócio: sou gostosão, não é cara? Gostoso é pouco, eu disse e aproveitei e dei uma tapinha na bunda dele. Que bunda macia, vou comer esse cara, pensei.

   Então ele disse: gostou da minha bunda, não é? E eu, me fazendo de desentendido, disse: eu te comia! Ele não falou nada. Então, resolvi por também uma sunga, coloquei a branca que ele tinha experimentado. Ele disse então: ficou massa em você. Por algum momento eu me liguei que ele me observava. Então eu desisti de ir de sunga e tirei. Só fiz isso pro cara observar meu corpo. Quando eu tirei a sunga, ele perguntou se eu iria com a branca e eu disse que não. Ele então disse: vou experimentar ela de novo, acho que ficou melhor em mim. Em seguida eu estava no espelho me observando, nu. Ele chegou por trás de mim, nu também, e começou a se esfregar seu pau na minha bunda. Pronto, ele já estava na minha.

   Só faltava eu investir mais. Quando o cara foi vestir a sunga na frente do espelho também, eu me aproximei por trás dele e do mesmo jeito que ele fez comigo, eu fiz com ele. Assim que eu encostei-me ao seu traseiro, ele já estava meio vestido com a sunga. Meu pau deu sinal de vida e logo a sua respiração dele alterou. Então me perguntou: quer que eu abaixe a sunga? Eu disse: se você quiser, estarei aqui! Neste momento ele e eu nos olhamos pelo espelho e vi seu pau crescendo. Foi então que coloquei minha mão por dentro da sua sunga e busquei seu pau que já estava imenso. Alguns minutos nos tocando e fomos para cama. Ele deitou, levantou um pouco aquela bundinha gostosa. Coloquei a camisinha e comecei a enfiar meu pau levemente. Quando enfiei tudo, o cara gemeu. Deitei-me sobre ele com o pau no seu rabo e ele me apertava com as mãos viradas sobre minha bunda fazendo meu corpo e o dele ficarem bem juntos. Metia e beijava a nuca e mordia a orelha dele.

   Depois me desprendi um pouco e fiquei quase de joelhos, puxei o cara e comecei a bombar devagar. O cara gemia e o pior é que tinha gente em casa. Na verdade só a empregada. Agora ele sentou no meu pau e ficamos ali por muito tempo, ele subia e descia. Ele perguntou se já estava perto de eu gozar, eu falei que não, aí ele pediu para me chupar.  Eu disse: vai em frente. E não é que o cara fazia aquilo muito bem, eu não sei se era o tesão que eu estava sentindo naquele momento, mas o cara era muito bom. Ele veio subindo com a língua até o meu peito, me mordia, do jeito que eu gosto. Depois me beijou e perguntou se eu não queria fazer um 69, eu disse que sim. Começamos o 69, ele chupava meu saco e eu o imitava. Depois, ele pediu para eu o foder novamente.

   Então o coloquei de joelhos no chão e encostado na cama e comecei a bombar com muita força. O cara gostava e pedia pra eu enfiar tudo. Voltamos para cama e a foda continuou, sempre muito gostosa. Eu deixei o cu do cara bem arrombado. Meti muito, mas muito mesmo. Deixei o rabo dele tão arreganhado que dava para enfiar quase todos os dedos. Depois da trepada, tomamos banho juntos. Enquanto eu o ensaboava ele perguntou se iria acontecer de novo. Eu disse que poderia acontecer sim. Saímos do banho, trocamos de roupa. Ele pegou a sunga branca e eu outra. Beijamos-nos de novo e fomos embora, rumo à praia.

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