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CONTO ERÓTICO

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Arrombei o rabinho do meu enteado

   Bom, vamos começar do começo: sou um cara de 44 anos, moreno de olhos verdes, olheiras profundo e narigudo, definitivamente, não sou um cara bonito, mas sei que tenho meu charme e meu sorriso sacana, além disso, sempre fiz academia, então tenho o corpo bacana. Apesar de ter comido alguns amiguinhos quando criança/adolescente, não tenho interesse em homens, sou hétero mesmo, meu negócio é buceta. No entanto, venho relatar algo acontecido há algum tempo e que me marcou.

   Pouco tempo depois de ter me divorciado, conheci Manuela, uma linda mulher loira com 36 anos que também havia se separado do marido e estava morando sozinha com o filho. Ela era uma mulher muito bem resolvida com seu bom emprego e, então, resolvemos ir morar, mesmo a contragosto de Gustavo, seu filho. Apesar do pirralho de 17 anos não gostar da ideia de eu morar com eles acabou aceitando, mas não tínhamos muita conversa, afinal, ele era gay. Convivíamos numa espécie de lei da boa vizinhança, não falamos mais que o necessário. 

   Em um dia quente de verão, acabei todas minhas tarefas na fábrica e acabei saindo mais cedo. Como ainda era cedo, não peguei transito, mas o calor estava insuportável e, durante toda viagem, vinha pensando em chegar a casa e tomar um banho gelado. Estacionei o carro no subsolo do prédio e tomei o rumo de casa. Ao abrir a porta do apartamento, ouvi uns gemidos estranhos e pensei não acredito que aquele veadinho trouxe gente pra cá. Fui até a porta do quarto de Gustavo, que estava entreaberta, e dei uma espiada pra dentro. Aquele garoto loirinho e mirrado trajava uma camiseta branca e uma cueca arriada na altura das coxas, enquanto assistia um filme pornô gay, masturbava aquele pauzinho pequeno e, o que mais me surpreendeu, lambia um consolo bem generoso. Acredito que se preparava para meter aquele troço no rabinho.

   Com toda aquela surpresa, fiquei paralisado na porta, só olhando que ele faria. De repente, estranhamente, meu pau começou a ficar duro e marcar na calça jeans que eu usava. Comecei a alisar meu pau ainda sob a calça e, cada vez mais, minha excitação crescia, minha calça parecia que ia estourar com meu cacete (nada pequeno) inchado por ver aquele garotinho de traços delicados engolindo aquele cacete de borracha com maestria. 

   Nem sei dizer o que me deu, mas fui tomado pelo desejo. Empurrei de vez a porta, assustando Gustavo. Caminhei até a TV e a desliguei. Andei em direção à cama, enquanto Gustavo me observava em silêncio com cara de assustado, quando perto da cama, abri minha calça, sem dizer absolutamente nada, sentei ao lado de Gustavo, tirei o consolo de sua mão, segurei-o pelo pescoço e puxei sua cabeça em direção a minha jeba melada. Ele não fez cerimônia, abriu a aquela boquinha vermelha e engoliu a cabeça da minha vara, me fazendo ver estrelas.

   Descansei minha mão sobre suas costas, Gustavo intercalava chupadas profundas com tentativas frustradas de engolir minha rola na verdade, não engolia nem a metade e também ficava por alguns segundos. lambendo só minha glande, recolhendo todo líquido que escorria pelo meu pau. Eu apenas dava suspiros e respiradas fortes. Levantei da cama e pedi para que ele ficasse de quatro sobre ela. Com uma mão, segurei a cabeça dele pela nuca, com a outra segurei meu pau e direcionei àquela boquinha vermelha que chupava um pau bem melhor que a mãe dele. Assim, fiquei fodendo a boca dele bem de leve, tomando cuidado pra não fazer o putinho se engasgar.

   Gustavo ficava de quatro arrebitando a bundinha, então, comecei a deslizar minhas mãos por suas costas até chegar nela e começar a apertar e alisar. Meu enteado dava gemidinhos sem tirar a boca do meu pau. Usei uma das mãos para afastar as nádegas e passei a alisar aquele buraquinho rosadinho que logo me proporcionaria muito prazer, os gemidos do veadinho iam ficando cada vez mais alto. Percebi que não era dor e sim, prazer, pois o safado, mesmo com minha vara atolada na sua boca, estava com uma cara de felicidade, ele estava curtindo aquilo. Dei uma cuspida na mão e passei naquele anelzinho e comecei a meter um dedo, o garoto parecia que ia ter algo, passou a gemer muito alto, mesmo com meu pau na boca. 

