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CONTO ERÓTICO

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Macho casado - Primeira vez

Tenho 30 anos, sou magro, negro, estatura média, corpo normal, pau de 17cm, um corpo normal. 
Tinha acabado de me mudar, morar sozinho era uma grande conquista pra mim. Ter meu espaço, privacidade, fazer o que eu bem entender. Numa tarde após chegar do trabalho e tomar um banho fiquei a vontade de cueca e lembrei da minha adolescência, época em que era viciado em bate papo por telefone. Já com um tesão da porra, procurei se ainda existia algum bate papo via telefone e encontrei um. Conversa vai conversa vem falei com um cara que também buscava uma “sacanagem”. Ele era de Niterói, cidade vizinha ao Rio de Janeiro, na faixa dos quarenta anos, casado, com filho de um outro casamento...Tudo isso me excitava, fomos pro reservado e a conversa ficou bem picante, sou um puto, confesso, ele não resistiu e pediu que eu ligasse pra ele. Tocamos uma punheta muito gostosa, gozei pra caralho, ele também. Daí em diante passamos a nos falar com frequência, ele sempre me ligava, chegamos a fazer o famoso “gozofone” muitas vezes. Até que propus uma putaria via cam, queria conhecer na real aquele casado safado. Quando ele abriu a cam, nossa, que tesão, um quarentão tesudo, corpo normal de macho casado, um pouco peludo, barriguinha de chopp sem exagero, cara de safado putão, morenão, estatura média e uma pica deliciosa. A rola dele tinha uns 17cm mais ou menos, e era grossa, cabeçona roxa, babona. Mano que tesão, fiquei de pau duraço, babando e tocamos uma punheta gostosa com direito a exibição de pau, cu, e tudo mais. Eu em casa ele no escritório, acho que isso deu um tempero a mais na putaria. Nem preciso dizer que não aguentamos muito e gozamos pra caralho né? A partir daí muita putaria rolou via cam, telefone, a gente sempre fazia uma putaria mas quando falava de rolar uma real ele desconversava. Um tempo depois da gente ter se conhecido ele enfim perdeu o medo e resolveu marcar da gente se encontrar, trocar uma ideia, sem necessariamente rolar uma foda. Indiquei um bar aqui em Botafogo, bairro onde moro, ele topou e lá fui eu, meio ansioso. Cheguei primeiro e fiquei na mesa esperando ele chegar, logo mandou mensagem dizendo que tava próximo e logo chegaria. Pouco tempo depois o reconheci e acenei pra ele. Quando ele me cumprimentou deu um tesão da porra e fiquei de pau duro feito pedra. 
Conversamos vários assuntos, e rolou uma química muito forte, mais que a atração sexual, ele era um cara agradável, tranquilo, e um tanto zuador. Depois desse dia saímos outras vezes, o casamento dele já não ia tão bem, a mulher o desprezava. E num desses momentos que eles brigaram ele me ligou queria desabafar, perguntou se tinha problema ir até minha casa. Disse que não, moro sozinho não tem problema e também não tinha nada em mente naquela tarde de domingo. Ele chegou rápido até, de bermuda, camisa despojada, diferente dos nossos encontros em que ele sempre ia depois do trabalho então sempre vinha todo engomadinho. Enfim, conversamos um pouco, ele tava bem tenso com a situação com a mulher, conversamos bastante, falamos de muitas outras coisas e ele foi relaxando. O papo foi ficando mais picante e não tivemos como resistir ao nosso tesão, começamos com um beijo bem demorado, muita língua, muito tesão envolvido, sarro, começamos nos esfregando ainda de roupa, dava pra sentir o pau dele duraço sarrando no meu que também tava em ponto de bala. Fomos nos despindo aos poucos nos intervalos dos nossos beijos. De cueca sarramos muito, adoro ficar nessa esfregação de pau ainda de cueca, minha cueca tava toda melada, a dele também. Apertava o pau dele, ele o meu, apertava a bunda e muitos beijos. Me deixava até com falta de ar. Já pelados ele sentou no meu colo de frente pra mim e ficamos sarrando, pincelei a entrada do cusinho dele que tava lisinho enquanto o pau dele melava minha barriga toda de baba. O tesão tava a mil, a gente já suado, ele abaixou e começou a me mamar, meio sem jeito, percebi ali que era de fato a primeira vez dele com outro homem. Apesar de desajeitado tava um tesão aquela mamada, puxei ele pra um beijo sarramos nossas picas numa esfregação frenética um babando o outro, ele dedou meu cusinho e eu o dele e ficamos nessa sacanagem gostosa com muito gemido e tesão. Abaixei e mamei a rola dele, uma rola gostosa, com cheiro de macho, mas não tava suja, era cheiro de macho no cio. Enfiei tudo na boca, ele pirou, ficou bambeando as pernas fudendo minha boca como se fosse uma buceta me fazendo engasgar. Levantei continuamos sarrando nossos paus, enquanto nos beijávamos. Ele virou de costas e comecei a sarrar aquela bunda, deliciosa, com uma leve marca de sunga. Pincelava a entrada do cusinho dele e ele gemia de tesão, deixei o reguinho dele bem melado de baba. Daí ele me virou e começou a me sarrar também, nós dois ali em pé na minha sala, numa sacanagem gostosa.
