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CONTO ERÓTICO

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Descobrindo A Sexualidade.

O que vou contar neste relato é sobre a descoberta da minha sexualidade. Acho que foi uma coisa bem erótica, e que de certo modo ainda me assombra. Eu tinha dezesseis anos, já sabia sobre sexo e tudo mais. Já tinha visto revistas de mulher pelada, revistas de foda, e me excitava muito com isto. Gostava de me masturbar. Foi num aniversario do meu irmão, uma festa com a sua classe na chácara, que é onde os meus parentes às vezes se reúnem para festa ou finais de semana. O dia foi bom: futebol, vôlei, churrasco, meninas gostosas, biquínis, banho no lago, guerra de lama, eu adorei. Acabei escutando numa das conversas entre os colegas da classe, comentários sobre uma ida deles a um cinema assistir a um filme pornográfico, foi quando viram o Gil, disseram, ali na cadeira do cinema mesmo, com o seu pau enorme na mão, batendo punheta durante o filme todo. A turma morria de rir, e o Gil nem aí. O Gil é branco, alto, corpo bem feito, metido a gostosão, e que tinha na verdade mais amizade comigo do que com o resto do grupo. Éramos sempre unânimes em nossa opinião sobre as gostosinhas da escola. Bem, naquele dia, ao final da tarde, o pessoal se dividiu pra usar os chuveiros dos dois banheiros do casarão. Homens num e mulheres no outro. E combinamos para que usássemos o chuveiro de dois em dois. E enquanto os pares iam tomando banho, eu e o Gil ficamos apreciando as meninas que saiam do outro banheiro, todas cheirosas, gostosinhas. Ficamos falando delas e no sonho de ter um bundinha daquelas para a gente. O Gil ficava o tempo todo ajeitando o pau por dentro do seu short. Quando chegou a nossa hora, éramos os últimos no chuveiro, e a rapaziada toda já tinha ido para o terraço. Entramos no banheiro ainda falando de sacanagem, e Gil já foi tirando seu short, deixando a mostra seu pênis, que não pude deixar de notar, balançando com um saco cheio de pentelhos. Tinha a cabeça toda exposta, diferente do meu, que se recolhe num prepúcio. Já tinham me falado do dote do Gil, mas eu assim mesmo fiquei impressionado. Era maior que os paus duros que eu já tinha visto em revista de sacanagem. Nunca imaginei que um cara de 18 anos pudesse ter um cacete tão grande. Até acabei enrolando um pouco para tirar o meu short, afinal de contas aquela rola era maior que o meu pênis. Tudo bem, eu era mais novo, mas imaginei que ficaria muito feliz se eu tivesse um cacete daqueles. O pior de tudo é que nessa enrolada que eu dei pra tirar o short, meu pau foi ficando duro. Gil, já debaixo do chuveiro, ensaboava o seu pau, que tinha ficado mais duro, grosso pra caralho. Fiquei então mais tranqüilo e tirei o short com o meu pinto já tinindo de duro. Entrei no chuveiro. - Vamos bater uma punheta – disse o Gil bem baixinho olhando pro meu pênis duro, passando bastante condicionador de cabelo nas mãos e lambuzando seu cacete, agora já totalmente ereto. Ele começou a alisar seu pau devagar. Fiz o mesmo no meu, e descobri uma sensação deliciosa, inédita. Gil, de olhos fechados, ia suspirando – ahh, que tesão. Você viu quantas meninas gostosas estão aqui hoje, disse olhando discretamente e visivelmente admirando para meu pau. Eu também me masturbava, mas não conseguia tirar os olhos daquela cabeça brilhante e reluzente que surgia entre sua mão, a cada movimento que fazia. Sim, eu ainda estava impressionado com aquilo tudo. Não sei, mas achei muito erótico, não só bater, mas assistir uma outra se masturbando primeira vez. Em uns dois ou três minutos, Gil acelerou a punheta a mão. - Vou gozar - disse, e virou-se para o lado, para não gozar em mim. Eu queria vê-lo gozando, então fiquei assistindo com atenção: enquanto ele tremia todo o seu corpo, vi pela primeira seu pênis começar a soltar jatos de