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CONTO ERÓTICO

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Noite na Lapa

A Lapa é uma região aqui do centro do Rio de Janeiro famosa pela vida noturna. Reúne muitos bares, boates, casas de shows, lugares que atraem todos os públicos. Muitas pessoas que frequentam a Lapa ficam pela rua mesmo, sempre rola algo. Numa das vezes que fui com uns amigos ficamos pela rua, próximo aos arcos, estava rolando música muita gente pela rua. Ficamos bebendo conversando, a rua estava bem cheia, galera indo para algum lugar, outros parados pela rua, um movimento intenso. Foi aí que notei um cara, logo despertou um tesão e passei a olhar de longe, disfarçando porque não sabia qual era a dele. Junto a ele tinham outros dois caras e todos conversavam bem animados, provavelmente já altos pela bebida. 
Numa das vezes em que eu o secava de longe ele viu e nossos olhares se cruzaram. Disfarcei mas continuei a olhar, e sempre via que ele correspondia. Adoro esses jogos de sedução, essa ansiedade de tentar saber se o cara curte ou não me excita demais. 
Falei que ia dar uma volta, meus amigos entenderam na hora e ficaram me zoando. Passei próximo a ele e o olhei de cima a baixo. Se ele não tivesse afim iria ignorar meu sinal. Parei um pouco afastado de onde ele estava. Assim que passei ele disfarçou e olhou para trás, me procurando. Ao me ver acenei chamando. Daí disfarçou falando algo com seus amigos e veio até onde eu estava. Nesses momentos sou bem direto, não sei ficar dando voltas. Falei que estava afim e o que ele achava. Nesse momento eu já estava de pau duro, fico muito excitado com essas situações. Ele disse que tinha curtido, mas não sabia onde a gente podia ir. Falei que poderíamos andar pelas ruas a procura de um lugar tranquilo para ficar. 
Fomos andando falando de nossas vidas e eu cada vez mais excitado, nem fiz questão de disfarçar. Ele era negro, estatura média, corpo normal com uma barriguinha de leve, cabelo cortado máquina um quase careca. E tinha 25 anos na época, era uma delícia. 
Fomos andando pelas ruas do centro até chegar numa parte deserta, era por volta de uma e pouca a duas da manhã. Passavam poucos carros e tinha um cantinho discreto e escuro. Encostamos e começamos a nos beijar. Ele tinha uma boca gostosa, quente, no abraço senti seu cacete duro esfregando em mim. A gente se pegou para valer sarando e se beijando muito. A tensão de aparecer alguém dava mais tesão ainda. Ele apertou minha bunda por cima da calça. Chupou meu pescoço, apertei o pau dele por cima da calça, estava muito duro. A pegação estava frenética, mas não daria para continuar ali. Cogitei a ideia da gente partir pra algum motel ali da região. Mas ele não queria, falei para a gente procurar outro lugar, ali apesar de deserto era muito aberto. Voltamos a procurar outro lugar para continuar nossa putaria. E paramos numa outra rua mais deserta ainda, nessa nem passava carro. Mal paramos e ele já sacou a piroca pra fora, me abaixei e mamei a rola dele. Estava com um cheiro leve de mijo misturado com cheiro de pau mesmo. Estava num tesão da porra chupei com vontade, a rola não era imensa, tinha um tamanho normal que nem a minha. Devia ter uns 17cm, espessura normal e a cabeça estava bem babada. Mamei com vontade enfiando tudo na boca, o puto meteu tudo na minha goela de uma vez só me fazendo engasgar. Chupei a cabeça sugando à babinha e levantei. Demos mais um beijo e ele se abaixou. Caiu de boca no meu pau e mamou com vontade, punhetou. Voltamos a nos beijar e de lado iniciamos uma “mão amiga” abraçados. Um punhetando a rola do outro lado a lado e de vez em quando dava um beijo. E nessa putaria senti a pica dele latejar e esguichar leite para todo lado. Sentindo a porra dele na mão gozei em seguida. 
Nos limpamos e voltamos pra Lapa conversando e bem mais leve rsrsrs Até que gostei da ideia de gozar no meio da rua, deu um tesão do caralho.

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