imagem contoCONTO

O Giovane foi o cara que mais me comeu. Hoje estamos afastados pois ele mudou-se para outro estado e se casou. “Tomou jeito”, como me disse a última vez em que nos encontramos, já há mais de dez anos. Mas vivemos grandes momentos na cama. Ele sabe como dar prazer a uma putinha como eu. E sempre tinha uma surpresa para nossos encontros. E a “surpresa mais surpreendente” que ele me proporcionou foi ser fodido por dois homens pela primeira vez (adorei, mas não é algo que aconteceu muitas vezes comigo).
Um dia, quando conversávamos bobagens após uma trepada, ele me perguntou: “Já pensou em ser fodido por dois caras de uma vez?” Na verdade, sempre tive uma imaginação bem fértil em relação ao sexo. Em meus devaneios já imaginara até ser fodido por mais do que dois homens. “Já sim”, respondi. “Mas não muito a sério. Se já é difícil arrumar um homem, imagina dois...”, brinquei. Ele riu e a conversa tomou outro rumo.
Quase um mês depois, marcamos um encontro. “Estou com saudades dessa bundinha”, ele disse no telefone. “Prepare-se para uma grande surpresa”, completou, misterioso. Sempre que íamos sair eu me preparava mesmo para ele. Coisas simples, como me depilar uns dias antes e comprar uma calcinha nova, mas que ajudavam a aumentar o tesão dele e meu.
Sempre nos encontrávamos em um barzinho antes e só íamos para o “crime” depois de darmos boas risadas. Quando entro no bar, uma surpresa, Gio não estava sozinho. “Este é o Marcelinho, um amigo meu que eu queria te apresentar há algum tempo. O nome dele é João, mas como ele se parece com o Marcelinho (o ex-jogador), o apelido pegou”. Cumprimentei o cara, que realmente lembrava o jogador, mas que depois passei a chamar de Marcelão por outro motivo.
“Nossa, bem que o Giovane falou que você era bonito”. Foi a primeira frase que ouvi do novo amigo e que me deixou um pouco sem jeito. Mas logo estávamos os três bem à vontade. “Lembra que te perguntei sobre dar para dois caras de uma vez? Pois hoje você terá essa oportunidade”, disse o Gio. “O Marcelinho também adoro foder um cuzinho”, completou. “Está preparado? ”, perguntou. Àquela altura já estava ficando excitado com a ideia. “Podia começar aqui, né?”, provoquei. Claro que não fizemos isso, mas foi a deixa para pagarmos a conta e irmos para o apê do Giovane.
Começamos a putaria na sala. “Mostra pra minha putinha o que você tem pra ela”, disse o Giovane, olhando pro Marcelinho, que imediatamente tirou um pau enorme, ainda maior que o do Gio, que, embora eu já estivesse acostumado, eu considerava bem grande. “Chupa”, disse o “visitante”. Nem precisava ter pedido, já estava babando. Me ajoelhei em frente a ele, que continuava sentado, e comecei a lamber aquela ferramenta já dura como rocha, do jeito que gosto. Então o Giovane senta ao lado dele, pega minha mão e leva até seu pau. Começo a punhetá-lo. Depois, troco. Chupo o Gio e massageio a rola do Marcelinho. “Quero ver sua bunda, seu viadinho safado”, ele fala. 
Me levanto e abaixo a calça. Estava com uma calcinha de renda branca. “Hummm... vou te comer de calcinha. Fica de quatro, mas não para de chupar o Giovane”, diz o Marcelinho. Não ia parar mesmo. Mas obedeci. Arrebitei a bunda o máximo que podia e fiquei à espera. Logo sinto as mãos do Marcelinho por toda minha bunda. Ele cospe na mão e começa a massagear meu anelzinho. Não resisto e rebolo como uma cadela vadia. Sinto um dedo entrar e sair, logo são dois. E depois sinto um pau forçando a entrada, sem sucesso. Me viro e dou um trato com a boca, deixando a cabeça bem molhada. Ele tenta de novo, mas é realmente muito grosso. O Gio, experiente, percebeu tudo e tratou de pegar um creme. Com o cuzinho devidamente lubrificado, enfim o Marcelinho consegue me penetrar. 
Nossa, que delícia, parecia a primeira vez que senti um pau entrando. Aí o Gio voltou a se sentar e colocou seu pau novamente em posição de ser chupado. Pela primeira vez sentia a sensação de ser fodido e de lamber um pau de uma vez. “Então você gosta de um pau duro, né sua putinha? Então toma o que você quer”, disse o Marcelinho e começou a me foder com vigor. Logo sentia minha bunda batendo em suas coxas e, com o pau do Giovane na boca, mal conseguia gemer. Era um falando “toma” atrás e outro falando “chupa, chupa gostoso”, na frente. O Marcelinho então avisa que vai gozar e já atola tudo, sinto seu pau pulsar dentro de mim. Mal ele acabou e o Gio também goza em minha boca. Os dois ficam ali, largados no sofá. 
Mas era só o começo da noite. Dali fomos para a cama, onde fui fodido de todas as formas pelas duas picas. Em certo momento, até tentaram uma DP, mas realmente eram dois caralhos muito grandes para meu cuzinho, que mesmo já todo arrombado, não conseguiu “engoli-los” de uma vez só. Acordei bem ardidinho, mas satisfeito com a surpresa. Voltei a me encontrar com o Marcelão algumas vezes, mas aí já são outras histórias...

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