porra da cabeça de seu pinto enorme. Saía um jato de porra atrás do outro, que se perdiam com a água que caía do chuveiro. Depois que ele se acalmou, ordenhou mais um pouco de porra do seu pau que começava a brochar. Eu, ao assistir tudo aquilo, me senti com mais tesão ainda. Gil percebeu que eu tinha parado com a punheta. - Não vai gozar? – perguntou olhando pro meu pau. Meio sem saber se eu voltava a bater ou se fugia dali, dei um sorriso amarelo e falei que não estava querendo gozar agora. Ta bom, disse ele já pegando a toalha pra se enxugar. - Você se masturba todos os dias? – perguntei curioso. - Pelo menos uma vez, e às vezes três… quatro! – Aquela história do cinema é verdade? - Que eu bati umas punhetas? Foi! - Mas e gozar? Onde você esporrou? - No chão do cinema mesmo. Saímos do banheiro e o Gil jamais fez qualquer comentário ou gozação sobre nossa punheta. Passou-se quase um ano. Continuamos grandes amigos. Sempre falando das meninas, sexo, etc. Um dia na escola, ele me disse que precisava me contar uma coisa. Ao mesmo tempo eu soube por umas fofocas que o Gil e um outro cara do segundo colegial estavam comendo a Cristina, uma funcionária da escola. A Cristina era uma ruiva, de uns vinte e poucos anos, cabelos curtos e olhos bem verdes (ou azuis?). Tinha umas pernas bonitas, era um sonho de mulher pra mim. Uma bunda deliciosa, super arrebitada. Peitos grandes pareciam bem pontudos. Sua cara era de safada, de puta. Era a fantasia de toda a rapaziada da escola. Mas era casada, diziam que era com um negrão. Fiquei imaginando se não seria somente fofoca: O Gil comendo aquela gostosa? Perguntei pra ele e ele disse que sim, mas pra ficar quieto, que depois ele contava. Fiquei de olho nela. Reparei então que um dia, em horário de aula, passei pela salinha da Cristina e ao espiar dentro, reparei que o Gil estava dando uma tremenda encoxada nela, e ela praticamente deixando, somente falando pra ele parar com aquilo. Sortudo filho da puta, pensei. Uns certos dias, pouco tempo depois, foram bater uma bola na minha chácara e ele começou a me contar os detalhes: Ele e o Paulo, um colega de classe andava atrás da Cristina, dizendo que tinham tesão por ela, e tudo mais. E ela nunca os cortou totalmente. Sempre fazia um charminho. Eles deixavam o pau bem duro por dentro da calça e entravam na sua sala, ou depósito e mostravam pra ela o volume pulsando por baixo do jeans. Ela ria, gostava de ver, e depois de uns dias, começou a passar a mão no pau deles por cima da calça. Eles às vezes encoxavam ela quando dava, e pegavam nos seus peitos, e ela deixava, sem problema, parecia curtir. Alguns dias depois eles falaram pra ela que viriam no final do período da tarde, quando ela estaria limpando e fechando as classes. Ela disse que não acreditava, provocando-os. Lá estavam eles no começo da noite. Chamaram-na para a sua salinha, fecharam a porta e puseram cada um o cacetão duro pra fora. Ela olhou para os dois e pediu pra eles abrirem a porta, pra ela poder sair dali. Mas pediu com um sorriso, cúmplice de toda aquela sacanagem. Eles insistiram que só abririam se ela pegasse no pau deles. Ela passou a mão no pau de cada um deles, disse o Gil. Que ela bateu uma punheta de levinho, por alguns segundos. Eles pediram mais, mas ela disse que ali não. Que ali era perigoso. Eles então arranjaram de se encontrarem, por sua própria sugestão, na casa dela, que morava numa vila a umas duas quadras da escola. E foi lá que, no dia seguinte e em outros dias por algumas semanas, eles a comeram. Na própria casa, na hora do almoço, enquanto o marido, dizem um mulato de quase uns dois metros, trabalhava o dia todo. Eles a cada semana juntavam uma grana pra que ela comprasse o presente que quisesse, e faziam a festa numas rapidinhas. Aquilo me deixou pirado. Porra, então eu também queria comer a Cristina! O pessoal do futebol