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CONTO ERÓTICO

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O Jardineiro Fiel 2

No dia seguinte àquela chupada maravilhosa que dei, Lúcio chegou na mesma hora de sempre como se fosse cuidar do quintal. Já o esperava e, como havia dito a ele, com uma pequena surpresa: como passo a semana sozinho na casa, tenho guardadas e bem escondidas, algumas calcinhas fio dental que adoro. Vesti uma e como o dia estava agradável, coloquei um short e uma camiseta. Assim que ele entrou quis leva-lo a cozinha para lanchar:
- dessa vez, não. Vamos ver um filme como ontem - disse ele com voz firme.
Sem titubear, liguei o aparelho que já estava preparado com uma coletânea de filmes (agora com filmes gays e de travestis) e começamos a assistir. Sem demora, comecei a acariciar aquela piroca deliciosa por cima da calça dele que, sem esperar, botou pra fora. Novamente não me fiz de rogado e cai de boca naquele pau que no dia anterior me fizera tão feliz. Sua mão áspera começou a apalpar minha bunda e entrou por dentro de meu short:
- o que você está usando? Uma calcinha? - perguntou-me com um sorriso safado.
- Sim, respondi. É a surpresa que prometi a você.
Ele ordenou que eu ficasse de pé e tirasse o short e a camiseta. Somente de calcinha ele mandou que eu me virasse porque queria ver como ficava minha bunda:
- que bunda gostosa você tem. Não tinha reparado nisso ontem!
De costas pra ele, deixava que me apalpasse, afastasse um pouco do rego e começasse a brincar com meu cuzinho: ele enfiava um dedo e eu rebolava como uma puta. Sim, mais do que nunca eu era a sua puta. Queria ser sua cadela naquele momento e faria tudo o que me ordenasse.
- senta no meu colo, ordenou.
Sentei e ele começou a apertar meus mamilos e roçar sua barba mal feita na minha nuca. Sentia arrepios imensos e cada vez mais rebolava e agia como uma vadia.
- quer levar no cuzinho, não quer? Quer dar essa bunda gostosa pra mim, não quer?
Era tudo o que eu queria. Ficamos um pouco mais naquele sarro até que ele me mandou ficar de quatro no chão. Sem demora, vestiu uma camisinha naquele pau delicioso, lambuzou lubrificante nele e no meu cú (lubrificante que eu propositadamente deixara à vista no sofá) e sem nenhum carinho preliminar, enfiou tudo em mim. A dor foi enorme; me sentia estuprado por aquele macho. Segurando nas minhas ancas, ele começou a bombear o pau no meu cú, dando ordens para que eu rebolasse mais e mais.
- Isso minha cadela! Rebola pro teu macho! Rebola mais! Meu viadinho! Minha puta!
Cada vez que ele me xingava e metia eu enlouquecia. Só queria ser dele da forma como ele desejasse. Minutos depois de esfolar meu cú, ele retirou apressadamente o pau, me jogou no chão, tirou a camisinha e esporrou na minha cara. Quando isso aconteceu, sem tocar na minha piroca, gozei feito louco. Eu era a cadela dele e adorava ser isso.
Fiquei estirado no chão enquanto ele sorria e se recompunha. Apertou minha bunda e se levantou.
- preciso ir. Só vim meter na minha puta. Mais tarde ligo para você.
Ele saiu e eu ainda continuei no chão por mais alguns minutos. Estava realizado como puta daquele senhor.

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