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CONTO ERÓTICO

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Um sonho de primo (parte 2)

   Assim nós tínhamos a tarde inteira livre para nós dois. Ele sempre foi de sair, mas agora em todas as tardes, antes de almoçar, nós tomávamos banho e transávamos. Dentro do banheiro era onde sempre começava os carinhos, ele adorava minhas mordiscadas e eu carregava hematomas e marcas de chupões por todo o meu corpo. Nossas brincadeiras variavam com os dias, às vezes éramos selvagens e outras apenas dois amantes. 

 

   Nossos beijos eram longos de tirar o fôlego, mas ao entrar no quarto e deitar na cama, logo eu dava um jeito dele me penetrar, pois todas as vezes eu delirava de excitação e precisava que ele apagasse o meu fogo. Com o tempo fui me acostumando com aquele pênis rosa, reto, grande, grosso e ainda por cima era circuncidado, muito lindo. Aquilo parecia ter vida própria, quando estava dentro de mim pulsava tão forte que eu sentia prazer apenas com o seu pulsar. 

 

   Já fazia dois meses que estávamos juntos, e assim ele não fazia cerimônia para penetrar e romper o silêncio com os meus gemidos de prazer. Ele sabia como fazer um maravilhoso sexo, cada dia era diferente e variava de posições ou não. E em seus braços eu me sentia seguro, fechava os olhos para aumentar a sensação daquele momento em que ficávamos bem colados escutando a respiração um do outro, olhando profundamente nos olhos, após os beijos e mordidas os lábios se apertavam pelo ápice do prazer. 

 

   E pelo fato da casa estar vazia, não precisava segurar meus gritos, quando ele aumentava a sua força por sobre o meu corpo, como se quisesse transpor meus limites físicos e adentrar dentro de mim e rasgar a minha pele como um papel macio. Em momentos intensos sentia os seus olhos pegarem fogo e ao aumentar o ritmo da penetração o meu coração podia parar que aquelas batidas em meu corpo já eram o suficiente para o pulsar do meu sangue. Realmente eu havia me tornado dele e estava completamente apaixonado por ele. 

 

   Em algumas noites, quando não nos encontrávamos de tarde, o jantar ou apenas o lanche da noite era o que decidia se iríamos para dormir juntos. E como os nossos dois quartos eram no andar de cima da casa e um pouco afastados dos outros, nunca tivemos problemas em trocar de quarto. Porém inúmeras vezes alguém batia na porta de um perguntando onde estava o outro, sendo que em maioria das vezes sempre escondíamos em baixo da cama, ou então, se era no quarto de Alberto, eu ia para o banheiro em algumas situações. 

 

   Mas nossos encontros noturnos eram melhores ainda. Eu tinha uma TV grande em meu quarto e antes mesmo do nosso romance iniciar, já ocorreu de assistirmos alguns filmes, e tudo acabou continuando da mesma forma. A minha prima, Larissa, assistia algumas vezes conosco, e isso ajudou muitas vezes nas desculpa de não vermos os filmes na sala de TV com os meus tios. 

   Durante o filme, jogo ou qualquer coisa que fizéssemos a noite, nos contínhamos quanto as nossas demonstrações de afeto. Mas sempre ficávamos acordados por último, e antes de iniciar a troca de carícias trancávamos ambos os quartos, uma tática que sempre deu certo. Não sei porque, mas a noite ficamos mais sensíveis, e o sexo com Alberto a noite estava mais para amor, do que apenas uma transa. 

 

   Desta vez os gritos deveriam ser suprimidos a gemidos sussurrantes e fracos, e assim ele tomava cuidado em não me machucar para que eu não gritasse. As rodadas noturnas eram muito mais longas, por ter que diminuir o barulho. Porém nossos corpos se apertavam um contra o outro mais forte ainda, nossas bocas não desgrudavam dos ouvidos do outro, para que, nenhuma palavra dita fosse perdida.

 

   Contudo isso, potencializava o orgasmo no final ao ponto de ver as estrelas dançando no aveludo céu, e assim, terminar com um longo beijo de boa noite e adormecer abraçados. As férias de Julho se aproximavam, e planejávamos uma viagem para um parque temático, apenas nós dois, junto a uma excursão, um álibi perfeito. Se ainda gostarem, posso contar essa extraordinária experiência.

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