fez um churrasco e foram embora no início da noite. Meu irmão foi embora, pois iria namorar na cidade. Eu e o Gil acabamos resolvendo ficar na chácara para aproveitar cedo o domingo seguinte. O Gil resolveu ficar, pois no dia seguinte a Paula, minha prima gostosíssima estaria lá na piscina. Éramos ambos taradões por ela. À noite saímos eu e o Gil para a boate de um clube da região. Eu conhecia umas meninas lá, e acabamos tomando umas cervejas com elas. Consegui dar uns beijos em uma delas, mas o Gil nada, ficou na mão. Voltamos pra chácara por volta das duas da manhã e fomos deitar. Estávamos no mesmo quarto. Ficamos falando de mulher, de sexo, e o Gil contou detalhes da Cristina. Disse que no primeiro dia a Cristina recebeu os dois em casa e bateu punheta pros dois, revesando-se nos beijos. Que deixou que eles levantassem a sua blusa e chupassem seus peitões. E que pra gozar, levou eles pra pia da cozinha. Bateu pra eles até esporrarem na pia. Não quis chupar, nem nada. Na vez seguinte, uns dias depois, ela chegou a ficar de calcinha com cada um deles, rolando no sofá. Eles ficavam com o pau entre as suas pernas. Depois de muita insistência, ela concordou em chupá-los, mas quis que lavassem o pau antes. Aquilo foi mais um tesão para eles, terem o pau ensaboado pela Cristina. Chupou bastante, mas o tempo todo dizendo pra que não gozassem na sua boca. Mais uma esporrada na pia da cozinha. Tinha que ser tudo corrido, apressado, com medo do maridão aparecer de repente. Eles se revezavam, um rolando com a Cristina e outro esperando, sempre acariciando o pau duro. Um tesão danado. Na terceira vez, os dois levaram uma caixinha com três camisinhas, pois queriam meter de verdade. Mas pra convencê-la a tirar a calcinha foi um custo. Muitos beijos, carinhos, promessas, e no final estavam os dois se revezando: ela sentada no sofá com as pernas abertas, um chupando a sua buceta e o outro em pé no sofá, com a pica pra ela mamar. O Paulo foi primeiro que quis meter, mas ao vestir uma camisinha, ela estourou. A Cristina então o ajudou com a outra camisinha. Meteu rápido. Ela gemeu bastante enquanto o pau entrava. Gil disse que o pau do Paulo era grande igual ao dele. Em poucas metidas o cara gozou. Na vez do Gil, ela ajudou-o com a camisinha. Disse que só naquela ginástica dela colocar a camisinha no seu cacete quase fez ele gozar. Ele meteu gostoso na sua bucetona e começou a bombar. De repente disse que ficou com uma sensação maravilhosa no pau e disse que iria gozar, mas ela acordou do tesão, percebeu que era a camisinha que tinha estourado.Tirou-o de dentro e realmente, lá estava a camisinha, arregaçada até a base, com o pinto todo exposto. Ele não agüentou e gozou nos seus peitos e barriga. Escorreu bastante porra no sofá, e a Cristina ficou puta da vida, desesperada que o marido fosse descobrir. O Gil me contava estas histórias com os maiores detalhes. Estávamos obviamente excitados e completamente nus batendo uma bela punheta na cama. Gil apagou a luz do quarto e acendeu a luz de cabeceira onde pude notar seu caralho duro, maior ainda do que quando eu o tinha visto um ano antes. Rimos muito e mostrei que eu também estava batendo uma e ele olhava pro meu. Aquele tesão foi cada vez mais tomando conta de ambos. Gil então sugeriu: Que tal se batêssemos uma punheta um pro outro. Vamos? Disse ele. Achei maravilhosa aquela idéia, pois além de star com tesão pela história contada pelo Gil, teria a oportunidade de poder tocar outro pênis, não podia negar a vontade de poder tocar e segurar aquele pênis desde que tomamos banho e se masturbamos juntos pela primeira vez e ainda mais sendo aquela tora que ele tinha no meio das pernas - Vem aqui, pra minha cama - disse ele. Levantei-me da minha, acendi de novo a luz do quarto e sentei ao seu lado deixando que ele me tocasse. Assim que ele segurou meu membro, senti