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CONTO ERÓTICO

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A Virada do milnio

   A virada do milênio Depois do término da faculdade voltei a morar em Sampa com meus pais, Lucas e Artur também (leiam os contos Mudança na faculdade 1, 2 e 3; e Na praia com os irmãos). Como não morávamos mais juntos nossa relação foi esfriando. Lucas acabou se casando em 2000, sendo eu um dos padrinhos do casamento. Artur mudou-se para Cuiabá para cuidar de negócios da família por lá. Assim, acabei ficando solteiro de novo, e o pior, morando com meus pais, começando a trabalhar, ganhando pouco e tendo que disfarçar minha homossexualidade.

   Acabei arranjando uma namoradinha, minha vizinha, para disfarçar em casa, mas, sempre me lembrava daqueles tempos da faculdade, ficava morrendo de vontade de ter relações sexuais com um homem novamente. Era final de 2000 e só se falava na Virada do milênio, resolvi que iria dar uma virada também. Em outubro daquele ano decidi que iria passar o Réveillon no Rio de Janeiro, e sozinho. Fui logo tratando de tudo sem ninguém ficar sabendo, sou mestre em esconder as coisas quando quero. Pouco antes do Natal fui a uma loja e comprei um presente para minha namoradinha. Liguei para ela marquei um encontro dizendo que precisávamos conversar.

   Levei-a para jantar, entreguei o presente, e disse que estava muito confuso com as mudanças da minha vida e que queria terminar tudo. Ela tentou argumentar, fez um puta drama e resolvemos dar um tempo. Eu sabia que não tinha volta, então resolvi aceitar o tempo e enrolar a decisão. Passou o natal, eu com minha família e todo o restante que se tem direito nessas datas. No dia seguinte, dia 26, anunciei a todos da família que não passaria o Réveillon com eles. Meus pais tentaram argumentar que era uma data muito importante e que queriam toda a família reunida. Eu disse que justamente por ser uma data tão importante queria passar de maneira diferente, já que minha vida já tinha se transformado tanto nos últimos tempos.

   Eles acharam que estava falando da vida profissional, também era disso, mas tinha mais coisas que vocês já sabem. Depois de muita conversa, aceitaram e pude ir curtir meu Réveillon longe de tudo e de todos. No dia 30 de dezembro, no final do dia, peguei a última ponte aérea para o Rio. Cheguei ao aeroporto Santos Dumont, peguei um táxi e fui direto para o hotel em Ipanema. Estava decidido que seria um final de ano Gay, com letra maiúscula, queria me soltar me libertar. Naquela noite apenas comi alguma coisa num restaurante da Farme, só de olho no movimento, era muito homem gostoso, tive a certeza de que estava no lugar certo. Iria me divertir pra caralho, nos dois sentidos.

   No dia seguinte, logo cedo, acordei tomei café e rumei pra praia ali em frente à Farme. Estranhei, estava vazia, aos poucos descobri o porquê, era muito cedo e o pessoal só começava a chegar perto do meio dia. Afinal a noite anterior é que acabava pela manhã. Peguei uma barraca (guarda-sol) e uma cadeira, sentei, pedi um mate e fiquei olhando a paisagem. Deus realmente estava inspirado quando criou àquela parte do mundo, tudo é lindo e parece estar no exato lugar que deveria, nem mais pra lá, nem mais pra cá, os Dois irmãos de um lado, a Pedra Arpoador do outro, as Ilhas Cagarras ali no meio do mar, até a placa do Hotel Marina compõe um cenário perfeito. Meio dia, sol a pino, e praia lotada. Não tinha mais espaço na areia, o mar bravo jogava pra fora quem tentasse entrar.

   Em frente ao mar, no começo da areia um paredão de corpos malhados, com sungas de todas as cores e recheios. Era o paraíso na terra, ou a perdição encarnada em um só lugar. Ao meu lado estava um grupo de gaúchos, dentre eles um loirinho muito gostoso, 1,75m de altura, corpinho definido, mas magro, todo durinho, cabelos encaracolados, olhos verdes, um anjinho. Passei a encará-lo e logo estávamos conversando animadamente, ele já estava debaixo da minha barraca, estava rolando um clima bem legal, trocamos até alguns beijinhos ali mesmo. Por volta das quatro e meia da tarde resolvemos ir comer alguma coisa ali nos barzinhos da Farme. Entramos em um que estava bastante cheio, somente de homens.

