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CONTO ERÓTICO

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O sabor do gozo do meu irmo

Meu irmão sempre manteve um jeito de homem sério, respeitável, popular entre as garotas mais velhas, mas sempre percebi o jeito estranho na forma como me olhava, me sentia no escuro sendo fitado por um monstro... temia ficar sozinho com ele.
Nossos pais iriam para um retiro no meio do nada com amigos e provavelmente demorariam para voltar, me levantei da cama assim que ouvir o carro sendo ligado, estava zangado, pela janela vi eles partindo e acenando na minha direção... me virei, encarei a porta entreaberta, respirei fundo, enquanto dava rápidos passos em direção a ela pude ouvir ao mesmo tempo alguém subindo as escadas...
Meu coração acelerou enquanto a trancava, fitei calado uma sombra que passou por debaixo da porta, sentir seu perfume atravessar a madeira...Depois de girar a maçaneta:
- Ei, quer lanchar? Vou preparar pipoca, então poderemos assistir um filme no meu quarto. – sua voz era fria e grossa.
- Obrigado! Mas... não quero, estou bem aqui...
- Vou preparar a pipoca. – Sua sombra desapareceu, mesmo assim não a abri, apenas me distanciei e voltei para a cama.
Ele voltou depois de dez minutos, não sabia o que poderia dizer para convence-lo de que estava sem fome. A maçaneta da porta começou a girar. Meu coração disparou quando ela começou a se abrir. Não estava trancada?
- Vem, já está tudo preparado. – Ele era mais alto, musculoso, estava sem camisa, usava apenas um cinto e uma calça jeans azul marinho.
- Como?!
- Tenho uma cópia! Não esqueça que esse quarto já foi meu. – colocou seu braço envolta do meu pescoço. Seu toque era tão sedutor a meu coração virgem.
- Não sabia que tinha feito uma tatuagem! – perguntei curioso, também tinha um sonho em fazer tatuagem.
- Sim, fiz duas, uma aqui no meu abdome (aponto com o dedo) e outra...bom para lhe mostrar teria que ficar sem a calça! – Disse sorrindo maliciosamente. – Quer tocar na do meu abdome? – ele levou minha mão ate a tatuagem, antes de chegar nela, fez questão de fazer minha mão percorre por todo seu abdome.
- Vamos, Lucas a pipoca esta esfriando! – segui ele ate seu quarto.
- Não precisa trancar! – a cama estava arrumada, as almofadas combinavam com o lençol verde, sobre a cama uma bandeja com dois copos de Coca-Cola e um pote grande com pipoca quase transbordando.
- Pensei que gostasse de portas trancadas! – Guardou as chaves em seu bolso.
Ele se sentou primeiro, depois com a palma da mão bateu sutilmente no lugar indicando onde deveria me sentar.
- Gustavo, qual o filme? – perguntei.
- Não precisa se sentar tão distante! Somos irmãos!
Gustavo me abraçou enquanto eu pegava um punhado de pipoca e perguntou bem próximo de meu ouvido:
- Ainda é virgem?
- O que isso importa! Seu desgra..ça.... – Sua boca estava tão próxima.... seus olhos miravam meus lábios, tentei desviar, ele me empurrou fazendo com que eu deitasse, sua força não me machucou, mas a pipoca virou sobre meu corpo se espalhando pela cama. Os copos não caíram.
Nossos lábios se conheceram pela primeira vez, sua língua sutilmente invadiu minha boca, encontrou minha língua tímida e a estrangulou, ela começou a se movimentar por instinto. Ele repetiu seus movimentos... estava tão assustado relembrando todas as vezes que ele me bateu, chutou, mordeu... que não tive coragem para morde-lo mas mesmo assim não estava gostando daquilo com ele.
- Para por favor! – sorriu, se separou dos meus lábios, pegou minha mão e levou na direção de seu pau, estava duro, ele disse que era por minha causa. Com o que me restava de força afastei minha mão, zangado ele começou a sarrar seu duro membro contra minha perna.
- Por favor, coopera, não sabe o quanto me contive para não invadir teu quarto há noite todos esses anos.
Meu coração, seu cheiro, seu calor, seu pau contra minha perna, estava começando a gostar daquela sensação.
- Meu corpo... esta estranho – admiti envergonhado. Ele invadiu novamente minha boca, nos beijamos por minutos até que comecei a acompanhar o seu ritmo.
- Eu sei... seu corpo também quer! Seu pau já está duraço. Bem lá no fundo eu deveria ter invadido seu quarto todas essas noites não é?
- Não é isso... por favor, não para! – (eu não estava usando cueca) puxou minha calça que saiu com facilidade, segurou meu membro com sua mão grande. Fechei minha perna quando ele tentou lamber a cabeça do meu pau.
Gustavo mordeu minha perna, lambeu o locar que feriu e voltou para meu pau.
- Preste atenção, não vou morde seu pau, quero que sinta como é bom e aprenda... – sua boca quente e úmida engoliu meu pau, era como se meu pênis estivesse visitando o céu... Essa sensação se intensificou quando ele passou a chupar, cuspir em meu membro rígido e voltar a chupar como se fosse um sorvete sabor “Lucas”.
- Hammmm..... hammmm....
- Está crescendo mais do que eu esperava, Lucas tem um pau lindo e gostoso! – Como se soubesse que não aguentaria muito mais ele parou, olhou no fundo dos meus olhos sabendo que obedeceria a qualquer pedido em troca de mais prazer.
- Sinta o gosto de seu pau. – beijou, minha boca dividindo sua saliva, sugando minha língua. – ele tirou a calça, tinha um desenho de escorpião no pubs, não haviam pelos, me assustei com o tamanho de seu membro, da ponta da glade saia um liquido quente que lubrificou o céu da minha boca. seu pau pulsou três vezes antes de esporrar em minha garganta, me engasguei, mas depois de engolir queria mais.
- Todos os homens tem pau! Todo pau tem gozo... – Ele percebeu que eu estava viciado.
- Calma, eu tenho mais aqui! – segurou o pau bem na frente de meu rosto. – Pode pegar mais sempre que precisar!

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