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CONTO ERÓTICO

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O macho da minha filha

Minha filha se mudou para minha casa quando começou a faculdade, isso porque era mais perto da faculdade e do trabalho dela também, assim, ela passou a ir para casa da mãe nos fins de semana invertendo a rotina que tínhamos antes. Ela sempre soube que sou gay, não tínhamos problemas quanto a isso, não era um tabu, falávamos de tudo, e ela sempre me pedia opinião sobre seus namorados, mas quando ela me apresentou Daniel...
Babei, que boy lindo, que corpo perfeito, que boca gostosa, que roludo. 
- Nem precisa falar, já vi que gostou – disse ela
- Nossa Angel, parabéns, tô feliz por você. – Eu disse, ao me apresentar ela me falou que o pai dele também é gay, porem casado, lindo como o filho, casado com um empresário da bolsa de valores, também lindo. Mas achei que ele me olhava estranho, parecia que estava flertando comigo, afastei essa ideia de cabeça, ele não parecia gostar de homens.
Como ela passava todos os fins de semana com a mãe, eu o via apenas de relance, eles já chegavam quase na hora de dormir. E de manhã saiam ele para academia, ela para o trabalho.
Um dia eu estava vendo TV na sala, ele passou de cueca para o banheiro, disse que Ângela estava usando no banheiro do quarto e ele estava apertado, pelo que percebi, eles começaram a brincar e ela pediu para tomar um banho antes. Ele de cueca, o pauzão duro, grosso, dava para ver o formato certinho pela marca da cueca, ele entrou no banheiro sem fechar a porta, não pude evitar de olhar, ele tirou o pau duro, segurou com as duas mãos, me olhou, fez como se estivesse masturbando com as duas, ele segurava coma as duas mãos e sobrava rola para mais uma mão ainda, mijou, lambeu os dedos e depois passou na cabeça do rolão, sempre me olhando, hipnotizado não reagi, ele tirou a cueca e saiu do banheiro, parou na minha frente, eu sabia que era errado desejar aquele macho, mas só pensava em chupar aquele cacete todo, ele segurou o cacetão com mão e bateu com ele na outra, fazendo um barulho pesado e maciço.
- Sua filha ta doidinha pra levar madeirada, ta quase implorando. – Ele disse
- E quem não quer? – Respondi sem saber o que dizer.
Ele bateu de novo com o cacetão na mão, lembrava um policial batendo na mão com o cassetete.
- Eu vou torar ela agora, vou arregaça ela todinha, fica ouvindo, ela vai gemer que nem puta, ela vai ficar toda arregaçadinha, sábado vai ser sua vez. 
Então ele entrou no quarto, abril a janela, como a janela do quarto dela era do lada da minha varanda, entendi que ele queria que eu ouvisse, ele voltou e fechou a porta, entrei para o meu quarto e a abrir a porta da varanda. 
Daniel cumpriu com a palavra, pouco tempo depois Ângela gemia como uma puta, nunca a ouvi daquele jeito, e ela não tinha vergonha de foder com os namorados enquanto eu estava no outro quarto, começou com um “delicia, nossa delicia” e ia evoluindo, “tô louca pra sentir esse pauzão me comendo”, em um momento ouvi ele dizendo:
- Quer madeirada quer? Safada?
- Eu quero amor, seu gostoso
- Vai ter que pedir, pede rola pede, pede que eu te dou.
- Soca essa rola em mim, me fode amor, me fode.
Depois disso, foi uma sucessão de gemidos, ela realmente gemia como uma puta, a cada 5 palavras que dizia, uma era: gostoso, outra delica, e as outras eram um palavrão, e sempre pedindo para ele meter mais, e ele chamava ela de puta, de repente ela gritou.
- Caralho amor, eu vou gozar. – Gritou, quase uivou, silencio por um tempo, e depois a gemeção recomeçou, parou quando ela gritou novamente.
- Porra, eu vou gozar de novo. - E mais uma vez repetiram.
No dia seguinte, ela era só sorrisos, exausta, mas extremamente feliz, ele me olhava com ar de arrogância, eles saíram, ao se despedir ele me abraçou, pegou em minha bunda e disse no meu ouvido:
- Sábado é sua vez, vou marretar esse rabão gostoso, aposto que a hora que você entrar na vara, vai gemer mais que sua filha.
