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CONTO ERÓTICO

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Eu com 14 e ele com 17

   Hoje tenho 18 anos, quando tinha 14, já sentia uma atração louca pelos meus amigos, adorava aquelas brincadeiras de todo mundo tocar punheta junto trancado no quarto, mas ao invés de ver as revistas de mulher pelada, eu olhava aquele monte de pau na minha frente, e adorava sentir aquele cheiro de rola.

   Por ser um pouco mais esperto e adiantado que os meninos da minha idade, eu andava com o pessoal de 16 e 17 anos, ou seja, já eram safadinhos e com picas bem gostosas, mas um em especial, o Diogo, tinha a maior e mais linda de todas, eu não conseguia entender como um menino magrelo de 17 anos tinha algo tão grande, como eu disse e ele magro, moreninho, boca carnuda, corpo de jogador de futebol adolescente, e SEMPRE estava de short e sem camisa.

   Vamos ao que importa. Um dia quando estávamos atoa em casa vendo TV, e já pensando em ver uns filmes de sacanagem, ele começou a fazer umas brincadeiras muito legais comigo, sempre que eu levantava para pegar suco ou ir ao banheiro e voltava, quando eu ia me sentar ele colocava o dedo em baixo da minha bunda, e ele ia certinho no meio, e eu safadinho como sempre, ao perceber isso, levantava toda a hora pra pegar algo. Neste dia eu e ele estávamos só de bermuda, e eu, sem cueca também.

   Alguns minutos mais tarde, quando eu ia me sentar, ele me puxava para o colo dele e me dava uma sarada bem forte, em todas às vezes eu senti aquele negocio mole na minha bundinha branca, estava adorando, mas não imaginava que ia passar disso, lá pela quinta vez, percebi um volume (grande) no short dele, ai comentei: tá sem cueca cara? Estou sim, não pode não? Respondeu ele.

   Aproveitando o clima, levantei novamente só para pegar o controle que estava na mesinha na minha frente, e empinei um pouco a bunda, quando fui me sentar novamente, ele me puxou, me deu uma sarada mais forte e demorada, mas dessa vez eu não sai do colo dele, o segurei nas pernas e me prendi, nisso ele já deu uma gemida e começou a me sarar pra cima e pra baixo, senti uma mistura de medo e um tesão louco, o cacete dele que só estava com um volume, no momento começou a crescer na minha bundinha, de repente, ele estava que nem pedra. Então ele disse: Ah por favor cara, chupa esse meu caralho, sempre quis te comer, você acha que nunca percebi você olhando o pau do pessoal? Nunca vou esquecer-me do dia que você ficou de quatro pra pegar a revista que tinha caído, sua bundinha chegou a abrir e vi seu cuzinho, o pessoal todo ficou olhando, mas eu quis além disso, me chupa todo. Eu disse:
ah então você percebeu quando fiquei de quatro, foi para você ver mesmo.

   Então desci devagar, com a bunda deslizando no pau dele, me virei e abaixei o short dele, o pau chegou pular de dentro, fiquei impressionado, perdi as contas de quantas vezes tinha colocado o dedo no cu tentando imaginar o “Diogo júnior” dentro de mim, mas agora era a hora de relaxar e cair de boca. Após ficar quase um minuto só passando a mão e tocando uma punhetinha pra ele, cai direto de boca e tentei engolir o máximo possível, eu tocava punheta pra ele e chupava ao mesmo tempo, empinei muito a bunda, meu cu já estava pulsando, ele gemia e dizia que queria muito me comer, ouvindo isso eu levantei, virei de costas e baixei meu shortinho, mas fiz questão de empinar muito a bundinha e olhar para ele com cara de putinha, ele ficou doido, deu um tapa na minha bunda e me puxou pra perto dele, começou então a passar o dedo no meu cu, ao conseguir enfiar o dedo facilmente ele disse: mas que cu arrombado Guilherme, não sabia que você era tão putinha assim.

   Então eu disse: Você é o primeiro, mas eu já enfiei até cabo de inchada ai imaginando que era você. Ele se empolgou quando percebeu que ia ser mais fácil ainda me comer, então deitou no sofá e me pediu pra subir em cima dele, por coincidência, era a posição que eu sempre sonha em dar pra ele, ele cuspiu na mão e passou no pau, lambuzou tudo e pediu pra eu sentar no pau, sentei, e vagarosamente fui descendo, eu parecia drogado, não conseguia acreditar que estava ali, quando cheguei até o fim, senti aquele calor das penas dele na minha bunda, e aquela rola INTEIRA dentro de mim, ele não falou nada e eu comecei os movimentos, aquele barulho e a sensação do meu cu molhadinho de cuspi me deixava louco, fui aumentando o ritmo e o barulho que foi tomando conta foi o da minha bunda batendo nele, eu não cansava e gemia como uma menina, eu empinava cada vez mais a bunda e tentava ver a rola dele entrando em mim, então pedi para eu ficar de perna aberta olhando para ele, de modo que eu pudesse ver ele me arrombando, ao tirar o pau ele fez questão de manter meu buraco aberto por alguns segundo e cuspir dentro.

   Então ele me virou e colocou novamente o pau, bem devagar pra eu observar, tirou e colocou umas 3 vezes, e começou a bombar forte novamente, eu gemia muito e não parava de olhar para aquela rola entrando em mim, por ultimo, fiquei de 4 para ele ficar mais confortável para gozar, então ele finalmente gozou, não consigo explicar a sensação de sentir aquela porra escorrendo pelas minhas penas, eu estava realizado e arrombado, quando ele tirou, ficamos uns 10 minutos abraçados, o pau dele até ficou duro de novo, mas eu não aguentei dar mais naquele dia, era apenas a primeira vez, de muitas. Tenho mais 3 contos pra postar aqui, caso gostem do meu jeito de escrever eu postarei mais, tem mais um muito bom com o Diogo e mais outros dois com caras diferentes.

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