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  Olha pessoal, apesar de um pouco sumido sempre venho aqui acompanhar as aventuras dos meus amigos contistas, mas como nada de interessante estava acontecendo, só estava mesmo na leitura e me deliciando nas aventuras dos colegas. Nada de interessante?! Minto, realmente aconteceu algo de inusitado no dia 21 de maio de 2018.

Apesar de ter sido um jogo rápido, acordei de manhã como de costume para ir trabalhar, porém, com o frio intenso que pairou sobre a minha a cidade neste início de semana, fui dar partida do carro para ir trabalhar e nada. Isto umas quinze pra seis da manhã e tentando dar partida no veículo e nada. Já me enchendo com a situação resolvi ir a pé mesmo para o trabalho. Não moro longe, uns 30-40 min de caminhada é o suficiente para se chegar lá. E fui nesta jornada solitária naquela manhã fria e escura.
No local onde moro é o típico fundo de vale, a minha rua, por ser a última do bairro dá de cara com um mato, cheio de árvores. Pois bem, frustrado com a situação do veículo para mais um dia de labuta. Após caminhar uns cinco quarteirões margeando esta mata as 6 da manhã, tudo escuro e sem nenhuma alma na rua, com exceção de mim, dou de cara com um rapazinho, magro, na faixa dos 18 anos, moreno claro (falso branco), magro e com toca na cabeça, de bicicleta entregando os jornais nas residências dos assinantes. Ao cruzar com ele acabei externando a minha admiração e pensando alto acabei soltar esta pérola “mamaria este lekão tranquilo...”, só que ele ouviu o meu pensamento e respondeu “não seja por isto” e deu aquela catada forte na rola me intimando. Tentei disfarçar falando que ele tinha entendido errado mas já era tarde e o “estrago” já estava feito. Ele foi direto, e falando sem rodeios já mandou outra direta. “Entendi muito bem o que o senhor falou, em vez de ficarmos aqui porque a gente não vai atrás destas arvores ai, jogo rápido e aproveita que to com o pau duro aqui, já que a minha mulher não tá dando pra mim ultimamente..” aquilo soou como uma provocação e ele continuo, “vamos logo, já que daqui a pouco amanhece de vez e ai a gente perde a oportunidade” aquilo me arrepiou todo e aceitei a sua proposta. Entramos na mata e fomos para trás das arvores que nos escondia muito bem.
Ele se encostou no tronco e partir para o serviço de puta que me foi concedido. Abaixei o moleton que ele usava, junto com a cueca, e me salta uma rola de uns 19cm, com um belo par de bolas logo abaixo e o melhor pentelhuda, mostrando que o lekão, nos seus 18 anos, já demonstrava talento de que será um verdadeiro macho raiz. O que me chamou a atenção naquela rola foi a cabeça, pensa num cogumelão gigante, cheirando a sabonete e liso. Cai de boca naquele pau, e tentava engolir com a volúpia de sempre. Eu mamando e ele falando putarias de sempre me chamando de vagabunda e piranha e que pagava um boquete melhor do que a mulher dele. Aquilo me fez virar mais puta ainda e comecei a mamar com mais vontade. Revezava entre o pau e o saco pentelhudo do rapaz e ele todo mole ali curtindo a minha mamada. Percebi que ele estava quase gozando e resolvi acelerar o serviço, pois logo apareceria os primeiros raios de sol e os moradores com certeza já começariam a dar as caras para irem para o serviço, e foi o que eu fiz, até que ele enfiou aquela rola com tudo na minha boca e gozou pra valer.

  Pude sentir que ele deu, sem mentira alguma, umas dez gorfada de porra na minha boca. Ele ficou recostado na árvore e falou. “Você é muito puta, nem imaginaria que levaria uma mamada destas logo de manhã”. Subiu o moleton, agradeceu pela mamada e partiu para fora do mato voltando a entregar os jornais e fiz o mesmo partindo para o trabalho, só que com a porra dele na boca dali até chegar no serviço fiquei brincando a porra dele dentro da minha boca, enquanto caminhava para chegar ao trabalho.

Amigos, pensa numa porra espessa, salgada, gosto de lekão macho e casado. Ao chegar no destino dei aquela engolida na porra do muleke e comecei mais uma semana de trabalho.

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