Eu queria e não queria ao mesmo tempo, não podia dar para o namorado da minha filha, mas porra, que MACHO GOSTOSO DO CARALHO, aquele corpo, aquele cacetão, por que a vida fez isso comigo? Estava decidido a não fazer, dizer não, sair de casa, fingir que não estava, falar tudo para Ângela... esperei ele o sábado todo de cuequinha branca. 
- Já ta prontinho. – Ele disse quando chegou.
- É que eu estava me trocando
Ele entrou me abraçando, passando a mão na minha bunda, senti minhas pernas tremerem e meu rabo se abrindo, eu disse:
- Acho que é melhor a gente não fazer isso Daniel.
- Agora eu sei quem sua filha puxou, ela toda gostosa, sarada, toda mulher fruta e a mãe magrinha, ela puxou o paizão gostoso rabudo, mas esse rabão aqui e bem maior que dela, bem mais gostoso.
- Eu acho que é melhor a gente...
Ele pegou minha mão e colocou no cacetão dele, duro, duraço, dava para sentir ele latejando, ele me beijava e me lambia, eu ainda estava meio travado, fingindo que estava tentando resistir, ele tirou a camisa e começou a esfregar aquele corpão em mim, tirou a bermuda e me abraçou por traz, abaixou minha cueca, esfregou aquele cacetão babado no meu rabo, desisti de fingir que estava tentando resistir. Ele me pôs de 4 com um gesto meio bruto, eu de 4 já estava com o rabo todo aberto, senti a língua húmida espalmada no cú, ele me sugava, eu ia me abrindo mais e mais, gemia, ele me deu um tapão na bunda, acho que ficou a marca dos dedos.
- Rabudo gostoso – ele ficou chupando meu cú um bom tempo, eu que já tinha desistido de fingir que ia resistir, estava pedindo rola.
- Ai meu Deus, assim você acaba comigo. – Eu dizia.
Ele me colocou de joelho, e bateu com o cacetão na minha cara, eu pus a língua para fora, e ele bateu com ele na minha língua, tão duro e tão grosso que até doeu.
- Acabei de socar ele no bocetão da sua filha, nem lavei, pra você sentir o gostinho dela na sua boca.
Por incrível que pareça, aquilo me deu mais tesão, peguei o cacetão babado e comecei a mamar, até ele me por de frango.
- Quero que você olha na minha cara quando eu tiver te fodendo, você vai gemer que nem uma puta, igual a sua filha cavalona – Ele Disse.
Entrou de uma cacetada só, doeu deliciosamente, atolou quase no estomago, eu gemi agudo, e olhei para ele estarrecido, ele sorriu com maldade e começou a estocar, as estocadas no fundo do cu, o cacetão atolando na altura do umbigo, ele me olhava com cara de macho bravo, mamava meu peito, e me beijava.
- Você e mais piranha que sua filha, veado, olha pro macho da sua filha olha, geme na vara dele.
- Fode amor, rasga. – Ao contrário do que imaginei, as coisas que ele falava só fazia eu ficar mais excitado, o cacetão parecia que atolava cada vez mais fundo, eu segurava nas almofadas da cama, me agarrava nos lençóis para aguentar aquele cacetão delicioso atolando no meu rabo, ele não parava:
- Quem ta te fodendo, fala.
Demorei até acertar a resposta que ele queria ouvir.
- O macho da minha filha.
- Piranha
Ele mandou eu sentar, mas de frente para ele porque ele queria olhar na minha cara enquanto atolava aquele pauzão em mim, eu obedeci.
- Rebola, vai, trai a confiança daquela bocetuda da sua filha, aquela gostosa, você é mais gostosa que ela, piranha.
Tudo estava me excitando demais, eu rebolava com vontade, sentava com força, martelava meu cu no pau dele, mas quando ele disse.
- Você é mais gostosa que ela, senta para caralho, parece que nem tem dó do próprio cú.
Foi que me empolguei de verdade, sentei até gozar, ele gozou depois, depois me comeu de novo, dessa vez de 4, e foi variando as posições, sempre me chamando de piranha, e lembrando que eu estava dando para o macho da minha própria filha, gozei muito aquele dia, fiquei acabada, mas depois, no banho veio a BAD, fiquei pensando no que eu fiz, ele percebeu, e disse:
- Relaxa piranha, olha isso aqui.
Ele mostrou um vídeo no telefone, no vídeo, ele comia minha ex esposa da mesma forma que me comeu, com o mesmo palavreado, lembrando que ele era o macho da filha dela, e chamando ela de piranha porquê está traindo a confiança da filha, me senti melhor.
- Sábado que vem eu volto. – Ele disse

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