   Conseguimos uma mesa por milagre, pedimos um lanche, comemos e ficamos o tempo todo falando de nossas vidas. Num certo momento olho para o balcão e vejo um cara me olhando. Na hora nem acreditei, era meu vizinho de muro em Sampa. Pedro era seu nome. Naquele momento lembrei-me da primeira vez que o vi. Tínhamos acabado de nos mudar para a casa onde morava com meus pais. Estava chegando de Ribeirão, quando paro o carro de fronte ao portão tive uma visão: um moreno 1,85m. Cabelos ondulados, nariz grande e muito sexy, de bermuda, sem camisa, barriga sequinha e peito definido com poucos pelos. Aquilo mexeu comigo.

   Ao descer do carro trocamos um segundo de olhar e foi o suficiente para eu tremer. Não podia fazer nada era meu vizinho e minha mãe já estava no portão me esperando. Apenas cumprimentei-o com a cabeça e entrei. Aquela presença sempre povoou meus pensamentos, mas era difícil de nos encontrarmos, ele já não morava com os pais, tinha 30 anos, e só ia lá naquela casa visitá-los. Também não podia me expor, era muito arriscado. Só que agora, ali estava ele, na minha frente, em um bar gay me encarando. Fui acordado de meus pensamentos pelo lourinho da praia, que estava falando e eu nem ouvia. Ele disse Ei onde você está?, só aí me liguei que tinha viajado. Eu disse Desculpa! Viajei!. Ele disse Não tem problema. Vou até o banheiro e já volto, eu disse Tudo bem!, ele se levantou e foi para o fundo do bar. Mal ele saiu e Pedro veio até a mesa, tremi. Ele me

   olha e diz Você não é o filho da Marta e do João? Só respondi que sim com a cabeça. Ele continuou Eu sou o Pedro, filho da Lucila e do Carlos. Acho que nunca fomos apresentados formalmente. Eu disse É verdade! Eu sou o Rodrigo. Ele disse Posso me sentar aqui com você? Estou de pé não tem onde sentar. Nem lembrava mais que o lourinho estava sentado comigo e respondi Claro! Sem problema! Mesmo que tivesse outros lugares, somos vizinhos. Nessa, acho que me entreguei totalmente, se bem que, nem precisaria falar nada, estava descaradamente escrito no meu rosto, estava hipnotizado, não conseguia desviar meu olhar do dele.

   Pedro sentou-se a minha frente e começamos a conversar, contar de nossas vidas e descobrimos que estávamos ambos sozinhos ali no Rio. De repente no meio da conversa ele solta a frase bomba Então você curte? Fiz-me de desentendido Curte o que? Ele você entendeu! Curte um lance entre dois homens. Ruborizei na hora, mas não tinha como negar, a situação ao redor já entregava tudo. Falei Curto sim! Faz pouco tempo que descobri! Mas ninguém lá em casa sabe de nada. Ele disse Fica tranquilo, lá em casa também não! Você disse que faz pouco tempo. Como assim?. Contei toda minha história para ele, e ele disse que deve ter sido bastante divertido, disse que foi realmente. Ele me contou sua história que também era muito boa, um pouco mais precoce que a minha, mas, muito boa.

   Quando nos demos conta já havia anoitecido. Aí me lembrei do loirinho, mas este já tinha se arranjado com um moreno bombado, e estava no maior amasso no fundo do bar. Ele me pergunta Onde você está hospedado?, eu respondo No Vermont, ele Que coincidência eu também. Tem companhia para ir a Copa hoje?, disse que não e ele O que você acha de irmos juntos?, respondi boa idea ! Assim poderemos conversar mais e nos conhecermos melhor!. Fomos para o hotel, cada um para seu quarto, tomamos banho, descansamos um pouco. Por volta das dez da noite toca o telefone do meu quarto, era Pedro: Então! Vamos?. Respondi que sim e em poucos minutos nos encontramos no hall do hotel e fomos caminhando até Copacabana.Chegamos a Copacabana que estava lotada, gente de todo tipo e comportamentos. Uns rezavam, outros jogavam flores para Yemanjá, e tantos outros se divertiam comendo, bebendo e beijando. Ficamos

   conversando bastante embalados por aquele clima de descontração e festa. De repente começa a contagem regressiva 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4,3, 2, 1 e uma explosão de cores no céu. Realmente algo maravilhoso e que deve ser visto ao menos uma vez na vida. Os fogos ainda explodiam no céu, quando paramos e olhamos um nos olhos do outro. Neste momento não ouvi mais nada, só vi sua boca se aproximando da minha e trocamos um beijo cheio de paixão e tesão. Não parávamos mais de nos beijar. As mãos percorriam nossos corpos, suávamos, gemíamos e nos entregávamos um ao outro.

