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CONTO ERÓTICO

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O rapaz do guincho me comeu

   Era sábado de uma semana exaustiva no trabalho e na faculdade, e como sempre, liguei para meu namorado para combinarmos sobre nossa noite todo sábado à noite durmo com ele, uma vez que é o único dia livre para ambos, como lugar para ir, onde jantar, etc. Só que naquele sábado São Pedro nos presenteou com uma enxurrada digna de um filme sobre dilúvio, com direito à diversos pontos de alagamento, desmoronamentos, falta de luz, e tudo o mais. Mas eu, nos meus 21 anos repletos de teimosia, achava que aquilo não seria obstáculo para meu principal objetivo: sair com meu amor, dormir com ele e dar meu rabinho a noite toda até o Sol raiar.

   Assim, tomei aquele banho, me perfumei, pus uma roupa bem legal, me despedi de minha mãe e saí. (apesar de seus insistentes apelos me alertando sobre a chuva). Só para quebrar um pouco o clima, hoje tenho 22 anos, 1,80m, 70kg, olhos verdes, cabelos loiros escuros curtos, pele branca, pelos no peito, braço e perna, bunda lisa e bem formada, corpo legal, gostosinho, cara de moleque e nem um pouco afetado. Bem, continuando, peguei meu carro e saí com destino à casa do meu amor.

   Como moro na Granja Vianna Raposo Tavare e ele no Ipiranga Zona Sul, tinha aí uns 45 minutos de estrada pela frente. Mas no meio do caminho aconteceu o imprevisível: um bueiro sem tampa, acobertado pela água de uma enxurrada, fez com que eu caísse dentro de um buraco formado pela chuva, danificando irremediavelmente o câmbio do meu carro. Pensei: Puta que pariu, agora fodeu!.

   O que me restava: ligar para o guincho do seguro e pedir ajudam. E foi o que fiz. Gentilmente a atendente me solicitou algumas informações sobre o local do acidente, sobre o veículo e me passou o endereço de uma oficina que recepcionava veículos nos Sábados, Domingos e feriados, e me disse que o guincho demoraria cerca de 45 minutos.

   Avisei meu namorado que provavelmente nossa noite tinha melado, e expliquei o problema. Ele quis ir até lá para me buscar, mas eu já não tinha mais entusiasmo para sair naquela noite. Para piorar as coisas, a bateria do celular, que já dava sinais de problema anteriormente, agora parava de vez, me deixando sem comunicação.

   Mas não demorou muito tempo e percebi que o guincho estava vindo. A chuva já estava reduzida à uma leve garoa quando o guincho parou em frente ao meu carro. Saí do carro e fui em direção ao guincheiro, que desceu do caminhão era Maravilhoso! Devia ter seus 28 anos, uma pele morena deliciosa, olhos claros não me lembro se eram verdes ou castanhos claros, cabelos negros curtos, um delicioso cavanhaque, um corpo forte e másculo, coxas grossas e um volume no meio das pernas que me deixou mole.

   Me lembro que ele perguntou o que havia acontecido e descrevi, pela 10ª vez naquele dia fatídico, minha desgraça. Ele se agachou e olhou o carro por baixo. Pude ver a parte de cima do seu rego peludo que tesão. Falou que o câmbio estava estourado e que seria necessário guinchar o carro. Sendo assim, começou a erguer a plataforma e colocou o carro em cima.

   Depois abriu a porta da cabine do caminhão para mim veja só que cavalheiro! Sentou no seu lugar e tocou rumo à oficina de plantão já passavam das 23hs. Perguntei se podia fumar, ele disse que sim e me pediu um cigarro. No caminho que não era curto, fomos conversando sobre vários assuntos até que ele me perguntou para onde eu estava indo e respondi na maior cara de pau: Eu ia sair com meu namorado. Dormir com ele! Mas pelo jeito vou ficar na mão mesmo!.

