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CONTO ERÓTICO

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Os amigos do meu filho

   Os amigos dos meus filhos sempre me respeitaram muito. Conheço eles desde crianças, agora são jovens maduros, todos têm namoradas e eventualmente acompanho todos quando vão aos puteiros da cidade, e quando chegam tarde das baladas eu permito que durmam em minha casa para não correrem risco de sofrerem assalto.

   Todos me chamam de pai e jamais desconfiaria que um deles tivesse tendência bissexual, mas um dia aconteceu: Eu havia chegado cedo do trabalho, por volta das 13:00h, meus filhos chegariam da faculdade por volta das 18:00h, assim como a minha mulher. Logo que entrei em casa a campainha tocou e fui ver quem era. Era o Marlon, um dos amigos do meu filho que havia chegado da faculdade, pois não haveria mais aula para ele naquele dia.

   Mandei que entrasse e esperasse os meus filhos, na sala, assistindo televisão, enquanto eu tomaria um banho. E assim fiz, enquanto eu estava no banho, ouvi o rapaz me chamar: Posso usar o banheiro, quero dar uma mijada? Então eu respondi: Claro que pode, a porta está só encostada, eu estou no box tomando banho e vou demorar um pouco.

   Então aconteceu o inusitado: Quando eu menos esperava, o rapaz já estava todo despido entrando no box e disse: Vou tomar banho junto com o senhor! Confesso que naquele momento fiquei sem ação, mas permiti.
A água estava morninha e der repente senti uma mão apalpando meu pênis e eu deixei para ver até onde ia aquela situação.

   Ele se ajoelhou no chão do box e começou a chupar meu pau, como se fosse devorá-lo. Pedi então que ele se levantasse e comecei a ensaboá-lo delicadamente por todo o corpo e ele fez igual. Acabamos o banho, nos enxugamos e fomos para o meu quarto, onde a cama é de casal.

   Comecei a fazer sexo oral nele, e ele levantava as pernas feito um louco, querendo que eu lambesse o seu cuzinho, e assim o fiz. Ficamos em posição de 69 e ele também começou a lamber meu pênis e o me cú deliciosamente. Ficamos naquela brincadeira por muitos minutos, até que ele virou-se e pediu que eu o penetrasse vagarosamente com prazer.

   Peguei então um creme facial da minha mulher e esfreguei no meu pênis para que ele deslizasse no cuzinho do rapaz com toda suavidade.
Enquanto eu penetrava mais profundo, mais ele se excitava, e continuei até gozar. Gozei bastante, mas não saciei a minha vontade completamente.

   Percebi que o rapaz ficou entristecido e chamei-o novamente para que nós nos lavássemos, para continuar a brincadeira. Percebi que sua tristeza era por não ter conseguido gozar. Havia mais de 20 anos que eu não permitia que ninguém me penetrasse, mas diante daquela cena eu amoleci.

   Pedi que ele usasse o mesmo creme que eu usei, e então ele me penetrou da mesma forma como eu havia feito com ele. Percebei que ele também gozara bastante, mas também não estava completamente satisfeito. Propus então que continuássemos a brincadeira somente com sexo oral, e cada um de nós gozou pelo menos mais umas duas vezes.

   Pensei que aquela havia sido apenas uma loucura momentânea nossa, e que aquilo nunca mais se repetiria, mas eu me enganei: Ele continua freqüentando a minha casa, visitando meus filhos, como se nada tivesse acontecido conosco, mas pelo menos uma vez por semana nós nos encontramos para continuar a loucura.

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