   Fizemos um brinde com um espumante que tínhamos a mão. Nos beijamos novamente e resolvemos que deveríamos voltar para o hotel o mais rápido possível para nos e entregarmos por completo um ao outro. Por incrível que pareça o jeito mais rápido de se chegar ao hotel era a pé. Fomos caminhando, contornamos a pedra do Arpoador, pegamos a Vieira Solto, entramos na Farme, e então na rua do hotel que não me lembro de nome. Tudo isso de mãos dadas e trocando beijos apaixonados. Chegamos ao hotel e dissemos ao mesmo tempo a celebre frase: No meu apartamento ou no seu. Ele disse No meu que é em andar mais baixo e é mais rápido. Subimos para seu quarto, mal fechamos a porta e fomos nos atracando e tirando nossas roupas, chegamos a beira da cama somente com as cuecas e totalmente duros. Meu pau parecia uma pedra de tão duro o dele não estava diferente.

   Quando chegamos à cama ele segura minha cabeça fixa seu olhar no meu e diz estava esperando por isso desde aquele dia no portão. Só respondi eu também! Nem podia acreditar que ele também se lembrava daquele dia, foi tudo tão rápido. Paramos de falar e partimos para a ação. Deitei-me por cima dele e começamos a nos beijar e rolar pela cama. A cada minuto um estava por cima do outro. Não sei me dar conta de como, mas quando vi estávamos sem as cuecas e duelando nossos paus duros um contra o outro. Não perdi mais tempo, fiquei por cima dele, fui descendo com minha boca pelo queixo, pescoço, alcancei seus mamilos e me detive ali por alguns instantes, revezando entre um e outro. Eram pequenos e pontudinhos, durinhos de tesão. Seu peito na minha boca me levava ao delírio. E minha boca em seus mamilos tiravam suspiros de sua boca. Continuei descendo e agora alcançava seu umbigo, passei minha língua por todo ele.

   Continuei e cheguei a sua virilha. Seu cheiro era muito bom, um cheiro de homem limpo, mas cheiro de homem. Lambi toda a extensão de sua virilha e desci até suas bolas abocanhando uma a uma aquelas duas uvas grandes. Retirei-as da boca e fui em direção de seu pau. Lambi toda a extensão de seus 18 cm, ligeiramente grosso, do tamanho ideal. Abocanhei aquela cabeça vermelhinha e chupei. Chupei como nunca havia chupado em minha vida, a espera daquele momento me fez acreditar que aquele era o melhor pau do mundo. Fiquei ali chupando e ele gemendo e falando coisas desconexas por uns 10 minutos. Fui impedido de continuar com minhas carícias naquela rola com Pedro me pedindo Para! Não quero gozar agora! Quero te dar prazer também. Mal sabia ele que já estava me dando prazer. Parei e Pedro pediu que me deitasse na cama. Deitei e ele começou a fazer o mesmo caminho que fiz nele, me fazendo sentir as mesmas sensações.

   Ele era mais calmo que meus homens anteriores, fazia com mais carinho, era menos sexo e mais prazer para os dois. Abocanhou meu pau e começou a me chupar de forma maravilhosa. Jamais vou esquecer. Foi descendo sua língua pelo meu saco, levantou minhas pernas e começou a lamber meu cú. Ele lambia de forma lenta, querendo prolongar aquela sensação maravilhosa. Não tinha pressa. Passou a enfiar sua língua em mim sem ao menos forçar. Era tão bom aquilo tudo que meu cú ia se abrindo automaticamente para receber sua língua. Ele deu uma parada e disse Quero te comer!, eu respondi Faça o que quiser sou todo seu. Pedro se levantou da cama foi até o guarda roupas e voltou com um tubo de lubrificante e camisinhas. Encapou seu pau, lambuzou e passou um pouco no meu rabinho, e eu ali paradinho deitado de costas só esperando. Ergueu minhas pernas apoiou em seus ombros, mirou e foi enfiando a cabecinha.

