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CONTO ERÓTICO

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Andr do Estacionamento

Faz mais de 1 ano que estou parando meu carro em um estacionamento perto do metro. Fui indicado por um amigo e quando comecei a parar lá descobri que mais 3 conhecidos meus também paravam lá, pois o pessoal do estacionamento é muito educado e o vigia acaba sempre dando um tempinho além das 21 hs, hora estabelecida para fechar.
Poucas vezes cheguei lá depois, costumo entrar por volta de 8hs e sair por volta das 19 hs.
De um tempo para cá entrou um rapaz chamado André, moreno claro, bonito, sorridente e muito prestativo, que ajudava a estacionar os carros a lavá-los e na cobrança.
Logo no primeiro dia ele estava de bermudas e reparei que tinha umas pernas lindas, com poucos pelos e morena clarinha.
Com o tempo fomos trocando conversas além do bom dia e boa noite tradicionais.
Percebi que ele me olhava de uma maneira sacana, mas nunca dei maior liberdade apesar de gostar daquela meia paquera. Sou muito discreto e não queria correr nenhum risco de alguém saber que curto caras.
Mesmo com poucas conversas fiquei sabendo que André era de Fortaleza e que estava morando a 1 ano em São Paulo, tem 22a e já foi noivo de uma menina no Ceará.
A uns 4 meses atrás o vigia saiu e André passou a ocupar seu posto, fechando e abrindo o estacionamento e dormindo no local, lá tem uma casa pequena e uma sala grande, com um sofá, uma TV, e uns móveis, junto um banheiro, este local separado da casa serve de escritório para o estacionamento.
Assim toda vez que eu chegava mais tarde para pegar meu carro praticamente só estava o André e um ou outro carro além do meu.
Com o André no comando todas as vezes que tinha oportunidade ele me encarava e por vezes coçava o pau por cima da calça ou bermuda, bem discretamente mais eu percebia claramente. Porém, eu fingia que não era comigo e o tratava de maneira normal.
No final de setembro fui tomar umas cervejas com o pessoal do escritório e acabei tendo que ir pegar meu carro depois das 23 hs, cheguei o estacionamento estava fechado, bati no portão já sem esperança de alguém atender, quando já tinha batido umas 4 vezes e estava indo embora pegar um taxi, o André abriu o portão menor e falou pra eu entrar.
Pedi desculpas pelo incomodo e peguei a carteira para dar uma gorjeta, ele não aceitou e ainda me disse que aceitaria outro tipo de pagamento.
Fiquei sem graça e fingi que não ouvi.
Ele em deu a chave do carro e fui abrir a porta, quando coloco a chave na porta o André me encosta por trás, enfiando a língua no meu ouvido e sussurrando, vamos aproveitar que estamos sozinhos?
- Eu sei que você curte está sempre me secando com os olhos, vamos brincar um pouco?
Tentei resistir mas não durou muito tempo, o efeito da bebida aumentou meu desejo e fui falando para ele parar, mas aquele parar mole de quem na verdade não queria que parasse.
Ele percebendo a minha fraqueza atacou mais firme, me virou de frente e me deu um beijo alucinado.
Eu não estava acreditando que aquele gatinho tesudo estava ali me atacando e eu já entregue não sabia direito como reagir.
Decidi me entregar e deixar o André tomar conta da situação.
Ele continuou me beijando loucamente e foi aos poucos me conduzindo para a sala de escritório. Lá sentamos no sofá e continuamos os amasso, ele parou um pouco e foi fechar o portão do estacionamento, quando voltou eu estava de pé, ele me pegou por trás e foi me apertando contra seu corpo e me lambendo o pescoço e as orelhas, aquilo me deu um tesão louco. Percebi que seu pau estava duraço cutucando minha bunda, puz a mão para trás apalpei o bicho e exclamei: nossa tudo isso é tesão por mim?
