imagem contoCONTO

Há alguns anos um amigo chamado Paulo me convidou para comemorar o aniversário dele em uma chácara em um final de semana quente. Topei na hora e fomos com mais outros vários conhecidos, uma galera na faixa dos 18/35 anos.

Desde o carro comecei a reparar em Afonso, que na época tinha 19 anos, estilo moleque largadão, e que só fui conhecer nesse role. Ele era primo mais novo que Paulo, e era um rapaz extrovertido, brincalhão e daqueles de mente pervertida e que adoram zoar com a masculinidade dos outros. Desde o carro ele já tinha mexido comigo, entrando já sem camisa, suado, e dando uma pegada gostosa na mala, certamente pra coçar a virilha e o pau abafado dentro da cueca, que estava à mostra também. Chegou e já nos cumprimentou, zoando todo o caminho. Apesar disso, decidi ficar na minha pois ele não parecia ter se interessado em mim. Na verdade, não tinha certeza nem se ele curtia homens.

Já era por volta das 16h e devia fazer quase 6h que estávamos lá, bebendo todas, assando carne e curtindo aquela comemoração de várias formas. Foi então que me bateu aquela vontade de mijar depois que você bebe muita cerveja, mas na preguiça de procurar banheiro na casa, me afastei da galera e me enfiei dentro de um pequeno matagal nos fundos da chácara, que era bem mais perto que o banheiro. Mesmo meio tonto, me escorei no tronco grosso de uma árvore, botei meu pau pra fora e comecei a mijar, olhando pra cima e fechando os olhos.

- Ae mano desculpa aí atrapalhar a sua punheta.

Abri os olhos no susto e olhei pro lado. Era Afonso, de costas, perna arreganhada e mandando também aquele mijão em cima de algumas plantas próximo a outra árvore.

- hahaha! To dando um mijão também, caralho. Aqui tá mais perto que o banheiro. – respondi.

- Mó bom mijar no mato, né mano?

- Demais. – eu disse, soltando os jatos finais de mijo antes de guardar meu pau na cueca.

Fiquei de frente para Afonso, e ele, de costas pra mim, mirava o pau ora pra cima, ora pra baixo, como se brincasse com a urina. As pernas bem duras e arreganhadas deixavam o cara muito viril.

- Mas diz aí, numa tocou punheta no mato? – perguntou ele.

- Já mano. Batia num terreno baldio perto de casa antigamente. E você?

- Ah, cara, às vezes até hoje quando to na fissura colo aqui no mato e descasco uma bronha. Deve ter porra minha nessas árvore tudo.

Ele terminou a mijada e se virou, guardando o pau duro dentro da calça.

- Ih mano, ficou de pau duro com nosso papo, né? – provoquei.

- Olha só quem fala! Tá louco pra tocar uma agora, né, safado? – disse, apalpando a pica acomodada dentro da cueca.

- Se você me acompanhar eu bato. – falei, colocando meu pau pra fora.

Ele sorriu, colocou o dele também pra fora e começou a acariciar a cabeça já inchada. Logo, estávamos já ofegantes e mandando ver com as mãos nos nossos caralhos. Como a gente tava bêbado, às vezes um ou o outro perdia um pouco o equilíbrio, e quando isso acontecia se apoiava nas costas suadas do outro.

- Caralho! Tá chegando mais gente! – falou Afonso, antes de colocar o pau pra dentro.

Só que pra foder tudo, começamos a ouvir vozes. Certamente mais moleques estavam vindo mijar também. Falei pra ele se a gente não podia continuar em outro canto, mas pelo som das conversas, estavam procurando a gente. Xinguei um palavrão e botei meu pau duro dentro da cueca de novo. Afonso me pegou pelo braço e fomos por outro caminho da mata para chegar na parte da chácara onde acontecia o churrasco, enquanto ouvíamos os caras nos chamando pelo nome, certamente pelo tempo que a gente já tava ali demorando. Chegamos no local e estava apenas um de nossos amigos, que zoou perguntando maliciosamente por que a gente tinha demorado tanto no mato.