Falei pra ele se apoiar no sofá e ficar de quatro, mano que visão linda, aquele machão todo arreganhado, mostrando o cusinho lisinho, chupei com muita vontade, passei a língua por fora em volta, e fui enfiando a língua devagar bem de leve, e metendo ela dentro dele. Era o primeiro cunete que ele levava e ficou maluco com a língua fudendo ele, o puto começou uma punheta frenética enquanto eu linguava e num aguentou muito tempo, o safado gozou no meu sofá. E que gozada, melou a porra toda, era leite que não acabava mais, uma porra grossa, um tesão. Enquanto ele gozava o cusinho apertava minha língua involuntariamente, me segurei muito pra não gozar também. 
Ele pediu desculpa por gozar antes, mas falei: de boa, temos muito tempo ainda, relaxa pô. 
Dei a ideia da gente tomar um banho e relaxar um pouco. Fomos pro banheiro e entre um banho e outro recomeçamos a sacanagem. Saímos ainda molhados nos pegando entre beijos e sarradas, e fomos molhando a casa toda. No corredor ele me imprensou na parede e com o pau já duro começamos um beijo intenso e um sarro gostoso demais, meu pau duraço esfregando no dele. Paramos e fui no meu quarto buscar umas camisinhas, coloquei no pau e começamos a tentar a penetração. Tava muito difícil ele nunca tinha dado então falei pra ele sentar daí decidia a intensidade da metida. Deitei no chão da sala e ele foi sentando devagar, reclamou muito porque minha pica é um pouco grossa mas ele tava decidido a perder o cabacinho. Foi descendo e eu sentindo um cusinho muito apertado, um tesão da porra, morrendo de vontade de socar a pica toda, mas deixei ele comandar. Quando conseguiu engolir a pica toda ele ficou respirando ofegante, reclamando de muita dor, gemia muito. O pau dele nessa hora até chegou a ficar mais caído. Fui massageando as costas dele, falando pra ele relaxar, massageava a bundinha dele, apertando o peito dele. Aos poucos ele foi relaxando e curtindo a pica dentro do cu, começou a esboçar um leve movimento de sobe e desce. Era gostoso demais, quem já comeu um cu virgem sabe do que eu to falando, apertadinho, quentinho, uma delícia. 
Logo a dor foi se transformando em prazer, a pica dele começou a acordar de novo e as sentadas foram ficando mais intensas. Comecei a dar uma metidas leves e ele gemia cada vez mais, mas dessa vez pedindo pra fuder ele:
-Me fode gostoso vai moleque, come esse cu vai!
Assim? Tá gostando da rola fudendo esse cusinho tá? Quentinho, gostoso, apertadinho...
-Isso fode gostoso esse macho vai!
A foda foi ficando mais intensa, a rola dele tava duraça babando de novo, e eu não aguentava mais de tesão. Pus ele de quatro e soquei tudo de uma vez, ele deu um grito muito alto. Soquei fundo e disse que tava perto de gozar. Dei umas bombadas fortes enquanto dava uns tapas naquela bunda gostosa.
Pus ele de frango assado e meti sem dó naquele cu que agora já tava arrombado. A rola entrava mais fácil enquanto fudia ele eu apertava o peito dele, dava uns tapinhas na cara, enfiava o dedo na boquinha dele pra ele chupar,...
Em êxtase ele anunciou que ia gozar, nem pude me preparar e o puto esguichou vários jatos de porra sujando até a própria cara, mano que cena linda de se ver o machão de frango assado gozando com a rola toda atolada no cusinho. Aproveitei o embalo meti mais forte e com as contraídas do cusinho dele na hora em que gozou não aguentei e gozei, enchendo a camisinha de porra. Caí em cima dele, ficamos uns dez minutos deitados ali no chão da sala, recuperando as energias. Depois fomos tomar um banho gostoso demorado, com muitos beijos e carícias, mas sem gozo ou foda. 
Passamos o final de tarde de cueca deitado na cama assistindo filme, quando deu umas oito da noite ele se despediu e foi embora. Nós temos várias outras histórias e nossa amizade se sustenta até hoje.

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