André então pegou no meu pau que a esta altura estava estourando na caça e disse - só eu? você também está doidinho por mim, confessa?
Enquanto eu confessava que tinha um puta tesão nele e que achava que não rolaria nada pelo fato de eu não querer me arriscar e também achar que ele não curtia, André foi abrindo meu cinto, arriando minhas calça e minha cueca e também tirando sua bermuda e cueca e esfregando a pica de vez na minha bunda e no meu rego.
Um tesão, só de contar estou de pau duro.
Então...
Percebendo meu tesão louco André foi-me encoxando e me abraçando gostosamente, enquanto me abraçava me fazia carinhos com as mãos em todo meu corpo, me sussurrava no ouvindo, alternando fala com a língua coisas do tipo: meu tesão, gostoso, que bunda deliciosa, quero esse cuzinho pra mim, se entrega meu gato...
Eu já não aguentava mais aquilo, tirei o resto da roupa enquanto ele me agarrava e fui ficando de joelhos no sofá. Ele percebendo meu desejo foi pincelando a pica no meu cuzinho, eu arrebitava mais a bunda e já pedia para ser comido.
André tentou colocar a cabeça e eu recuei pela dor e por ele estar só com a babinha do pau e sem camisinha.
Pedi – sem camisinha não, por favor
- Porque não? Eu me garanto, nunca comi um homem só mulheres e quase todas de camisinha, a não ser que você represente perigo. Tem perigo?
Indignando responde meio bravo – imagina eu ter perigo? Nas poucas transas que tive com homens sempre foi de camisinha.
Quando terminei de falar só senti uma estocada rápida que me causou muita dor.
- Gritei: tira, tira tá doendo muito
André parou, mas não tirou a cabeça que já tinha entrado, ficou me acariciando mais, virou minha cabeça e me deu um beijo longo e delicioso, continuou me beijando e com isso fui esquecendo, relaxando e a dor sumindo.
Percebendo ele foi enfiando bem aos poucos e bem devagarzinho. Quando dei por mim ele já estava todo atolado no meu cuzinho e eu só sentia seus pelos roçando as bordas de meu anus.
André foi tirando bem devagar quase até a rola sair toda e voltava a enfiar tudo, fez esse movimento algumas vezes, sempre com carinho e devagar. Aquilo foi me dando um frio na espinha inexplicável.
Arrebitei mais a bunda e ele montou literalmente em meu cú, iniciando um vai e vem alucinante, enquanto metia me fazia juras de amor, me abraçava, beijava, acariciava, as vezes batia de leve pra mim e continuava a soca.
Fui pegar na minha pica pra bater enquanto era comido e bastou eu tocar que gosei muita porra, parecia que não ia mais parar de gosar.
André acelerou o ritmo e senti seu pau pulsar mais forte e ele despejar toda sua porra dentro do meu cuzinho. Gostou e continuou metendo mais uns 3 minutos.
Foi tirando a pica de mim e senti um vazio enorme, virou minha cabeça e me deu um longo beijo perguntando: gostou meu bem, valeu a pena?
Olhei nos olhos dele e disse: nossa adorei, nunca transei tão gostoso assim na minha vida, que foda deliciosa.
André levantou e foi tomar um banho já que estava pingando de suor.
Eu fiquei ali deitado de lado no sofá e já com um sentimento de culpa me dominando.
Será que não fiz cagada, será que ele não vai contar para os outros? Transei sem camisinha, me entreguei feito uma putinha.
E agora ?
Não deveria ter feito.
Enquanto ele tomava banho eu fiquei deitado ali naquele sofá sem acreditar no que tinha feito. Quando fui me sentar a porra que ele depositou em mim começou a escorrer do meu cuzinho para as pernas, passei a mão e ví que saia muita porra.
O arrependimento ficou ainda maior, quase chorei, baixei a cabeça e fiquei ali meditando a cagada que eu tinha feito.
