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CONTO ERÓTICO

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Mamei o vizinho bbado

Eu tava na rua conversando e bebendo com uns vizinhos, até que um desses vizinhos que estava apenas de short sentou na minha frente no chão, assim que ele sentou pela sua perna direita vi o seu pau entre a boca do short e sua perna. Fiquei louco. Eu já sentia um certo tesao nele, até já havia batido punhetas pensando nele. Ele não é lá o bonitão, alto, magrelo, branco, loiro, olhos verdes, uns 35 anos, barba por fazer, sempre andando de short sem camisa, jeito de machão safado, casado e pai de uma filha criança. É bem largadão cheio de marra de hetero e isso me dá tesao. Ver seu pau foi fantástico, seu short era amarelo então dava pra ver perfeitamente aquele pau mole caído entre a perna, não era um pau grande, mas pude ver sua cabecinha rosada exposta. Entretanto ele notou e ficou me encarando, tentei disfarçar mas já era tarde, sou bem discreto e aquilo foi embaraçoso. Ele se ajeitou e abaixou a perna para eu não ver mais. Passado mais um tempo ainda todos conversando, havia mais um monte de gente bebendo cerveja e tal na rua, ele precisou de ajuda pra buscar um engradado de cerveja que estava no seu freezer, curiosamente sua esposa pediu para eu ajudá-lo. Fomos os dois para o interior da sua casa, e na cozinha ele abriu o freezer pra pegar as cervejas, eu então o ajudei, ele me surpreendeu quando falou:
-Eu vi você manjando minha rola cara, não sabia que você curtia piroca. 
Eu fiquei sem graça olhei pra ele e nada falei, estava muito constrangido.
Mais uma vez ele falou:
-Tá tranquilo cara, nada contra não.
Achei estranho e então enquanto eu pegava as cervejas o notei parado do meu lado fingindo coçar o pau, coisas de Hétero. Eu percebi que ele estava se insinuando. 
Ele disse:
-leva essas cervejas enquanto pego o resto é trás os cascos que estão lá fora.
Assim fiz, muito confuso e ainda constrangido. Ao voltar notei a porta fechada, abri e fui pra cozinha e fechei a porta pois achei que ele não queria deixar aberta mesmo. ele não estava lá, então o chamei pelo nome é ele respondeu dentro do banheiro: - chega aí.
Assim fiz, juro que nem maldei. Ao chegar lá ele estava de costas pra mim mijando no vaso. Ele mal terminou e se virou pra mim dizendo: -quer?
Hipnotizado vendo aquele pau branco ainda mijando, não consegui tirar os olhos. Eu perguntei se era zueira, ele disse que não rindo. Eu só acreditei quando ele olhou pelo basculante, pra ver se alguém vinha. Então enquanto ele olhava, se punhetava e me chamou com a mão. Me aproximei e nem pensei, foi instintivo. Me ajoelhei, mal me aproximei logo senti um cheiro natural de piroca. Nem pus a mão, coloquei logo na minha boca e comecei só mamando a cabecinha rosada. Levemente salgada, quente e macia. Ele então enquanto olhava se alguém vinha forçava minha cabeça contra seu pau que logo endureceu. Logo engasgava. Não era tão grande, uns 17 cm talvez, mas ainda sim. Apesar do seu corpo ser todo liso, sua virilha e saco eram bem pentelhudos, aqueles pentelhos bem grandes. Não atrapalhou, até gostei de senti-los encostarem no meu rosto e sentir como eles eram intensos. Ele estava um tanto bêbado, exalava cheiro de de cerveja e cigarro. Ele não gemia, não me olhava ou algo assim, só olhava pra ver se alguém vinha. Tudo foi bem rápido. Até ele perguntar: - tu toma drink?
Eu não entendi e perguntei o que ele quis dizer. Ele disse: -toma drink pow? 
Ainda não tinha entendido e então ele disse: - toma leitinho?
Aí eu ri. Nem respondi, só mamei mais com mais força
Ele pediu pra eu abrir bem a boca e começou a socar bem forte. Meu maxilar e minha garganta estavam doendo e eu já lacrimejava contendo a vontade de engasgar poucos segundos ele gozou, soltando vários jatos quentes, bem líquidos de porra na minha boca. Engolir foi muito bom. Levemente azedo, bem amargo e ácido. Ele soltou leves gemidos e me fez engolir tudo. Dei uma esfregada da minha cara no seu pau saco e virilha pentelhuda e então ele guardou o pau e saiu do banheiro. Logo sai e fomos pra cozinha pegar o restante da cerveja. Tudo isso deve ter durado 3 minutos. Saímos para a rua e ninguém nem nada notou. Nem sua esposa ou filha. Ele fingiu nada ter acontecido. Agiu naturalmente. Isso tem uns dias.

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