um tesão indescritível, que nunca tinha sentido antes e suas mãos eram quentes, macias e carinhosas. Alisava todo meu membro, apertava, fazia movimentos pra cima e para baixo e com a outra alisava e massageava minhas bolas, arrancando-me suspiros e gemidos de prazer. Ele me fez deitar na cama e disse: É assim que se faz, sente só! Sua mão quente segurando minha rola dura arrepiou todo o meu corpo. Eu me assustei com a ousadia. Jamais pensei que aquilo fosse acontecer, mas a sensação foi maravilhosa, indescritível. Eu senti o tesão pelo corpo todo, enquanto meu pau era punhetado com vigor pelo Gil. O barulhinho de uma punheta bem batida era a única coisa que se ouvia. Era uma outra mão no meu pau. Não a minha, mas a mão de homem, mas foda-se. Era tão bom! As histórias que a gente escuta de troca-troca na adolescência, de um batendo punheta pro outro, isso é muito mais descoberta da sexualidade do que homossexualismo. Fazia poucos segundos que ele tinha começado aquela massagem incrível no meu pau, e eu já começava a desfalecer de tesão. Gil parou de repente e disse: - Agora fecha seus olhos. Obedeci e relaxei, qual não foi minha surpresa, quando ele aproximou seu rosto perto do meu pênis e disse: Agora você vai sentir o que é gostoso. E logo em seguida começou a beija-lo inteirinho, pôs meu membro na boca e começou a chupa-lo deliciosamente. Que sensação eu estava sentindo. Não estava acreditando que o Gil, meu melhor amigo estava fazendo isso comigo. Aquela boca com uma língua quente e úmida percorria toda a extensão do meu pau lentamente, lambia meu saco, colocava minhas bolas na boca chupando-as com carinho e logo voltava a colocar meu pinto na boca, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, movimentado sua língua dentro da boca alisando deliciosamente a cabeça do meu pau. Nossa! Que tesão eu estava sentindo. Senti que iria gozar quando ele colocou todo meu pau dentro da boca ficando só as bolas de fora, fazendo malabarismos com aquela língua deliciosa. Ele foi tirando e colocando lentamente meu pau todo da boca e num certo momento perguntou: tá gostoso? Nossa que delícia, respondi. Você tem um pau muito gostoso, continua de olhos fechados, disse ele e continuou a me chupar carinhosamente e com gosto. Estava completamente entregue às delicias que aquela língua me proporcionava. Agora ele lambia meus pentelhos, foi subindo beijando e lambendo meu umbigo, meus mamilos, meu pescoço e voltava a lamber cada centímetro de meu corpo provocando-me arrepios até alcançar minha boca onde ele começou a beijar suavemente até enfiar aquela língua gostosa dentro, correspondi de imediato enfiando a minha língua em sua boca e ficamos nos beijando por um longo período enquanto sua mão massageava e apertava meu pau. Estava quase gozando, num estado de êxtase, completamente dominado e entregue às suas carícias, não conseguia ver e ouvir nada que acontecia, estava querendo somente gozar, mas procurava ao mesmo tempo me controlar, segurar e retardar ao máximo aquele prazer que estava sentindo. Ele se virou e por cima de mim, alcançou meu pau de novo e sua boca chupando com maestria, abriu suas pernas sobre meu rosto deixando sua rola quase se encostando à minha boca. Vai me chupa também, disse ele carinhosamente. Olhei praquele caralho e de alguma maneira, nem hesitei. Segurei com carinho e pus na boca parte daquele caralho começando a beija-lo e chupa-lo com todo com carinho. Era grosso, comprido e quente, cheio de veias saltadas, como se fosse explodir. Quase não cabia em minha boca. Chupar aquilo era extremamente prazeroso. Segurei firme e fui enfiando minha boca naquele caralho majestoso fazendo movimentos com a língua pra cima e para baixo. Foi uma oportunidade única também de poder chupar e de poder experimentar o gosto de seu pau na minha boca. Descia e chupava-lhe e lambia o saco. Isso