imagem contoCONTO

Hoje vou contar um caso que aconteceu com um peguete meu. Como eu já comentei em outros contos, adoro ouvir histórias de foda e compartilhar algumas por aqui.

Vou chamá-lo de Bruno. Certa vez ele foi trabalhar em uma empresa que prestava serviço de consultoria em tecnologia. Na época ele tinha 24 anos e iria trabalhar como auxiliar administrativo. No dia da entrevista ele lembra de ter visto, de longe, seu novo chefe, Beto, um homem com cerca de 35/40 anos, com cara de macho rústico, e músculos que pareciam querer rasgar a camisa social e a calça que usava. Bruno ficou com tesão ao ver aquele cara tão viril, tanto que logo que foi embora, entrou em um banheiro público e bateu uma.

No dia seguinte, conheceu o cara, que apertou forte sua mão e logo já lhe disparou tarefas. Beto parecia mais bonito ainda pessoalmente, mas o seu jeito seco logo deixou Bruno apreensivo. O cara era grossão, falava alto com os funcionários, tratava ele com distância e mal olhando em seu rosto, o que fez todo o tesão que sentia pelo cara desaparecesse em menos de uma semana.

Até que certa vez, voltando do almoço, cruzou com Beto no banheiro, de calças abaixadas e o caralho grande duro disparando mijo no mictório. Bruno ficou sem reação quando viu o chefe à vontade daquele jeito. Beto viu o rapaz sem jeito e debochou.

- Que foi? Nunca mijou de pau duro não?

- J-Já, mas... D-Desculpe!

Beto mirou o pau, ainda duro, para a direção de Bruno e guardou dentro da calça. Observou o rapaz, riu e perguntou se ele tava com medo. Bruno, ainda gaguejando, respondeu que estava sem graça apenas e foi para uma cabine. Beto riu de novo e disse que ele tinha cara de que curtia um pau duro, saindo do banheiro depois. Gelado, Bruno só lembrava do pau do chefe mirado para a sua direção como se fosse uma pistola. Não resistiu e bateu outra punheta ali mesmo.

No final do dia, Bruno ia embora quando recebeu um recado que deveria ir na sala do seu chefe entregar papeis que ele tinha esquecido na mesa próxima a dele. O rapaz juntou tudo e foi lá, com as mãos tremendo. Quando entrou na sala, Beto o encarou e perguntou se o rapaz queria ver o brinquedo dele de novo. Nessa hora, o sangue de Bruno subiu. Estava cansado de ser alvo de deboche. Fechou a porta da sala e disparou:

- Na boa, to curtindo trabalhar aqui, mas isso já tá passando dos limites! Eu não te flagrei lá porque eu quis, foi só coincidência! O senhor é muito mal educado! Trata a gente como bicho! Se eu continuar sendo tratado dessa forma eu peço demissão hoje mesmo!

- Caralho! Você não tem pinto não? O que tem ver o de outro homem? Ou você é viado?

- Se o senhor quer saber, eu sou gay sim, eu curto rola mesmo! Mas aqui é local de trabalho! Eu vim aqui para trabalhar, não pra ficar vendo rola do chefe!”. 

Beto levantou e foi até Bruno. Examinou seu corpo com os olhos, mordeu os lábios, e soltou:

- Vamos ficar quites então. Mostra o seu pau pra mim.

Bruno disse que ele era louco.

- Não sou louco. Você é que tá louco por mim! Pensa que não reparo nas olhadas que você me deu desde que chegou? Aposto que essa rola – falou pegando na mala do rapaz – já gozou muito pensando em mim, né?”

Bruno disse que era mentira (mesmo sendo verdade) e disse que era melhor parar ali antes que alguém pegasse. Beto foi até a porta da sala e a trancou, depois fechou as persianas, dizendo que acabou o perigo. Sem deixar Bruno pensar muito, alisou seu rosto e lhe beijou com agressividade, empurrando seu corpo aos poucos até prensar ele na sua mesa. Quando Bruno percebeu, estava sentado na cadeira e a pica cheirosa e suada do seu chefe já pulsava na sua frente convidando pra ser chupada. O rapaz novamente não conseguiu pensar muito e em segundos sentiu as mãos de Beto agarrarem seus cabelos e enterrar sua cabeça até as bolas do cara. Logo a sua boca ficou melada de baba, saliva e com cheiro de pica. Pirado de tanto tesão, Bruno agarrou seu chefe e o beijou com força, fazendo com que os dois deitassem em cima da mesa e jogasse para os lados tudo que tivesse por cima. Logo o rapaz arrancou a camisa e sentiu seu peito receber a língua furiosa de Beto.

- Me come! Isso é uma ordem!, falou o patrão, olhando firme nos olhos de Bruno, que ficou hipnotizado.

Beto arrancou a calça e arreganhou seu cu para o rapaz explorar com vontade. Enlouquecido, o cara lambeu seu rabo com poucos pelos, pegou a camisinha que o patrão indicou estar na gaveta, encapou o caralho e com a glande foi cavando espaço no rabo do patrão, que tinha poucas pregas. O chefe se desmontou em gemidos, e com o mesmo olhar furioso mandou que Bruno mandasse bombadas mais fortes, o que foi prontamente obedecido pelo empregado.

Após gozar, Bruno, possuído de tesão, deu a pica esporrada para o patrão chupar. O homem era bom de boquete, botava força nos lábios enquanto deslizava pela grande, o que deixou Bruno em êxtase. Não resistiu e mandou nova gozada, sujando a camisa e a gravata do patrão. Quando deu por si, gelou e pediu desculpas.

- Cala a boca, caralho! Limpa o resto dessa pica aqui mesmo! - respondeu Beto, pegando com força na pica melada do funcionário e esfregando na sua gravata, enquanto com a outra mão batia uma punheta. Gozou com vontade, melando ainda mais a camisa.

- Caralho! Mano... Eu nem sei o que dizer.

- Se limpe e volte pro seu trabalho! - disse Beto friamente, enquanto o afastava o corpo de Bruno de cima.

Exausto e suado, o rapaz obedeceu. Recebeu uma toalha para se limpar. Beto puxou uma gaveta e tirou uma camisa da mesma cor e vestiu. A camisa que ficou esporrada, mais a gravata, foram para o lugar. Antes disso, passou a língua, olhou para Bruno se limpando e falou.

- Já sabe, né? Isso fica entre nós!

Bruno respondeu que sim, dizendo que adorou. Beto sorriu discretamente e disse para ele voltar à sala dele pois já tinha demorado muito tempo. E mandou que cuidasse bem daquela pica deliciosa. Bruno agradeceu e antes de destrancar a porta, foi chamado por Beto, que disse, com deboche:

- Agora você tem mais imagens pra bater punheta no banheiro da empresa. Tenha um bom final de expediente.

Bruno sorriu e saiu, ainda com o coração acelerado e sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.

Eles transaram outras vezes, dentro e fora do escritório, mas Bruno pediu as contas meses depois para entrar em um emprego melhor. Desde então não se viram mais.

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