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CONTO ERÓTICO

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Um estranho me comeu na pracinha

O que vou contar realmente aconteceu. Eu sempre fui exibicionista, desde pequeno gosto de ficar pelado, gosto de trocar a roupa com as janelas abertas e ando nú pela casa (às vezes só de calcinha). Eu tinha meus quatorze anos e nas noites de sexta e sábado eu colocava uma calcinha da minha irmã e ia pra rua passear, por volta de uma ou duas da manhã eu procurava um lugar estratégico e tirava a calça, começava a rebolar, passava a mão na bundinha, me masturbava, sempre onde alguém pudesse me ver ao passar de carro, ou um porteiro de prédio, alguém nas janelas dos edifícios. Vários já me deram flagrantes, assobiavam, passavam e grtavam “viadinho!! Sua puta!! Vai dar esse cu!! Eu comecei a ficar mais ousado, ficava perto de portarias e me exibia pros vigias noturnos dos prédios e um dia resolvi ir a uma praça quase em frente do meu prédio, notei que havia um sujeito sentado num banco, não era muito velho, devia ter uns trinta e poucos, barbudo, de shorts e com a camisa aberta, ele notou quando passei perto, mas não olhou muito. Eu resolvi que faria um showzinho pra ele. Fui pra trás de uns arbustos, cerca de vinte metros de onde ele estava, tirei minha calça, a camisa e o tênis, eram umas duas e tanto da manhã, uma madrugada quente, fiquei só de calcinha, vermelhinha e toda rendada. Então comecei o show, ficava de costas em relação a ele, por trás dos arbustos rebolava e passava as mãos na bunda, alisava ela, enfiava a mão dentro da calcinha e metia o dedo no cuzinho, queria chamar a atenção dele, notei que ele olhava para os lados, virava pra trás, acho que pra ver se tinha mais alguém por perto. Eu continuava, desci a calcinha até os joelhos, abria as pernas e arreganhava minha bunda, já estava cheio de tesão, olhei para onde ele estava e tive uma surpresa, fiquei paralisado quando vi o sujeito em pé, mais próximo de mim, me olhava e com a mão dentro do short apertava o pau. Quando ele notou que eu vi, me olhou bem na cara e veio se aproximando, gritou: “ei, você! Espera aí! Quero mostrar uma coisa”, gelei na hora, mas fiquei totalmente imóvel, perto dos arbustos, peladinho. Ele então, chegou perto de mim, segurou meu braço e perguntou o que eu queria, eu nem respondi, ele fez elogios: “que bunda gostosa viadinho, gosta de dar o cuzinho, né? Ajoelha aí atrás!” eu fiz o que ele pediu, fiquei ajoelhado atrás de uma moita e ele veio na minha direção abaixando o short e mostrando o pau, estava ainda meio mole, com a pele cobrindo a cabeça, mas era grosso e tinha um saco grande. Na hora ele mandou eu segurar e punhetar o pau dele, “segura na minha vara putinha, vai ver como ela vai ficar, toca uma punheta e mama ela gostoso pra ficar durinha e eu meter tudo nesse cú, safada”. Eu na hora, de joelhos, segurei aquele pau e comecei a punhetar, depois ele enfiou na minha boca, estava na mesma altura, apentada pra mim, segurou minha cabeça e forçava dentro da minha boca, derrepente tirou e segurou a cabeça do pau com força, pensei que ia gozar, disse pra eu ficar de quatro, obedeci, então me segurou pela cintura, meteu um, depois outro dedo no meu buraquinho dizendo que eu ia adorar, que ele ia me arrombar todo. Sem nenhum dó ele apontou a cabeça do pau no meu buraquinho, sentia ela quente, meu cu piscava, eu olhava pra trá pra tentar ver ele me enrabando, mas ele mandava eu olhar pra frente “olha pra frente sua puta, viadinho, tá gostando? Ele segurava meus cabelos e metia com força, passou um dos braços pela minha cintura e puxava com força meu corpo pra ele, dava pra ouvir o barulho que fazia quando ele enterrava o pau, sua bolas batiam no meu saquinho, doendo um pouco. Eu fiquei um pouco preocupado, olhava para os lados, pras janelas dos prédio em frente, afinal estava dando o cu na pracinha quase em frente ao prédio que eu morava, só notei umas quatro luzes acesas, uma das janelas foi fechada por uma cortina, será que me viram? Isso me deixava mais excitado, o desconhecido continuava metendo com força, as vezes diminuía um pouco o ritmo, mas logo em seguida dava uma estocada forte, meu cuzinho estava pegando fogo. Derrepente ele grita: “vou gozar!!!, tirou o pau com rapidez de dentro de mim, com uma mão me puxou pelo ombro e me virou de frente, colocou o pau encostado na minha boca e continuou punhetando até jorrar o leitinho nos meus lábios, nariz testa e até no cabelo, então ele mandou eu laber tudo, limpar o pau dele, fiz direitinho. Ele então me deu um tapinha na cara e disse que ia embora. Fiquei ainda lá no chão um tempo, na grama, me recuperando. Essa foi a primeira vez que dei o cuzinho pra um cara totalmente estranho, depois disso ainda aconteceu mais umas cinco vezes, com um vigia do prédio, um peão de obras, outro morador de rua, com um amigo do meu priminho e um cara num fusquinha.

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