continua, assim, assim, não pára implorava ele gemendo de tesão. Eu não ia parar mesmo. Queria mesmo era agora fazer aquele pau gozar e soltar toda sua porra na minha boca. Não pára, não pára! - sussurrou. Continuei a beijar aquela rola e a passar minha língua por toda sua extensão saboreando um gosto que jamais havia experimentado antes, meu pau latejava de tão duro na boca de Gil, abocanhei aquele membro engolindo-o o máximo que pude com a boca enquanto meu pau estava completamente entalado em sua garganta. Agüenta mais um pouco, não goza ainda que quero sentir seu pau mais um pouco, está gostoso demais, e continuei chupando-o com mais força sentindo o gostinho salgado do líquido que já escorria de seu pau. Seus gemidos foram tornando mais rápidos, até que senti seu pau se contrair e pude sentir um jato enorme de esperma na boca, quase me engasgando, pois tinha engolido um pouco, tirei da boca e seu pênis esguichou outra quantidade enorme de porra no meu rosto e peito. - Nossa!!! – exclamei assustado. - Continua! – gemeu ele. Aquilo me deixou com mais tesão ainda e continuei chupando-o, lambendo-o, melecando-me todo com tanta porra que saia, ele urrava de prazer enquanto outros jatos de porra esguichavam, cobrindo também minha barriga e peito. Pela primeira vez estava sentindo o cheiro e o gosto de sémem de um outro homem. -Quanta porra! Gil ainda gemia enquanto gozava, e pedi pra ele ficar quieto, mas nem prestou atenção. Estava concentrado em ejacular e gozar. Eu não parava. Lambi meus lábios e continuei já melecado de porra chupando-o com força até não sair mais nenhuma gota. Que senhora gozada! Ele finalmente parou de gozar e suspirou deitando ao meu lado quase desfalecido. -Ufa! - Ninguém me fez gozar tão gostoso quanto você, disse ele com um ar meigo e agradecido. Olhei para meu peito todo esporrado e enxuguei-me com uma toalha toda aquela porra - Nossa! Que delicia, não é? –disse, e pedi pra que ele continuasse em mim, pois meu pau estava doendo de tão duro e ainda não tinha gozado. Gil levantou e sentou-se ao meu lado. Pegou meu pau e colocou tudo na boca de uma só vez com seu nariz encostando-se aos meus pentelhos. Aquilo quase me matou de tesão. Agora era demais. Senti aquele intenso prazer, aquela possessão, sentimento mágico e inédito tomar conta de mim, e em poucos minutos tive uma convulsão sensacional, meu corpo foi totalmente tomado, contraindo-se, foi quando senti que estava gozando, urrei e comecei a me debater de prazer e jatos de porra começaram a sair do meu pau para dentro da sua boca. Nessa hora eu já queria que ele parasse, pois o prazer era insuportável. Mas ele continuou firme, e vi com uma visão embaçada de tesão, dor e culpa, vi outros jatos sendo esguichados do meu pau, que espirrava agora também no seu rosto escorrendo pelo pescoço e seu peito. Ele pegava e esfregava meu pau todo melecado de porra no rosto e boca. Uma confusão frenética, calor, pinto duro, fricção, porra e tesão. Gil ia dizendo – Isso! Goza mais, tesão! Goza bastante! A minha porra escorreu na minha própria perna, e senti como era quentinha. Eu finalmente desfaleci deitado na cama, exausto de tanto prazer que aquela boca tinha me proporcionado. Gil largou meu pau, enxugou e limpou sua boca e rosto. Ta vendo como é bom? Sua porra é deliciosa. Isto vira um vício. E olha só que gozada a sua! Também com 18 anos, você ainda tem muita porra guardada aí. Eu já estava me contorcendo de arrependimento e vergonha.. Apaguei a luz e prometi pra mim mesmo que jamais faria isso de novo outra vez na minha vida. Deitado ao meu lado voltado para ouro lado da cama, logo minutos mais tarde, notei pelos movimentos na cama que o Gil já estava de se masturbando novamente. Acendi a luz novamente e pude ver seu fabuloso mastro em riste, apontando-o para o teto. Ficava olhando e me lembrando do prazer que à poucos minutos atrás