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CONTO ERÓTICO

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O Jardineiro Fiel

Desde os 17 anos considero-me bissexual, isto porque, foi com essa idade que tive relações com mulheres e homens (hoje tenho 42). Com o passar dos anos percebi que o desejo é muito mais complexo do que supõe nossa vã filosofia e admiti que o tesão que tenho é por mulheres, mas sem dispensar ser possuído por homens: com as mulheres descobri a inversão de papéis e todas as formas de ser ativo na cama; com os homens, entrego-me ao deleite de ser devorado e transformado em puta – adotando, inclusive, um lado crossdressing que desenvolvi com o tempo.
Os anos se passam com dois casamentos no currículo e, por força do trabalho, me vi obrigado a transitar semanalmente entre o Vale do Paraíba paulista e o Rio de Janeiro, minha cidade natal. Por comodidade, aluguei uma pequena casa, com quintal, e como não levo o menor jeito para o trato com jardim, procurei alguém que pudesse realizar o serviço. Por intermédio da imobiliária conheci Lúcio (nome fictício): um senhor de hábitos simples, com 56 anos, e muito solícito para o trabalho. Logo na primeira semana minha esposa veio conhecer o imóvel e acabou por ter contato com Lúcio, achando-o muito simpático, e tendo reciprocidade. Até aí, nada demais. 
Combinei que ele deveria vir a cada quinzena para cuidar do jardim e a cada visita preparava um café e um lanche para ele que me agradecia com sorrisos generosos. Certo dia, numa conversa dessas durante o lanche, toquei no assunto dos gostos pessoais dele (música, cinema etc.) e ele me disse que, na época em que morou na cidade de São Paulo, via muitos filmes. Inocentemente disse que possuía muitos DVDs e que se desejasse poderia emprestar-lhe alguns. De imediato, Lúcio falou-me que gostava de filmes de sexo. Aquilo ascendeu algo em mim. Passei a observá-lo mais e me vi possuído de um desejo que se revelou incontrolável. Como tinha vários filmes eróticos pouco tempo depois propus a ele que assistisse comigo, afinal, passava a semana sozinho na cidade, ficava sozinho em casa, e seríamos apenas ele e eu. Um dia, ele aceitou.
Coloquei no aparelho uma espécie de coletânea que fiz com diversos filmes curtos: heterossexuais em sua maior parte, e alguns de crossdressing e travestis. Numa hora perguntei a ele se desejaria assistir os de travecos e ele me disse que sim; iniciado o filme, comentou:
- que piroca que o travesti tem!
Concordei plenamente e percebi que certo volume se fazia em sua calça. Ele alisava o pau por cima da calça e eu fazia o mesmo com o meu. Em seguida ele afirmou:
- sabe que uma punheta vale mais que duas trepadas?
Sorri um sorriso malicioso. Naquela hora meu desejo explodiu e perdi completamente a vergonha que ainda possuía perante aquele senhor (eu tenho 42 anos). Disse-lhe que estávamos somente nós dois em casa e que, se ele desejava tocar uma, que ficasse à vontade. Com isso ele abriu vagarosamente o zíper e tirou seu pau pra fora. Fiquei deliciado: não era um pau muito grosso, mas era comprido e tinha uma cabeça bem destacada. Coloquei também o meu para fora e iniciei uma punheta sem tirar os olhos daquele membro. Não havia como ele não perceber que meu interesse era muito maior na piroca dele do que no filme que passava na TV. Com uma das mãos livres ele iniciou uma massagem leve em meus ombros, chegou até a minha cabeça e começou a forçá-la para baixo. Sabia perfeitamente o que ele queria e não me fiz de rogado: abaixei-me e abocanhei aquele pau delicioso. Acho que naquele momento dei a melhor chupada da minha vida! Lambi, massageei e passei a língua no saco dele. Como submetido ao macho, fui para o chão e, de joelhos entre suas pernas, terminei de tirar-lhe as calças para lamber suas coxas, chegar até o saco e daí para a piroca. Ele segurava minha cabeça e não mais me permitia afastar-me de seu membro. Punhetei aquele pau gostoso com a boca até o momento em que ele não agüentou mais e gozou abundantemente. Era a segunda vez na minha vida que um homem gozava na minha boca e a primeira que não apenas adorei como fiz questão de engolir parte de sua porra que escorria pelos meus lábios. Enquanto isso eu também gozei muito como há muito tempo não sentia. Eu era completamente dele e não me envergonhava disso: ao contrário, me deliciava.
Levantei-me e sentei a seu lado. Ele me acariciava o rosto enquanto eu passava levemente os dedos em seu tórax, descia para as pernas e descansava a mão naquele pau.
- que chupada que você deu! Vou querer muito mais! Mas, preciso ir embora.
Adorei sua afirmação e fiquei triste com a conclusão. Sabia que ele cuidava de sua mãe idosa e que, de fato, não poderia retê-lo em casa. Ele se ajeitou, vestiu a calça. Levei-o até o portão e estendi-lhe a mão. Ao cumprimentar-me, perguntou-me se poderia assistir a outros filmes no dia seguinte: sorri e ainda com o delicioso gosto de sua porra na minha boca, disse que sim. Mas, que faria uma surpresa a ele. Lúcio falou-me que adora surpresas. E eu o surpreendi. Mas, conto isso numa próxima vez.

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