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CONTO ERÓTICO

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O melhor 12 de outubro de um casal (gay)


 14 de outubro de 2000,   um fim de semana na praia de Barra de São João no litoral do Rio de Janeiro (região dos lagos distrito de Cabo Frio ). Tudo ia muito bem quando combinamos eu e minha namorada para irmos com nossos pais para a casa de praia que acabamos de construir naquele lugar, foi quando combinamos me lembrei de um pequeno detalhe: eu sou um rapaz muito aberto ( no bom sentido) meu negócio é mulher mas também gosto muito de homens, sou apaixonado pôr corpos esculturais e com sungas, o que me fez bater um gelo na hora em se lembrar que estava indo para transar com minha namorada e iria ver todos aqueles rapazes logo iria me causar um constrangimento. Em fim, ao chegar no local logo no primeiro dia de banho de mar estava namorando minha querida quando observava outro casal se beijando, só que não reparava no traseiro dela e nem em seus seios, mais no volume da sunga do rapaz branquindo alto peito liso e uma cara de virgem que faz qualquer cara como eu ficar “molhado”, sem perceber comecei a bolinar em meu pau que crescia na mesma proporção daquela pica dura na sunga marrom, a coisa ia esquentando quando minha namorada percebeu o meu volume e tive que explicar que era pôr causa do beijo que ela havia dado em mim ! tudo mentira queria mesmo era pegar naquele pênis lindo e grande do rapaz. No segundo dia estava sozinho caminhando pela praia quando observei um rapaz moreno conversando com outro rapaz loiro; me aproximei e perguntei a hora, eles riram e o moreno disse:
- ta na hora de eu ir embora!
Logo percebi que eles queriam pegar alguém para fazer algo, mas fiquei na minha, quando inicio o loiro um papo de que casa eu estava qual rua se à noite estaria eu em Rio das Ostras, etc… ficamos conversando longo tempo quando minha namorada chego com seus pais e apresentei o Marcelo para eles com intuito de que estudávamos juntos. Já estava anoitecendo quando me ofereci para ir a padaria comprar pão e adivinhem quem estava lá também com uma sunga roxa apertadíssima ? Ele mesmo o Marcelo com um embrulho de pão na mão, ele ficou 5 minutos na fila olhando fixo para mim que estava de camiseta e short e se aproximou quando ia pagar e me convidou para dar um pulo na casa dele, eu disso que teria que ser rápido porque estava levando pão para 6 pessoas, ele me disse que eu não iria me arrepender. A casa era cheia de conchas do mar e pequena só para ele passar seus fins de semana, era bem ventilada pela janela que havia de frente para o mar, sentei-me na cama quando perguntei o que ele queria a resposta foi imediata ele abaixou um pedaço da sunga no lado e mostrou como estava queimada e aquela parte fica branquinha, e era só para me provocar e conseguiu, minhas mãos suaram e tremia quando resolvi revidar aquela provocação sabem como ? eu disse:
- isso não é nada! Olha como meu bumbum fica branco!
Desci meu short e mostrei meu traseiro recém lavado para ele como se ele fosse um farmacêutico que iria me aplicar uma injeção; e Marcelo tocou no meu rego e apertava ofegando e gemendo, ele se abaixou e abriu as bandas de meu traseiro e lambeu ! 
Eu pirei como um garoto de 18 anos, quando se levantou nos beijamos profundamente e sentimos o calor das queimaduras de praia um do outro os membros se tocavam a cada abraço e via como o dele estava melado e fui o primeiro a provar do liquido maravilhoso e aquela cabeça vermelha e protuberante, devia ter pelo menos 15 cm de pênis eu dava-lhe chupadas de leve e intercalava com masturbadas firmes a sensação em seu copo o fazia gemer mais e ficar mais quente e vermelho o rosto, foi quando de repente sem ele avisar, ele gozou na minha boca e na minha face com jatos velozes e brancos encorpados ele disse que não se agüentou e eu queria sair daquela humilhação ali de quatro com o rosto cheio da porra de outro homem o que a minha namorada iria pensar ? foi quando de consolo e desculpar ele começou a beijar o meu pau e a chupar com fervor e velocidade, num rápido lance de corpo ele passo a minha frente na cama molhada de suor e sêmen e abriu bem as pernas e disse:
- me fode com força, entra com tudo aqui no meu cú!
Eu não resisti aquelas palavras e o penetrei devagarinho, percebi a sua dor e era realmente um anus muito apertado e quente, tiver que cuspir valias vezes seguida para não me machucar mais enfim era a minha vez de fazer com ele o que ele me fez !
Gozei litros de sêmen em seu rosto que escorria da língua dele para o peito e esfreguei tudo em seus mamilos. Quando tudo terminou me lembrei do pão e sai correndo me enxugando e vestindo-me, quando cheguei em casa minha namora perguntou porque a demora e porque o saco do pão estava cheio de gosma respingada; eu gelei na hora e disse tudo para ela, ela começou a chorar e eu perguntava depois de argumentar com ela que eu era assim porque gostava do corpo dos outros homens ela me disse que sabia mas não havia falado nada porque era lésbica ! isso é caso para um outro conto. Valeu !

 

 

 

 

                                

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