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CONTO

Maratona de boquete

Vou contar sobre um carinha que conheci num app faz tempo, cujo perfil tinha o nome de Mamador. Fui trocar ideia com ele e acabei sabendo da história que vou contar hoje. Vou aqui chamar ele de André. Ele tinha 20 anos na época e adorava uma boquete e gostava de participar de surubas organizadas por alguns amigos da faculdade que cursava.

Aquele dia era mais um que a galera se reunia no apartamento do amigo dele, Cauê. Nove caras dessa vez tinham ido. Chegaram de boas, tiraram as roupas e foram até a cozinha pegar bebidas. Cauê abriu a geladeira e foi dando as latinhas ao pessoal, quando percebeu que Guto e um outro cara lá que ele não me disse o nome não estavam no grupo. Cauê esticou o pescoço e viu que o Guto já estava agachado chupando a piroca do rapaz que estava escorado na parede, e resolveu zoar:

- Caralho mano! Os caras nem chega direito e já vão mamar! Tão dispensando até breja!

Guto escutou a conversa e tirou a boca do pau pra falar:

- Cês nem sabem chupar direito e tão falando merda! Quero ver mamar mais do que eu nessa porra.

- Isso é um desafio? – provocou Cauê.

Guto riu e disse que todos deveriam fazer uma maratona de mamada. Cauê disse que conhecia uma brincadeira que era nesse esquema e propôs pra galera fazer. Quem aguentasse mais tempo chupando rola naquela noite não precisaria comprar bebida na próxima suruba. Caso o carinha que recebeu a boquete gozasse antes de trocarem de rola, o boqueteiro poderia continuar chupando, mas como punição teria que dar o cu pro vencedor e para o juiz. Se ele fosse o vencedor, então quem comeria seu rabo era o segundo colocado e o juiz. Agora se os boqueteiros gozassem estavam eliminados e ganhava quem ficou.

Depois de um pouco discussão foi decidido que Guto, Bruno, meu amigo André e outro amigo deles, o Fabiano, seriam os caras que iriam chupar os outros três que não quiseram participar, apenas queriam receber boquete. Somente um deles, Cauê, não quis brincar porque disse que queria só meter mesmo, então ele ficou de juiz (e voyer), o que iria mandar os boqueteiros trocarem de pica.

Aí começamos a maratona de boquete. André ficou de joelhos para um carinha sentado e pegou com vontade na piroca dura do cara. Mandou pra dentro da boca acariciando a glande dele com os lábios e dando algumas lambidas na ponta pra fazer o cara pirar. Guto chupava outro que estava escorado na parede. Sentiu as mãos do cara agarrarem a sua cabeça e enterrá-la na direção das bolas suadas. Guto, ainda chupando o mesmo carinha de quando fez o desafio, dava voltas com a língua em volta do pênis do cara. Cauê, o carinha que não quis brincar, entrou por trás, passou o pau no rabo do rapaz que recebia a boquete de Guto e após fazer portinha no cu enfiou seu caralho na dentro, fazendo o corpo do cara tremer de tesão.

Cauê então gritou “TROCA!”. E André, Guto, Fabiano e Bruno trocaram os caralhos que chupavam. A noite foi avançando e a cada “TROCA” que o Cauê gritava, os três jogadores. Um dos carinhas que o Guto chupava avisou pra ele que ia gozar e logo em seguida Cauê falou “TROCA” de novo, mas o carinha na empolgação apertou a cabeça de Bruno com mais força e socou o pau mais fundo na boca do rapaz. Então ele tirou o pau e mandou várias jatadas de porra, até respingou no cabelo do André que tava próximo enquanto chupava a rola de outro cara. Como Cauê já tinha falado troca antes do carinha que o Bruno tava chupando gozar, então Bruno tava absolvido e não ia precisar dar o cu pro vencedor.

André é como eu também tem fetiche por tênis. O carinha que tava recebendo boquete sabia disso, cruzou as pernas entre a cabeça do André e com os tênis o pressionou contra o seu pau. Às vezes também intercalava apoiando as solas nas costas de André. Avisou que ia gozar, afastou a cabeça de André, tentou se segurar, mas não aguentou e esporrou com as pernas arreganhadas e as solas do tênis na altura da cara do meu amigo. André aproveitou e lambeu parte do couro do calçado enfiou a língua na parte de cima do pé suado lá dentro do calçado. Ele quase gozou mas conseguiu se controlar. Ainda sim, como o carinha que ele tava fazendo boquete gozou, ele teria que dar o cu pro juiz e o boqueteiro vencedor. Cauê avisou que se ele ou outro que ele chupou gozasse de novo, ele teria que dar o cu para o segundo colocado e o juiz.