- Tava comendo o cu dele! – respondi, rindo.

- Sim mano! To até assado! – respondeu Afonso, entrando na brincadeira.

Nosso amigo riu também e falou “Larguem de viadagem!”. E depois dessa seguimos com o churras normalmente. Os moleques voltaram e a gente apenas disse que viemos por outro caminho para eu conhecer outras áreas da chácara. E o assunto morreu ali.

Quando acordei no dia seguinte, quase ao meio dia, todo mundo ainda estava dormindo. Levantei, fui ao banheiro e depois saí na varanda, encontrando, pra minha sorte, Afonso. Ele disse rindo que agora que todo mundo tava dormindo é que seria hora pra fazer o esquema no mato. Meu pau gostou da ideia e foi ficando duro. Eu disse “Bora?”. Ele riu me chamando de safado, mas topou.

Descemos até o mato, botamos nossos caralhos pra fora e passamos a bater. Ficamos um bom tempo ofegantes e descascando uma bronha, até que a Afonso pediu pra pegar na minha rola e bater pra mim. Retribuí a gentileza. As mãos amigas logo viraram boquetes amigas revezadas, e logo estávamos nos beijando de forma frenética. Foi nesse momento que, bêbado de tesão, Afonso olhou pra mim, arrancou uma camisinha do bolso e disse “Me come”. Dei risada dizendo que ele pensava em tudo e botei ele escorado numa arvore, cu virado pra mim, dei outra cuspida dentro pra lubrificar e fui encaixando aos poucos. O safado gemeu grosso e pulsou a bunda, mordendo os lábios. O cu era meio apertadinho, mas pelo jeito, ele já tinha dado alguma outra vez. Fodi aquele rabo com gosto, batendo as minhas bolas na bunda e vendo aquele macho derretendo em suor no meio daqueles sons de pássaros e as folhas das árvores se mexendo com uma leve brisa.

Afonso então amoleceu as pernas e explodiu em jatos de gozo no tronco da árvore que se apoiava. Pegou o resto de porra que tinha no pau e lambeu como um animal selvagem. Gozei dentro da camisinha, arranquei-a pra fora, tomei um pouco da porra que sobrou no meu pau, botei o cara de joelhos e esfreguei o meu caralho ainda melado na cara do safado. Empolgado, o putinho agarrou meu pau e chupou com vontade. E com as bocas lambuzadas de porra nos beijamos com força, lavados de suor e esfregando nossos caralhos melados. O pinto dele ainda pingava, e eu, sedento, me agachei e enterrei aquela pica dentro da minha boca, massageando com os lábios. Senti até o cheiro selvagem da virilha dele. Chupei até sentir o pau dele pulsando. Ele tirou da minha boca e mandou várias gozadas na minha cara e no meu peito.

Guardamos nossos paus melados dentro da cueca e sentamos no mato, exaustos. Aquilo tudo tinha sido melhor do que a gente imaginava. Ficamos abraçados olhando para as folhas das árvores e os pássaros passeando de um lado para o outro. Ficamos assim até Afonso se tocar que já estávamos há muito tempo ali, e que talvez tivessem dado por falta. Nos levantamos e fomos até os fundos da casa nos lavarmos em uma torneira. E quando entramos na casa, realmente, já estavam dando por nossa falta.

- Olha ae os caras! E aí, foderam muito no mato? – disse um amigo nosso, rindo.

- Nossa, muito! Fiquei mó tempo comendo o cu do Afonso! – respondi, também rindo.

- Nossa, o Rafa acabou comigo! Acho que vou ter que sentar de lado porque tá até doendo! – respondeu Afonso, rindo e sentando de lado.

Todos riram também, falando quanta viadagem da nossa parte.

Mal sabiam eles que estávamos falando a verdade... hahaha

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