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Meu amigo gordinho
Conto Erótico Gay

Meu amigo gordinho

17.9K leituras 7 min de leitura 15/07/2013

   Me chamo Márcio, sempre leio os contos do Mix durante a semana, quando dá uma folguinha no trabalho. No meu departamento, tem um carinha que há muitos anos trabalha comigo.  Começamos juntos na empresa e hoje somos bons amigos. Esse rapaz, o Rodrigo, sempre foi meio gordinho. Ele tem mais ou menos 1,84m, e já chegou a pesar 120 quilos, mas agora está com uns 95. 

   Ele tem cabelos castanhos e lisos, cortados com topetinho e sempre de gel passado. O Rodrigo é muito gato, com um olho azul brilhante e um bonito sorriso. Sempre o achei gatinho. É um gordo muito gostoso.  Certa vez, combinamos de viajar para uma chácara. Foi um pessoal do escritório e uns amigos da dona da chácara. Fui de carona com o Rodrigo e a namorada dele. 

   Na chácara foi aquela festa, mulherada na piscina, os caras na churrasqueira, pinga, cerveja, sol. Isso na sexta a noite e no sábado. No domingo de manhã, o pessoal resolveu ir até um riacho que ficava próximo ali.  Como não sou muito chegado em mato, dispensei o passeio e fiquei ali, no sofá assistindo TV. Uns 15 minutos depois que todos saíram, ouço um barulho num dos quartos e fui olhar quem era. 

   Quando chegou na frente da porta, aparece o Rodrigo. De cueca, com cara de sono, perdidão: Que horas são? Cadê a Karina?  A Karina, namorada dele, tinha ido ao riacho. Eu imaginava que ele estivesse junto. Não sabia que estava domingo. Falei isso pra ele. E completei: Não ficou mais ninguém aqui! Achei que você tinha ido junto!  O Rodrigo nessa hora, de cueca ainda, deu uma coçada no saco, tão indiscreta que eu não tive como não olhar. Ele deu uma mexida no pau, que cheguei a ver todos os seus pêlos. 

   Na mesma hora, meu pau ficou duro. Tão duro que a bermuda não escondia. O Rodrigo, percebendo a olhada e consequente reação do meu pau, provocou: De manhã é foda cara! Dá uma vontade de trepar ! Dei risada sem graça e ia voltando pra sala quando o Rodrigo falou: Senta aí, faz um tempo que eu só vou colocar uma roupa. Sentei na cama e fiquei mais aliviado, daria pra disfarçar meu pau, que não amolecia nem fodendo. 

   Pra ajudar, o Rodrigo, de repente tira a cueca e fica lá pelação, revirando na sacola de roupas. Discretamente eu dava umas olhadas no pau dele quando ele não estava me olhando. Numa dessas olhadas, ele me viu.  Ficou parado em pé na minha frente, pelado, segurou o pau e disse: Olha como é mentira que gordo tem o pau pequeno!  E devia ser mentira mesmo. Porque mesmo mole o pau dele era grande. Grosso. Com a cabeça coberta, mole, devia ter uns 15 centímetros.

   Com ele ali na minha frente, o mandei se foder e parar com brincadeira. Ele veio pra cima e disse: Me foder? Você ajuda? Nessa hora, com ele em cima de mim, esfregando o pau em mim, ajoelhado na cama, falei mal e mandei-o parar.  Ele fazia que nem ouvia. E o pau dele ficou duro tão rápido que eu nem vi quando aconteceu. Ele começou a falar: Dá uma chupadinha, pega na minha rola, coisas do gênero. 

 Depois de resistir um pouco, vi que não era brincadeira. E peguei. Segurei a rola dura dele e comecei a punhetar. Que pau grosso, minha mão nem fechava em volta dele.  Sou pequeno, baixinho, bundinha pequena e redondinha, poucos pêlos, e o Rodrigo era o contrário: grande, gordo, com pêlos no peito, na barriga, pêlos finos, macios. Eu ficava louco de estar pegando nele. Aí chupei. 

   Fiquei um tempão chupando aquele pau grande e ele ali gemendo. A hora que fiquei cansada e parei de chupar, ele deu um gemido e se levantou. Veio novamente pra cima de mim e começou a tirar minha bermuda. Como já estava sem camisa, estava tudo muito mais fácil. Jogou minha bermuda longe e meteu a mão no meio da minha bunda, passava a mão, forçava o dedo, apertava minha nádega e ao mesmo tempo lambia e mordia meu peito. 

   Que tesão. O Rodrigo parecia um bicho de tanta força que ele punha pra me segurar. Não aguentando mais, me virei e fiquei de bruços na cama. Ele abriu minha bunda segurando as nádegas com as duas mãos.  E meteu a língua no meu cuzinho. Lambeu, mordeu, enfiou a língua e cuspiu. Logo do lado da cama, tinha um pacote de camisinhas, que ele certamente não usou com a namorada, tamanho era o fogo dele naquela hora. 

   Vestiu a camisinha no pau, ajoelhou por cima de mim e veio com aquela cabeçona bem na portinha do meu cu.  Forçou uma, duas vezes, e na terceira entrou de uma vez. Gritei e ele nem aí, forçava mais e mais. E ainda cuspia no pau pra ficar bem molhado. Depois da dor que senti, comecei a perceber o pau dele entrando inteiro no meu rabo.  O peso dele em cima de mim era enorme. E ele fazia força pra socar a rola. Eu gemia e ele parecia que gostava mais ainda. Socava sem dó, tirava tudo e enfiava de uma vez. 

   Deitou em cima de mim, abriu minhas pernas, ficou metendo e metendo. Pôs-me de quatro e enfiava o pau até o talo no meu cu. Eu gemia e suava e ele ensopado, pingando suor em mim. Quando já não aguentava mais levar rola, ele aumentou o ritmo e deu um gemido alto. Socou tudo no fundo e parou, fazendo movimentos curtos e mais devagar. Gemeu mais e parou. 

Falou no meu ouvido: Gozei no seu cu, que bunda gostosa, caralho! Ficou ali em cima de mim um pouco e então tirou o pau de dentro. Tirou a camisinha e quando olhei tinha muita porra nela, nunca tinha visto uma camisinha cheia daquele jeito.  Levantamos e tomamos banho. No banho ele ainda enfiou o dedo no meu cu até eu gozar. Depois do banho, tomamos café e só essa hora, quase meio dia, o pessoal chega do riacho. 

 A namorada do Rodrigo ainda perguntou: Acordou agora, amor? E o safado respondeu que tinha acabado de acordar. Que tinha dormido tanto que estava cansado. Olhou pra mim com um sorriso safado na cara e foi só. Na segunda-feira, no trabalho, sentados na mesma sala, ele me passava icq o dia todo, perguntando quando ia comer meu cuzinho de novo. E comeu, mais duas vezes, até arrumar outro emprego e sair da empresa. Hoje nos falamos de vez em quando, mas nunca mais rolou nada. 
Pra quem gostou do conto, me escreva, sou tarado por gordinhos, branquinhos, castanhos ou loirinhos e principalmente gordinhos pauzudos.

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