   Ele soltou um sorriso maroto, mas maravilhoso, dizendo que eu estava brincando. Eu falei, num tom sério, que não estava brincando. Perguntei: você tem algum preconceito? Ele disse: não, de forma alguma! Só não acho que você tenha cara ou jeito de veado. Eu respondi: Pois é, pra você ver só. Depois ficou aquele minuto de silêncio onde a gente fica sem saber o que dizer ou o que fazer, foi então que ele soltou: é, pois eu briguei com minha mina hoje e resolvi cobrir o plantão de um camarada.

   Não era para eu estar aqui. E eu respondi: Pois é, as coisas não acontecem por acaso. Nesta hora percebi que seu sorriso já ia de uma orelha à outra, o volume nos seus shorts já demonstravam um sinal de vida e ele me pediu mais um cigarro. Foi aí que ele concluiu: o que você acha da gente parar um pouquinho para conversar. Eu respondi: Por mim tudo bem, já imaginando o que ia rolar.

   Como estávamos nas proximidades do CEASA, ele parou o caminhão numa rua mal iluminada, pegou na minha mão e colocou sobre seu pau, que latejante mente saltava pela braguilha de seus shorts, enquanto me cheirava heme lambia a nuca e a orelha, ia me dizendo coisas obscenas, como Quero foder teu cuzinho ou Cai de boca na minha vara, etc.

   Eu solicitamente atendia a seus pedidos, sugando vorazmente aquela tora, que de tão grossa mal cabia na minha boca. Pra piorar ou pra melhorar, depende ele forçava minha cabeça com suas mãos grandes e brutas, enquanto enterrava aquele mastro na minha garganta, com movimentos de vai-e-vem com o corpo, enquanto enfiava um dedo ou dois no meu cuzinho.

   Confesso que nunca havia chupado um pau tão grande, devia ter uns 22 cm na real, mas era muito grosso. Depois de um dois minutos de chupeta, ele acabou gozando na minha boca mesmo, não quis nem saber. Ainda dizia: bebe toda minha porra, meu molequinho, bebe que eu vou te dar mais. E não deixava que eu tirasse a boca de seu pau de maneira nenhuma.

   Foi então que ele me levantou seu pau continuava duro, mesmo depois de ter gozado um balde na minha boca! Mandou eu ficar de quatro em cima do banco, abriu meu cuzinho com a mão e começou à lambê-lo. Confesso que nunca ninguém havia feito àquilo comigo, nem mesmo meu namorado.

   Depois pegou sua vara e foi enfiando. Já ia dizendo para ele ir de vagar, que era muito grande, e ele enfia bem lentamente, com a maestria de um profissional. Ele dizia: eu estava louco para foder um cú e até hoje nunca ninguém quis me dar. Pensei: Puxa, aonde este cara estava procurando?! E ele ia enfiando, devagarzinho, até que a cabeça de seu pau entrou de uma vez e ele, num movimento brusco, enfiou de vez a vara no meu cú.

   Dei aquele tranco, a dor foi muito forte, mas depois ele carinhosamente me pediu desculpas e tornou a colocar, desta vez mais devagar. Olhava para os vidros da cabine e estavam todos embaçados, e ele segurava minha cabeça pelos cabelos, virava minha cara, dava tapinhas de leve na minha bunda e rosto, e continuava a me foder, suando em bicas.

   Eu ia me masturbando, segurando a todo o custo a porra que teimava em sair do meu pau. Num dado momento ele me pôs de frango assado e novamente mandou ferro, até que eu gozei em meu peito e ele, só pra sacanear, tirou seu pau e gozou em cima da minha barriga. Depois abriu um pouco a janela, acendeu um cigarro, e fumou calmamente enquanto eu me limpava e me recompunha.

   Em seguida, fomos até a oficina, deixamos meu carro e depois eu tinha o direito à um taxi, pago pelo próprio seguro, mas preferi voltar com o cara do guincho, que no meio do caminho me obrigou novamente à saciar sua tara.... E eu fui, né, tinha outro jeito!

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