Foi então que André saiu do banheiro enrolado numa toalha branca e me vendo naquele estado de tristeza se chegou perto de mim e começou a acariciar minha cabeça dizendo: calma amor, não se preocupe ninguém vai ficar sabendo de nosso amor, isso vai ficar entre eu e você, olha pra mim.
Quando levantei a cabeça e ele deixou a toalha cair meu coração veio na boca, ele me comeu de costas e não tinha visto que corpo lindo ele tinha.
Moreno bem clarinho, poucos pelos nos braços e nas pernas, corpo normal sem ser malhado, mas barriga tanquinho onde do umbigo pra baixo fazia aquele caminho de pelinhos pretinhos até chegar numa espessa mata de pelos em volta de um pau maravilhoso, uns 17/18cm, não grosso, retinho, cabeça linda, tudo de bom.
Quando detalhei com os olhos todo aquele monumento a minha frente dizendo que me amava e que tinha curtido muito transar comigo e que eu fui a melhor transa que ele ja teve, melhor até que as minas que ele tinha pegado.
Me emocionei, abracei ele pela cintura e fiz muitos carinhos no seu corpo, na sua bundinha durinha e com pelinhos ralos, massageei suas bolas e o pau endureceu imediatamente.
Não resisti e cai de boca naquela piroca maravilhosa, mamei como um bezerro mama uma teta, lambia ele todo e as bolas do saco lindo que ele tem, e enfiava ele todo na boca, voltava pra cabecinha linda e chupava como quem chupa um sorvete.
Chupava e André gemia de tesão.
Falei pra ele que meu cuzinho estava transbordando de tanta porra, nisso ele sorriu e falou: legal agora não vai doer nada e vai ficar mais tesão ainda.
Falando isso me empurrou de costas no sofá, deitou minha cabeça num dos braços laterais e se jogou em cima de mim me enchendo de beijos e carinhos.
Levantou minhas pernas, colocou uma almofada debaixo da minha bunda e meu cuzinho fico totalmente exposto e oferecido pra ele, nisso escorreu um pouquinho mais da porra, ele enfiou dois dedos em meu cuzinho que já não estava mais apertadinho como antes, fazia mais de 2 anos que eu não dava pra alguém, e lambuzou o pau e foi metendo até ele ir todo em mim, me abraço e enquanto m e beijava metia alucinadamente me chamando de amor, jurando ficar comigo sempre.
Meu pau explodia de tesão, não demorou e ele anunciou que ia gozar, pedi pra ele bater pra mim pra gozarmos juntos. Assim ele fez e explodimos num gozo alucinante. meu tesao tava tanto que acabamos de gozar meu cuzinho mordia o pau dele, atraquei minhas pernas na sua cintura e pedi pra ele continuar dentro de mim.
Ficamos ali abraçadinhos e fazendo juras de amor por uns 20 minutos, ai ele sai de dentro com o pau ainda, por incrível que pareça, duro, me pegou pela mão e me levou até o banheiro pra tomarmos um banho juntinhos.
No chuveiro era só beijos e caricias, os dois de pau duraço,
Ele me agarrou por trás e começou a esfregar aquele corpo em minhas costas e bunda e a pica se esguiando no meu rego.
Não resisti novamente e num gesto rápido levantei uma das pernas e coloquei o pé no bidé, peguei o pau dele e guiei ate meu cuzinho e fui forçando o corpo pra trás até entrar tudo novamente.
A meteção começou de novo, metemos com muita calma até ele gozar novamente e eu me acabar com a pica dele toda dentro.
Terminamos o banho e já era quase 3 hs da manhã, coloquei minha roupa e me aprontei pra ir embora, trabalharia ainda no dia e entrava cedo.
Nos despedimos aos beijos e fui pra casa todo feliz, pois tinha encontrado o cara mais tesudo, gostoso, fudedor e legal que já tinha conhecido.
Assim foi nossa maravilhosa e inesquecível primeira vez.

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