   Não senti dor nenhuma, ele ia devagar e eu estava muito tesudo. Quando entrou tudo, senti seus pentelhos me roçarem a bunda. Pedro parou e perguntou Dói? Respondi não, esta gostoso. Pedro começa a se mexer de forma lenta, e vai aumentando seu ritmo aos poucos, bombeava com força, mas ao mesmo tempo suave. Trouxe sua cabeça próxima de mim e começamos a nos beijar. Eu sentia aquele pau no cú e aquela boca na minha. Uma corrente elétrica subia e descia nas minhas costas. Era uma sensação de prazer e carinho tão grande que com certeza nunca tinha sentido. Pedro continuou metendo sem pressa. Meu cú não sentia mais nada, a não ser aquela deliciosa sensação de estar sendo muito bem comido. Sem dor só prazer. Pedro começou a acelerar os movimentos e dizer que iria gozar a qualquer momento. Começou a estocar mais forte e eu também parecia que ia explodir num gozo a qualquer momento.

   Quando menos espero começo a gozar sem me tocar. Nunca tinha acontecido. Meu cú começa a piscar e esmagar o pau de Pedro. Eu gemo e ele urra, tira seu pau do meu cú, arranca a camisinha e me banha com sua porra quente e farta. Cai sobre meu corpo, começamos a nos beijar e adormecemos colados com nosso gozo. Acordamos umas duas horas depois e fomos tomar um banho para tirar toda aquela meleca. No banho começamos a nos tocar novamente, quando vi Pedro já estava pagando um lindo boquete no meu pau de 17,5 cm, conseguia engolir inteiro até tocar seu nariz no meu púbis. Puxei-lhe para cima e nos beijamos, desci e caí de boca no seu pau.

   Fui chupando e Pedro começou a se virar oferecendo aquela bunda linda com marca de sungão para mim. Caí de boca, beijando suas bandas, abri seu rego e me deparei com seu cuzinho moreno a implorar minha língua. Não perdi tempo e passei a lambê-lo da mesma forma que ele havia feito comigo momentos antes. Pedro olha pra traz e diz Vamos para a cama, quero você dentro de mim. Fomos agarrados até a cama, comigo enconchando aquela bunda, e ele virando a cabeça para trás pra nos beijarmos. Na cama Pedro se colocou de quatro com a bunda empinada para mim. Encapei o bicho, lubrifiquei e fiquei de joelhos atrás daquela bunda. Passei o dedo no seu rego e achei seu buraquinho, melei com lubrificante, coloquei uma das pernas paralelas a seu corpo e fui enfiando bem devagar. Pedro só pedia que fosse com calma e atendi seus pedidos. Quando estava tudo dentro parei.

   Ele então passou a mexer sua bunda num rebolado lento. Passei a por e tirar até quase a cabecinha sair e meter novamente. Tudo com calma somente dar prazer a ele como ele tinha dado a mim. Fui bombeando por um tempo até Pedro pedir me deixa cavalgar você. Saí de dentro dele e me deitei de costas, ele acocorou-se sobre meu pau e foi descendo até engolir tudo. Começou a subir e descer no começo lentamente, se punhetando enquanto engolia meu pau, foi aumentando a velocidade até atingir um ritmo alucinante. Nem acreditava naquele galope. De repente Pedro começa a esguichar sua porra sobre minha barriga, peito até atingir meu queixo. Seu cuzinho pisca em torno do meu pau e começo a gozar dentro dele enchendo a camisinha de porra.

   Pedro sai do meu pau, deita-se sobre mim e trocamos carícias. Levantamo-nos tomamos um novo banho com muito carinho e fomos dormir o sol já se levantava e fomos nos deitar. Acordamos por volta do meio dia. Liguei para meus pais para desejar-lhes um Feliz Ano Novo. Contei-lhes que havia encontrado Pedro no Rio, tínhamos passado a noite juntos e que tinha sido muito divertido. Eles nem imaginariam o quanto. Fomos a praia, encontramos o loirinho com seus amigos, até ficamos na mesma turma. Voltamos para o hotel, dispensei meu quarto e fui para o de Pedro. Passamos o resto dos dias ali como um casal em Lua de Mel. Voltamos juntos para São Paulo e começamos a namorar. E nossas famílias até incentivavam nossa amizade. Saíamos para todo o canto juntos, principalmente para a cama. E assim termina mais esta história da minha vida, só troquei os nomes. Beijos a todos

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