Já Guto tava uma boca nervosa. Teve até uma hora que um dos carinhas que ele chupou pediu pra ele respirar. Hahaha Era o que mais se ouvia tossindo e engasgando, mas tava tão empolgado que seu corpo já tava pingando suor. Fabiano chupava devagar, subia e descia com a língua, socava o pau do cara dentro da boca e ficava com ele parado e pulsando lá dentro.

A noite seguiu nas trocas, uma hora teve uma pequena pausa para banheiro, lavar a boca e beliscarem uns petiscos, e logo depois voltaram à função, agora só parariam até o último se cansar, tipo prova de reality show. Vararam a noite. Bruno foi o primeiro a desistir, com as costas cansadas e o braço doendo te tanto segurar rola. Guto riu, mas logo sua boca foi novamente invadida por uma rola preta úmida. Poucos minutos depois Fabiano não resistiu e acabou gozando, e como estava nu, só de tênis e de cócoras, respingou porra em cima em cima dos calçados e no tornozelo – algo que André viu e esse tipo de coisa deixava ele enlouquecido de tesão. A vontade de gozar veio de novo, mas por sorte, Cauê disse “TROCA” e disse que Fabiano estava fora do jogo e em terceiro lugar. O momento acabou sendo uma pausa para que o pinto de André de acalmasse.

Então ficaram Guto e André revezando os caralhos. Dois caras se cansaram de serem chupados e pediram pra sair, ficando apenas duas rolas para receberem boquete. Cauê avisou que se mais um desistisse, iam ter que fazer boquete dupla no pau de quem ficou, até se cansarem. Se este também decidissem, então André e Guto teriam que decidir na punheta. Quem gozasse primeiro, ganhava.

Alguns até já tinham caído no sono quando o ganhador saiu. André e Guto botaram as línguas pra trabalharem no pau do macho que sobrou, que já tava vermelho de tanto entrar nas bocas daqueles homens. Se ele gozasse, eram os dois boqueteiros que teriam que dar o cu pro juiz e pra Fabiano, o terceiro colocado. Guto resolveu apelar e mandou André olhar pro lado e ver que Fabiano dormiu com os tênis melados de porra. Cauê mandou Guto concentrar no pau. André revidou alisando a nuca de Guto com o dedo indicador, algo que deixava o rapaz louco. Cauê deu um tapa no dedo de André, que riu e continuou chupando.

O cara que tava recebendo a boquete começou a soltar gemidos, pirando com as linguadas que recebia no caralho. Até que ele não aguentou, soltou um urro e se desfez em jatos violentos de porra, que espirraram na cara de André e Guto. Os dois caíram no chão exaustos de chupar rola, mas ainda faltava a decisão e era questão de honra. Conforme Cauê tinha falado, os dois teriam que decidir na punheta. André e Guto deram uma pausa, se sentaram e passavam a mandar a ver nos próprios caralhos. André foi esperto. Olhou para Fabiano, ainda adormecido no outro sofá e com os tênis brilhando da porra que ele escorreu, e usou isso pra estimular seu pau. Gozou em cinco minutos, deixando Guto fudido de raiva. André era o vencedor da Maratona de Boquete.

Comemoração aqui, zoeira ali, era a hora de André cumprir a pena por ter feito o cara que recebeu boquete gozar, ou seja, seria comido pelo juiz Cauê e por Guto. Mas todos estavam exaustos e famintos. Então deixaram para resolver no dia seguinte. E assim foi feito. Primeiro Cauê, que dormiu ao lado de André e acordou de pau duro e já roçando na bunda do rapaz. Assim que ele acordou, colocou camisinha e fodeu o rabo dele. Guto apagou e acordou mais tarde meio enjoado do estômago, então ficou para outro dia, uma espécie de vale-foda, que o André cumpriu depois... Mas aí já fica pra outro conto. hehehe

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