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CONTO ERÓTICO

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Dominado


Gostaria de me apresentar, sou casado, 35 anos, 1,65m, 60 Kg, moreno-claro. Apesar de ser casado e ter um filho, gosto de dar minhas escapadinhas e transar com outros homens. O que passo a narrar ocorreu no ano de 1997 e até hoje me deixa saudades. Na cidade onde moro existe um lugar de pegação na praça central. Certa vez, quando minha esposa estava fora (ainda não tínhamos filho), nesse local, conheci um cara que literalmente me usou, o Júnior. Ele devia ter aproximadamente 1,75m, era magro e pode-se dizer charmoso. Seu dote era normal, mas me ensinou coisas que jamais imaginei.
Após nos conhecermos na mencionada praça, rumamos para meu apartamento. Ao fechar a porta o Júnior começou a me abraçar por trás, senti seu volume se esfregando na minha bunda e aquilo me deixou super excitado. Ele então tirou minha roupa e a dele. A seguir sentou-se no sofá e me mandou chupá-lo. Dei um banho de língua nele, chupei seus mamilos, sua barriga, seu pau, seu saco e até seu cuzinho. Fiquei chupando seu pau por mais de meia hora (ele tinha um excelente controle).De vez em quando ele levantava meu rosto, me mandava abrir a boca e cuspia dentro dela, me mandando engolir seu cuspe. Júnior também me dava fortes tapas no rosto enquanto o chupava, me chamando de putinha, de viado sem vergonha e outras besteiras.
Quando se deu por satisfeito, ele veio me fez ficar de quatro no tapete e começou a me chupar o pescoço e foi descendo por minhas costas até chegar na minha bunda. Sua língua trabalhou no meu cuzinho por um bom tempo me fazendo gemer de prazer. Ele então começou a enfiar seus dedos no meu buraco, primeiro um, depois dois e até por três. Ficou tirando e pondo, e virando seus dedos lá dentro por um bom tempo. Eu estava até babando de tão gostoso que estava. Eu lhe disse que tinha um plug anal, o qual ele pediu, para, nas suas palavras, brincar. Júnior, após umedecê-lo com saliva, encostou a ponta do plug na entrada do meu cuzinho já molhado com sua saliva e começou a enfiar sem dó. Reclamei de dor, mas ele me mandou ficar quieto, dizendo: “Cala boca e não reclama, não queria dar o cu? Tem que agüentar calado, sua putinha”. Não tive outro remédio senão agüentar até ele enfiar tudo. Quem já viu um plug anal sabe como é difícil passar a parte mais larga. Ele então começou a tirar e por bem lentamente e a girá-lo dentro de mim. Ele gostava de tirar tudo e enfiar bem lentamente só para eu gemer de dor. Logo foi ficando gostoso e ele enfiava e tirava tudo com uma certa rapidez. Ele me mandava rebolar para sentir bem o plug.
Depois de um bom tempo assim, Júnior sem tirar o plug de dentro me mandou encapar seu pau com uma camisinha. Ele tirou o plug de dentro de mim e enfiou seu cacete de uma só vez e começou a bombar. Me comeu por mais de meia hora. Estava muito gostoso. Eu não sentia dor, pois o plug, que era bem mais grosso que o seu pau, havia me deixado bem aberto, e eu só sentia prazer.
Quando sentiu que estava para gozar, Júnior tirou a camisinha, me mandando deitar no chão de barriga para cima, com a boca aberta. Ele se ajoelhou com uma perna de cada lado do meu pescoço e se masturbou freneticamente. Ao gozar, seus jatos de porra foram todos direto para minha boca, que tive que beber sem deixar escapar nenhuma gota. Só então Júnior me deixou bater uma punheta e gozar sob seus olhares.
Foi uma experiência inusitada, nunca tinha sido usado dessa maneira. Cheguei a sair mais três vezes com o Júnior, fiquei viciado no seu jeito. Infelizmente ele se mudou para o Rio de Janeiro, onde foi cuidar dos negócios de sua família. Não encontrei mais um cara que soubesse me dominar e usar como o Júnior. Espero que o Júnior leia esse conto

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