aquele pênis me proporcionou e novamente meu pênis endurecia. Logo esqueci do arrependimento e com o pinto duro outra vez, pus minha mão suavemente sobre seu pênis outra vez. Ficamos nós dois ali, na maior, um deitado de frente pro caralho do outro, se admirando, se tocando, alisando, se esfregando, quando notamos já estávamos um com o pinto do outro na boca novamente sugando e lambendo... Era demais!!! Ele então sugeriu então que tudo que ele fizesse comigo agora era para eu fazer nele também e concordei. Assim ele começou a beijar, lamber meu pau com tesão e eu ia sentindo e fazendo o mesmo com o dele. Foi ai que ele começou a descer com sua língua pelo meu saco chupar minhas bolas e foi descendo lentamente mais pra baixo quase alcançando meu cuzinho. Ficou lambendo ao redor dele dando voltas com sua língua gostosa e eu ao mesmo tempo também lhe proporcionava isto, foi quando ele o atacou com a língua e começou a lambe-lo e chupa-lo. Quase tive um espasmo. Que tesão estava sentindo novamente. Que língua gostosa tinha aquele cara. E que sensação era sentir uma língua no cuzinho. Ele fazia tão gostoso que comecei a chupar e lamber seu cú também arrancando gemidos segurando seu pênis alisando e massageando seu saco e apertando suas bolas.Passamos um longo período nisso quando ele começou a passar o dedinho suavemente sobre meu cú molhado com sua saliva e penetrava-o lentamente arrancando-me gemidos que não conseguia conter e fazia o mesmo com ele. Voltamos com as bocas e línguas de volta nas rolas simultaneamente, quando sentimos que iríamos gozar ao mesmo tempo. Comecei a sentir seu caldo quente espirrar na minha boca enquanto soltava minha porra na boca dele. Nesta altura meu dedo estava atolado no seu rabo e pude senti-lo se contrair e seu dedo atolava no meu reto. Quando o filho da puta gozou na minha boca consegui desta vez segurar todo seu esperma na boca, saboreie um pouco mais antes de engoli-la totalmente aos poucos para que realmente sentisse com mais calma seu gosto, sabor e textura daquele líquido quente e cremoso. A sua esporrada não foi tão volumosa como a primeira, e a minha também foi menos que a primeira. Mas foi bom. Adorei chupa-lo e de ter dado prazer a ele, mais uma vez veio o arrependimento e a vergonha. Tomamos um banho um de cada vez e dormimos logo depois, estávamos exaustos. Acordei cedo, e com receio de alguém desconfiar, abri bem a janela pra arejar tudo. Isso acordou o Gil e em poucos minutos, por baixo do lençol, já estava ele se masturbando novamente. Que tesão tinha aquele homem, parecia insaciável! Eu também fui de volta pra minha cama e fui alisando meu pau. O problema era a janela aberta. Logo ia chegar gente. Primos, primas, tios, etc. Corremos então pro banheiro e nos trancamos para terminar nossa transa. Lá também começamos a chupar um ao outro alternadamente - Três gozadas com ele! Tá começando bem! E não ficou somente nisso. Durante o dia, deliciando com as formas da minha prima Paula na piscina, voltei ainda pro banheiro pra bater mais uma punheta. E à noite, em casa durante o banho, bati ainda mais uma pensando nela. Continuamos, eu e Gil, a transar mais algumas vezes de todas as formas que vocês possam imaginar e gozamos cada vez mais gostoso, sempre na maior descrição, para que ninguém perceba e somos grandes amigos até hoje. Sempre trocamos relatórios sobre nossa vida sexual. Transamos com várias garotas, já fizemos troca de casais e até fizemos suruba. Hoje ele é casado e também sou. Nunca mais o vi, pois precisou viajar para outro estado a trabalho. Talvez minha vida sexual tenha se influenciado nestas transas de adolescência o que me deixou mais aberto para o sexo em todas as suas formas. A vida é muito boa, mas é curta. Devemos aproveitar e desfrutar de cada momento dela como se fosse único.

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