   Ficamos nessa dele me chupando e eu fodendo aquele cuzinho com o dedo durante algum tempo, até que Gustavo, parou de me chupar e deitou na cama, erguendo as pernas, deixando seu cuzinho rosa a mostra, suscetível ao meu desejo de fodê-lo até enche-lo de meu sêmen. Apoiei suas pernas sobre meus ombros, dei mais uma cuspida na mão e lubrifiquei seu cuzinho, com a mão, empurrei meu pau em direção ao seu rabinho. Dei uma primeira investida, Gustavo deu um suspiro, mas mesmo assim, meu pau não entrou naquele buraquinho coroado de pelos loirinhos. Contudo, quando eu dei uma relaxada, ele também relaxou e como mágica, seu cuzinho relaxou e engoliu a cabeçorra de meu pau. Soltei um gemido alto com a sensação do meu pau entrando naquele lugar apertadinho e quente, Gustavo deu um sorriso sacana que me foi o sinal para continuar.

   Forcei mais um pouco, meu pau entrou pouco mais. Apesar de Gustavo ser experiente na arte de dar o rabo, ele tinha um cuzinho apertado para receber uma rola do tamanho da minha. Segui dando socadinhas enquanto Gustavo gemia e se contorcia com meu pau fodendo seu cuzinho, sempre mantendo aquele sorriso sacana que me dava vontade de socar até o talo naquele pirralho. Mesmo assim, por mais força que eu fizesse meu pau não ultrapassava as barreiras impostas pelo esfíncter de Gustavo e só metade de meu pau entrava nele. 

   Ele me pediu pra parar, imaginei que estivesse doendo. Mas pelo contrario, meu enteado virou-se e ficou de quatro para que eu seguisse fodendo-o. Usei as duas mãos para abrir sua bunda e pude ver que apesar de não ter metido todo pau, já havia causado algum estrago naquele anel: Gustavo estava com o cu bem mais aberto que aquele que meti o dedo. Ainda com suas nádegas afastadas, dei uma cuspida bem no cuzinho dele e, novamente, direcionei meu pau na direção do meu objeto de prazer. Dessa vez, a cabeça entrou fácil, mas, de novo, só entrou metade. Exigi, por meio da força, que aquele cuzinho se abrisse e recebesse toda minha rola dentro. Ele debruçou a parte da frente do corpo e com as mãos, afastou suas nádegas como que para tentar abrir mais aquele cu.

   Segurei-o pelos ombros e forcei mais. Tanta força que coloquei naquela socada que senti como se o esfíncter de Gustavo tivesse rompido, ele soltou um gemido alto e meu pau começou a deslizar mais para dentro, para além da metade. Fui metendo devagar, enquanto ele gemia alto e tentava escapar, contudo, eu o segurava firme e impunha respeito aquele esfíncter teimoso diante meu membro rígido e sedento por mais daquele rabinho quente.

   Pouco a pouco, meu pau foi abrindo caminho naquele cuzinho, arregaçando todo, rompendo toda e qualquer prega que se opusesse. Gustavo seguia tentando fugir daquilo que havia roubado aquele sorriso debochado de seu rosto travava uma inútil luta dele tentando escapar e eu segura-lo. Cansado, ele deitou de bruços do colchão e eu soltei meu corpo pesado sobre aquele mirrado, ele se contentou em apenas gemer e lacrimejar, enquanto eu o penetrava mais fundo, até que senti meu quadril encostar-se à sua bunda. 

   Aproximei-me de seu ouvido e disse viu calma veadinho, agora já esta com toda vara dentro do teu rabinho todo aberto. Fiquei um tempo quieto, curtindo o calor naquele rabinho que apertava meu pau, até que comecei a sentir o cuzinho de Gustavo começar a piscar na minha rola. Foi o sinal verde para eu seguir fodendo ele, comecei devagar, curtindo cada centímetro que entrava e saía dele. Com o passar do tempo e das estocadas, Gustavo começava a arrebitar a bundinha, já não doía mais e ele gemia gostoso. Gradativamente, fui aumentando a força e a velocidade das estocadas na bunda de Gustavo que gemia alto e cravava seus dedos no colchão. 

   Fiquei fodendo ele forte e profundamente até que comecei a sentir que ia gozar e comecei a dizer coisas como queria pau veadinho? Então toma! Tá gostoso tá? Estou te deixando todo aberto! Só não viciar na minha vara. Gustavo gemia cada vez mais alto e isso me deixava louco, até que não aguentei mais e dei uma estocada forte e funda, estourando num gozo sem antecedentes, gozei litros na bunda do meu enteado, a porra saia em jatos fortes e o sêmen ficava depositado no reto de Gustavo. Cansado, cai em cima daquele loirinho, fiquei assim por um tempo, até me recuperar. Dei um beijinho na bochecha dele, levantei, tirei meu pau da sua bunda e vi que estava sujo de fezes, porra e sangue. Olhei seu cuzinho todo aberto, escorrendo minha porra até o saco, dei um beijinho na sua bunda. Peguei minhas roupas e fui tomar banho no meu banheiro, sem falar mais nada para Gustavo que seguia deitado na cama. 

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