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CONTO ERÓTICO

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Rapaz do nibus

Meu nome é Vinicius Almeida, tenho 26 anos sou de São Paulo e vou relatar uma história verídica que ocorreu comigo. 
Isso aconteceu a uns 4 anos atrás, eu trabalhava em Alphaville e todos os dias fazia o mesmo percurso para voltar para casa, porém em um certo dia precisei mudar o percurso pois precisava ir em Pinheiros resolver algumas coisas. Sai na hora do almoço do serviço e peguei um daqueles ônibus de viagem da EMTU sentido Avenida Paulista. Entrei e sentei na antipenúltima cadeira, logo em seguida entrou um rapaz de estatura média, de barba, aparentava ter uns 25 anos. Ele sentou na cadeira do outro lado do corredor. A partir daí ficou olhando para mim, e eu totalmente sem graça olhava mas não queria demonstrar que estava retribuindo o olhar. De repente começo a observar que ele mexia constantemente no pau já duro dentro da calça, mais do que de pressa comecei a mexer também para ver no que tudo aquilo iria dar. Sem muita enrolação ele foi para a última poltrona nos fundos do ônibus, como estava na hora do almoço não estava muito cheio. Não demorei muito e logo o segui sentando ao seu lado. Ele, sem perder tempo, foi colocando a sua mão no meu pinto por cima da calça, e eu fiz o mesmo, logo em seguida ele tirou o meu caralho para fora, que já latejava de tão duro, eu fiz o mesmo com ele e me surpreendi com o tamanho, comecei a bater uma punheta para ele e ele para mim, alternados com demorados beijos de língua onde eu pude sentir o delizar da sua barba lisa. De tempos em tempos ele passava o dedo na ponta do meu pau, pegava aquele líquido branco, passava na ponta dos dedos e levava até a sua língua. Eu fui a loucura, não aguentei e cai de boca naquela rola dura, ele fazia movimentos como se estivesse fudendo a minha boca, e não parava de me punhetar. Depois de quase ele gozar, ele caiu de boca no meu pau, passava a língua em toda a extensão e cabeça, podia sentir sua língua deslizar até o meu saco. Eu continuei punhetando ele até sentir seu gozo quente nas minhas mãos, Ele levantou a cabeça e me punhetou até eu gozar forte e profundamente, ele ainda inclinou meu pinto para que eu gozasse no chão do ônibus para não me sujar. Quando acabamos ele pegou um rolo de papel na mochila, nos limpamos e me dei conta que ja havia passado do meu ponto. Levantei mais do que depressa, meio zonzo pois tinha sido a primeira experiência com um desconhecido. Mas me sentindo em êxtase de tão delicioso que foi. Depois me arrependi de não ter perguntado ao menos o seu nome e ter pego o seu telefone. Mas confesso que penso sempre nele e naquela experiência maravilhosa que tivemos.

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