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CONTO ERÓTICO

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No prdio em construo

   Ao lado de casa estão construindo um prédio residencial. É um vai e vem de operários o dia todo. Esta manhã, ao sair de casa, me chamou a atenção um deles, um mulato gordinho com belos dentes, cabeça raspada e uma bunda descomunal.

   Por trás dos óculos escuros, fiquei imaginando aquele cu aberto na minha cara e minha língua entrando e saindo. Fui trabalhar e, após o jantar, resolvi caminhar pela vizinhança. Ao passar em frente ao tal prédio, vi luzes acesas na obra e imaginei que deveria ser algum cara velho ou vigia que passava a noite por lá.

   Fiquei curioso e continuei a caminhar quando meu celular tocou. Era um amigo meu, puto como eu e que já fodeu meu namorado e eu. Propositalmente, encostei-me no tapume na frente do prédio e comecei a conversar com meu amigo. Quando percebi que alguém caminhava em minha direção, por trás dos tapumes, resolvi começar a falar para meu amigo que estava cheio de vontade de chupar um caralho, levar uma esporrada na boca, foder e ser fodido no cu, mas por um macho de verdade, destes que fodem buceta. Ele só ria do outro lado.

   Imediatamente, uma porta de madeira se abriu e não acreditei em quem aparecia: o peão bundudo! Sorrindo, sem camisa, com cara de banho e só com um short fino, mesmo na escuridão eu via um corpo definido e uma mala enorme balançando solta por baixo daquele short sem cueca.

  Avisei meu amigo puto que tinha que desligar e comecei a me desculpar com o cara se o tinha acordado. Parado e encostado, ele disse que não, que estava ouvindo rádio e que era um saco dormir naquela obra. Perguntei se ele não levava alguma garota para brincar e ele disse não ser da cidade e não conhecer ninguém.

   O tiro de misericórdia foi quando ele colocou a mão dentro do short e assim ficou conversando comigo e mexendo na caceta. Meu pau parecia que ia estourar. Perguntei se ele tinha ouvido o que eu falava no celular, pois não gosto de perder tempo com rodeios.

   Ele respondeu que não só tinha ouvido, mas que tinha resolvido sair para resolver meu problema. Perguntei se poderia entrar e ele disse que sim. Fomos para o fundo da obra, numa espécie de quartinho e, mal chegando lá, peguei no pau do macho, pois queria cair de boca.

   Nova surpresa: ele segurou minha mão e começou a me beijar. Beijava muito e muito bem. Sentia o corpo quente de macho me apertando e um pau que crescia imensamente roçando no meu. Só aquilo já seria suficiente para eu esporrar, mas ele ficou totalmente nu e começou a me despir.

  A luz fraca e a música brega que tocava no rádio eram nosso cenário. Eu me esqueci do mundo lá fora! Deitamos no que ele usava como cama, mas já em posição de 69 e comecei a me acabar naqueles bagos pesados, na caceta e socando a língua naquele cu que cheirava sabonete barato. Ele fazia o mesmo comigo.

   Segurava para não esporrar, lambendo e cheirando no meio das pernas daquele macho. Quando não tínhamos mais fôlego, ele me perguntou quem iria tomar no cu primeiro. Arrisquei dizendo que seria ele e o macho me perguntou em que posição eu queria lhe foder. Pedi frango-assado e fui atendido de imediato. Não conseguia acreditar.

   Lubrifiquei o cu do macho com muito cuspe, coloquei a camisinha e comecei a socar de leve. Ele me puxou com força para que eu fodesse com forte e de uma só vez. Inacreditável ver aquele macho rebolando, arreganhado, punhetando e curtindo levar no rabo. Em pouco tempo, senti a porra. Ele percebeu e pediu para gozar em cima dele.

   Atendi o safado e, mal havia me recomposto, ele fez o mesmo: deu várias cuspidas na mão e meteu no olho do meu cu. Eu sentia o cuspi escorrer pelas minhas pernas, misturado ao suor.

   Sem me perguntar, me fez ficar de quatro, me mandou relaxar e atochou sem dó a caceta, que devia ter no mínimo uns 23 cm. Eu ia gritar de dor, mas ele fechou minha boca com a mão. Senti uma lágrima descer, mas a dor se tornou tesão e eu tinha vontade de gritar, mas de prazer, pois estava sendo currado e estuprado por um macho de verdade.

   Fui colocado em todas as posições, pois o macho me avisou demorar a esporrar. Eu queria mais era que ele demorasse e, na hora da tão esperada porra, me deitei e pedi para ele me banhar de leite. Fui atendido e, feito isso, ele se deitou em cima de mim e ficou me beijando.  Sentia o corpo pesado, esporrado e suado e, para completar a sacanagem, pedi para que ele mijasse sem sair de cima de mim quando sentisse vontade. Mal acabei de falar e sentia o mijo quente no meio das minhas pernas.

   Fiz o mesmo e consegui até abrir meu cu para ele mijar dentro. Tomei banho em um chuveiro improvisado e fui para casa dormir. Daqui da janela do quarto, vejo-o trabalhando no prédio. Parece feliz e disse que eu poderia voltar sempre que quisesse. Vou voltar sim, hoje mesmo, mas desta vez vou levar meu namorado para fodermos a três.

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